Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana
Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global
Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política
Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em "Cabras da Peste" e a reconstrução sensível da memória cultural em "Luiz Gonzaga: Légua Tirana"
Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto
Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial
Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível
Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis
Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível
Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal
Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana
Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global
Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política
Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em "Cabras da Peste" e a reconstrução sensível da memória cultural em "Luiz Gonzaga: Légua Tirana"
Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto
Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial
Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível
Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis
Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível
Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal
Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais
Por MANUEL DOMINGOS NETO: A defesa nacional brasileira permanece refém de uma mentalidade colonial, dependente de tecnologia estrangeira e desvinculada de um projeto soberano que una coesão social, desenvolvimento autônomo e comando político
Por MÁRCIO JOSÉ MENDONÇA: O conflito no Irã exemplifica a nova cartilha bélica: uma fusão de pressão interna, narrativas manipuladas e ações indiretas que buscam desestabilizar sem um confronto militar convencional
Por LEOJORGE PANEGALLI: A indústria cultural gerencia o cansaço do Eu e a fantasia do herói, mas seu sucesso também expõe uma fome subjetiva por narrativas de resistência coletiva e justiça, traindo um impulso revolucionário adormecido
Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A atual reativação da Doutrina Monroe evidencia que o imperialismo estadunidense não é uma fase superada, mas uma lógica estrutural que persiste, adaptando-se para manter seu domínio em um mundo multipolar em gestação
Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um "fora" – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o "dentro" do sistema
Por MATHEUS PEETERS ROCHA: Os Emirados Árabes Unidos instrumentalizam o separatismo do sul iemenita para criar uma colônia pós-moderna, garantindo controle estratégico sobre o Estreito de Bab el-Mandeb sem o ônus de uma soberania formal
Por CARLOS ÁGUEDO PAIVA: A âncora cambial, pedra angular do controle inflacionário pós-Real, atua como um mecanismo de desindustrialização seletiva, poupando o agronegócio competitivo e esmagando a indústria de transformação
Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado
Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores
Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico
Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia
Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais
Por STEPHANIE DA SILVA BORGES: No exílio francês, Augusto Boal levou o Teatro do Oprimido a novos patamares, escrevendo peças que traduzem opressões do "primeiro mundo" e transformam o impasse social em potência cênica
Por ANDRESSA ANTUNES & MAURO FRANCO NETO: O filme opta por uma violência oblíqua e um passado fragmentado, revelando como o autoritarismo se entranha no cotidiano através de micropoderes e corrupção ordinária
Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro
Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços vazios
Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE & LENON VICTOR XAVIER BRASIL: Análise do livro de Theotônio dos Santos examina como a Revolução Científico-Técnica tensiona as fronteiras do capitalismo, transformando a ciência em força produtiva central e potencial ferramenta de emancipação social
Por CAIQUE CARVALHO & RICARDO MENEZES: Se o violão brasileiro foi por décadas um equilibrista entre o erudito e o popular, Dinucci o converte em anti-objeto: sua obra extrai do samba uma violência estética que desmonta a harmonia social e explode a tradição canônica
Por LUCIANA MOLINA: Enquanto a biblioteca representa o paraíso para a literatura, a realidade das escolas públicas brasileiras revela um cenário de exclusão, onde instituições sem bibliotecários e livros lacrados aprofundam o abismo cultural
Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais
Por MANUEL DOMINGOS NETO: A defesa nacional brasileira permanece refém de uma mentalidade colonial, dependente de tecnologia estrangeira e desvinculada de um projeto soberano que una coesão social, desenvolvimento autônomo e comando político
Por MÁRCIO JOSÉ MENDONÇA: O conflito no Irã exemplifica a nova cartilha bélica: uma fusão de pressão interna, narrativas manipuladas e ações indiretas que buscam desestabilizar sem um confronto militar convencional
Por LEOJORGE PANEGALLI: A indústria cultural gerencia o cansaço do Eu e a fantasia do herói, mas seu sucesso também expõe uma fome subjetiva por narrativas de resistência coletiva e justiça, traindo um impulso revolucionário adormecido
Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A atual reativação da Doutrina Monroe evidencia que o imperialismo estadunidense não é uma fase superada, mas uma lógica estrutural que persiste, adaptando-se para manter seu domínio em um mundo multipolar em gestação
Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um "fora" – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o "dentro" do sistema
Por MATHEUS PEETERS ROCHA: Os Emirados Árabes Unidos instrumentalizam o separatismo do sul iemenita para criar uma colônia pós-moderna, garantindo controle estratégico sobre o Estreito de Bab el-Mandeb sem o ônus de uma soberania formal
Por CARLOS ÁGUEDO PAIVA: A âncora cambial, pedra angular do controle inflacionário pós-Real, atua como um mecanismo de desindustrialização seletiva, poupando o agronegócio competitivo e esmagando a indústria de transformação
Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado
Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores
Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico
Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia
Por STEPHANIE DA SILVA BORGES: No exílio francês, Augusto Boal levou o Teatro do Oprimido a novos patamares, escrevendo peças que traduzem opressões do "primeiro mundo" e transformam o impasse social em potência cênica
Por ANDRESSA ANTUNES & MAURO FRANCO NETO: O filme opta por uma violência oblíqua e um passado fragmentado, revelando como o autoritarismo se entranha no cotidiano através de micropoderes e corrupção ordinária
Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro
Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços vazios
Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE & LENON VICTOR XAVIER BRASIL: Análise do livro de Theotônio dos Santos examina como a Revolução Científico-Técnica tensiona as fronteiras do capitalismo, transformando a ciência em força produtiva central e potencial ferramenta de emancipação social
Por CAIQUE CARVALHO & RICARDO MENEZES: Se o violão brasileiro foi por décadas um equilibrista entre o erudito e o popular, Dinucci o converte em anti-objeto: sua obra extrai do samba uma violência estética que desmonta a harmonia social e explode a tradição canônica
Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana
Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global
Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política
Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em "Cabras da Peste" e a reconstrução sensível da memória cultural em "Luiz Gonzaga: Légua Tirana"
Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto
Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial
Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível
Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis
Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível
Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal
Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana
Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global
Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política
Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em "Cabras da Peste" e a reconstrução sensível da memória cultural em "Luiz Gonzaga: Légua Tirana"
Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto
Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial
Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível
Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis
Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível
Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal
Por WELLINGTON FREIRE: Comentário sobre o livro de Soleni Biscouto Fressato
Às nossas leitoras e leitores:
Em respeito à sua privacidade o nosso site utiliza cookies exclusivamente para contabilizar a quantidade de acessos anônimos aos artigos que publicamos.