
Dialética do bem e do mal
Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais

Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

Por BARBARA COELHO NEVES: O fenômeno da alucinação na inteligência artificial revela o abismo entre a probabilidade estatística e a verdade factual, expondo os riscos de sistemas que priorizam a coerência semântica em detrimento da precisão

Por EDUARDO ELY MENDES RIBEIRO: A psicanálise é política não por adotar causas, mas por revelar como o sujeito se constitui nas malhas do social — e como a cura exige reconhecer a incompletude como condição humana

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por ARI MARCELO SOLON & EBERVAL GADELHA FIGUEIREDO JR.: A leitura da obra de Hieronymus Bosch à luz da sincronicidade jungiana revela, não uma conexão histórica com a Mesoamérica, mas uma ressonância arquetípica entre o Cristo Solar e o deus

Por GIOVANNI ALVES: Comentário sobre o livro recém-lançado de Ana Celeste Casulo

Por PAULO VITOR GROSSI: Considerações sobre técnicas mentais para a sobrevivência humana no século XXI

Por VITOR LEMOS REIS & DANICHI HAUSEN MIZOGUCHI: A violência macroscópica nas favelas revela o funcionamento da necropolítica: um soberano que decide quem deve morrer e uma massa que deseja o extermínio

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A mão invisível que guia as vocações não é biológica, mas social: ela talha as disposições humanas para preencher os papéis que a estrutura produtiva e moral de uma época define como naturais

Por JOSÉ ALBERTO ROZA: Na coreografia incessante da Avenida, a vida severina persiste imóvel, um verso de questionamento silencioso no poema de concreto da cidade

Por PAULO SILVEIRA: O preço da Revolução é pago na carne de seus filhos, que carregam ao mesmo tempo o orgulho da solidariedade e as cicatrizes da inflexibilidade

Por PAULO VITOR GROSSI: A cura para o isolamento que nos adoece está no ato primordial de lidar com o outro, um exercício diário que nos reconecta com nossa humanidade e forja resiliência na psique

Por MICHEL AIRES DE SOUZA DIAS: Mais que um modelo econômico, o neoliberalismo é uma engenharia social que, ao produzir indivíduos isolados e psicologicamente fragilizados, cria o terreno fértil para o florescimento de tendências autoritárias e fascistas

Por LEONARDO SILVÉRIO: Resenha da nova biografia de Frantz Fanon, escrita por Adam Shatz

Por ERNANI CHAVES: Considerações sobre o livro recém-editado de Laurie Laufer.

Por RODOLFO DAMIANO: A visibilidade é apenas o primeiro passo; a verdadeira prevenção exige políticas públicas baseadas em evidências e um olhar voltado para a vida, não para a morte

Por EVA LANDA: A armadilha do novo paradigma está em confundir a defesa legítima dos oprimidos com a criação de uma realidade persecutória, onde identidades fixas se tornam campos inimigos e a culpa original substitui o projeto comum de direitos

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Negar o luto é mais do que uma falha individual; é uma escolha social que, ao banalizar a morte, esvazia de sentido a vida e nos condena a uma melancolia coletiva e silenciosa

Por MICHEL AIRES DE SOUZA DIAS: A personalidade autoritária floresce onde o eu é fraco e a experiência formativa, deteriorada. Mais que uma patologia individual, é o resultado previsível de uma sociedade que produz sujeitos incapazes de resistir às promessas

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