Por CHICO ALENCAR: A força do atraso, muito enraizada mas que já tem seus desgastes, pede uma ampla unidade do campo progressista, a cada ataque aos direitos da população, e no plano da articulação eleitoral.
Por LINCOLN SECCO: O PT até pode se reconstituir como a principal expressão partidária do bloco popular. Mas a política, como a guerra, comporta o acaso e depende dos erros e acertos das lideranças.
Por PAULO BUTTI DE LIMA: Não é preciso um sinal claro de advertência para que as degenerações políticas mais deletérias ocupem seu espaço na sociedade, em suas instituições e na mente dos indivíduos.
Por TARSO GENRO: Quem se recusa a salvar vidas pela ciência, mas submete a ciência para fazê-la instrumento da sua política sem alma deve ser retirado do poder
Por BERNARDO RICUPERO: Desde a crise do coronavírus, a destruição promovida por Bolsonaro e seu governo ganhou uma urgência e literalidade que não se podia imaginar.
Por LEONARDO AVRITZER: Com Mourão na presidência teremos um militar burocrático que não entusiasmará os brasileiros, mas também não irá colocar a vida das pessoas em risco.
Por José Luís Fiori: No movimento conjunto do sistema interestatal a expansão dos Estados-economias nacionais líderes gera uma espécie de “rastro econômico” que se alarga a partir de sua dinâmica interna.
Por Marilia Pacheco Fiorillo: uma realidade totalmente desconhecida há poucos meses, total incógnita até o momento, pede certa paciência, inclusive do conceito.
Por Paulo Capel Narvai:
Ainda que subfinanciado o sistema vem resistindo à pandemia e, sobretudo, aos ataques brutais que lhe são desferidos sem cessar a partir do Palácio do Planalto e da Esplanada dos Ministérios.
Por Fernão Pessoa Ramos:
A brutalidade da direita protofascista enuncia a elegia da morte e afirma figuras do horror na morte para o trabalho ou na afirmação crua da tortura.
Por Scarlett Marton:
A partir do ano 2000 Nietzsche torna-se “popular” no Brasil; é explorado pela mídia, utilizado pelos meios de comunicação, apropriado pelo mercado editorial