Ciência Política

O antipetismo paulista

Por CARLOS EDUARDO BELLINI BORENSTEIN:
Com o cenário político atual e a estratégia de Alckmin como vice o antipetismo pode refluir em SP, retornando ao padrão de 2002
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Colunistas

Cobras e lagartos

Por ELENIRA VILELA:
Devemos ocupar os espaços com os pontos centrais do programa da esquerda e debatê-los com a população em todos os lugares
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Ciência Política

O centro da tática

Por VALTER POMAR:
A esquerda brasileira, a começar pelo PT, precisa colocar no centro do debate político nacional o programa que ela defende
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Colunistas

O golpe, Lula e Alckmin

Por PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO JR.:
No capitalismo da barbárie neocolonial, o despotismo burguês deve ser exercido de maneira brutal e sem vacilação
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Colaboradores

Só há um como Lula

Por RAFAEL VALIM & WALFRIDO JORGE WARDE JÚNIOR:
O mundo civilizado busca um líder carismático que faça sentido, e vê no ex-presidente essa figura
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Colaboradores

Lulismo: unidade e crítica

Por DURVAL SIQUEIRA SOBRAL:
As forças progressistas e revolucionárias devem aceitar a possibilidade de apoiar Lula, sob a condição de que ele defenda um programa mínimo anti-neoliberal
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Colaboradores

A Globo e o PT

Por VALERIO ARCARY: A interdição de Lula continua sendo um tema tabu para o grupo Globo, aliás, para a classe dominante
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Colunistas

O papel da burguesia no golpe de 2016

Por ARMANDO BOITO: É uma ironia da história: o segmento politicamente mais conservador do capitalismo brasileiro, o grande capital estrangeiro e a burguesia associada, atacou o governo do PT “pela esquerda”.
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Colaboradores

A guerra continua

Por LUIZ RENATO MARTINS: A partir da falsa “Transição” de 1985, o capital monopolista no Brasil começou a sentar e negociar com os trabalhadores sempre com sua arma na gaveta. Com o novo governo, voltou uma vez mais, como nos vinte anos posteriores a 1964, a exibir ameaçadoramente sua arma sobre a mesa
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Colaboradores

A guerra civil declarada

Por LUIZ RENATO MARTINS: O atual assalto da direita ao poder é muito diferente do que ocorreu em 1964. Agora, as razões endógenas preponderaram sobre as exógenas, de modo inverso ao que ocorreu no paradigma principal anterior
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