COLUNISTAS

Por TALES AB’SÁBER: Considerações sobre a escritora paulistana, recém-falecida
Por LUIZ RENATO MARTINS: À arte – desde que entendida enquanto ação de contrainformação – que se quer dissidente, senão revolucionária, cabe extrair lições de tática e de estratégia de tais ações
Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Capital financeiro e financeirização não são desvios sociais, políticos ou mesmo como moralmente condenáveis em relação a um capitalismo alternativo e melhor
Por LUÍS FELIPE MIGUEL: Não é só a mentira que ameaça a democracia. O controle sobre os comportamentos também. Sem cidadãos autônomos, ela não é capaz de sobreviver
Por HOMERO SANTIAGO: George Orwell sabia que o totalitarismo depende da mentira, das fake news, da ideia de que as narrativas e os saberes se equivalem, de que história e estória são a mesma coisa
Por RENAN QUINALHA: As batidas policiais aconteciam geralmente nas noites e madrugadas, com foco nos guetos LGBTQIA+ que se formaram nas grandes metrópoles, geralmente em zonas centrais tidas como “degradadas” e abandonadas pelo poder público
Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Duas bibliotecas; Dois críticos literários; e O Larzac e a ecologia
Por CELSO FREDERICO: Após a adesão de György Lukács ao marxismo, a sua defesa apaixonada e agressiva do realismo teve como contrapartida a crítica implacável às manifestações artísticas da vanguarda
Por JOSÉ DIRCEU: Discurso no Ato público Ditaduras Nunca Mais
Por RICARDO FABBRINI: Trecho selecionado pelo autor do livro recém-lançado “Arte contemporânea em três tempos”
Por EDSON TELES: Refletir sobre narrativas simplificadoras do que foi o golpe de 1964 e a ditadura e ir além das superficialidades colabora para o entendimento dos quatro anos de um governo autoritário
Por FLÁVIO AGUIAR: As afinidades eletivas entre Jair Bolsonaro e Viktor Orbán
Por ANTONINO INFRANCA: O objetivo da análise de Lukács é demonstrar que a concepção nazista do mundo é um produto da evolução ideológica da burguesia alemã
Por MARIAROSARIA FABRIS: Artistas transformaram os “caminhos da morte” da ditadura em ruas de memória
Por GILBERTO LOPES: Uma nova guerra europeia nos arrastará a todos, acabará com a humanidade tal como a conhecemos. Nessa guerra não haverá espectadores. Seremos todos vítimas
Por SCARLETT MARTON: Trecho do livro recém-lançado
Por VALERIO ARCARY: O bonapartismo militar no Brasil tentou se legitimar como um regime que defendia a nação contra o perigo do comunismo. No auge da violência o bonapartismo militar degenerou em um regime semifascista
Por MARILIA PACHECO FIORILLO: Pequeno dicionário de versões e contrafações de um mito sequestrado
Por EUGÊNIO BUCCI: A tragédia cubana, um tanto melancólica, não se explica pela derrocada das relações de produção, mas pelo esvaziamento das relações de consumo
Por CILAINE ALVES CUNHA: Trecho da Introdução da nova edição de dois livros de Castro Alves
COLUNISTAS
Por TALES AB’SÁBER: Considerações sobre a escritora paulistana, recém-falecida
Por LUIZ RENATO MARTINS: À arte – desde que entendida enquanto ação de contrainformação – que se quer dissidente, senão revolucionária, cabe extrair lições de tática e de estratégia de tais ações
Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Capital financeiro e financeirização não são desvios sociais, políticos ou mesmo como moralmente condenáveis em relação a um capitalismo alternativo e melhor
Por LUÍS FELIPE MIGUEL: Não é só a mentira que ameaça a democracia. O controle sobre os comportamentos também. Sem cidadãos autônomos, ela não é capaz de sobreviver
Por HOMERO SANTIAGO: George Orwell sabia que o totalitarismo depende da mentira, das fake news, da ideia de que as narrativas e os saberes se equivalem, de que história e estória são a mesma coisa
Por RENAN QUINALHA: As batidas policiais aconteciam geralmente nas noites e madrugadas, com foco nos guetos LGBTQIA+ que se formaram nas grandes metrópoles, geralmente em zonas centrais tidas como “degradadas” e abandonadas pelo poder público
Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Duas bibliotecas; Dois críticos literários; e O Larzac e a ecologia
Por CELSO FREDERICO: Após a adesão de György Lukács ao marxismo, a sua defesa apaixonada e agressiva do realismo teve como contrapartida a crítica implacável às manifestações artísticas da vanguarda
Por JOSÉ DIRCEU: Discurso no Ato público Ditaduras Nunca Mais
Por RICARDO FABBRINI: Trecho selecionado pelo autor do livro recém-lançado “Arte contemporânea em três tempos”
Por EDSON TELES: Refletir sobre narrativas simplificadoras do que foi o golpe de 1964 e a ditadura e ir além das superficialidades colabora para o entendimento dos quatro anos de um governo autoritário
Por FLÁVIO AGUIAR: As afinidades eletivas entre Jair Bolsonaro e Viktor Orbán
Por ANTONINO INFRANCA: O objetivo da análise de Lukács é demonstrar que a concepção nazista do mundo é um produto da evolução ideológica da burguesia alemã
Por MARIAROSARIA FABRIS: Artistas transformaram os “caminhos da morte” da ditadura em ruas de memória
Por GILBERTO LOPES: Uma nova guerra europeia nos arrastará a todos, acabará com a humanidade tal como a conhecemos. Nessa guerra não haverá espectadores. Seremos todos vítimas
Por SCARLETT MARTON: Trecho do livro recém-lançado
Por VALERIO ARCARY: O bonapartismo militar no Brasil tentou se legitimar como um regime que defendia a nação contra o perigo do comunismo. No auge da violência o bonapartismo militar degenerou em um regime semifascista
Por MARILIA PACHECO FIORILLO: Pequeno dicionário de versões e contrafações de um mito sequestrado
Por EUGÊNIO BUCCI: A tragédia cubana, um tanto melancólica, não se explica pela derrocada das relações de produção, mas pelo esvaziamento das relações de consumo
Por CILAINE ALVES CUNHA: Trecho da Introdução da nova edição de dois livros de Castro Alves

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