Por LUCIANA ALIAGA: O bolsonarismo pode ser entendido como um momento de reação – assim como no passado foi a ditadura civil-militar – gestado num período de crise de hegemonia no interior das relações sociais de forças no Brasil
Por RAMON JOSÉ GUSSO: Talvez a única forma de vencer Bolsonaro seja destruir a atenção dada a ele. Tratá-lo com a indiferença que merece, até que se torne invisível como o Artista da Fome e nos esqueçamos de sua presença
Por FABIANA SCOLESO:
América Latina e Caribe são agora epicentros da crise sanitária da Covid-19, mas também região onde surgiram 8 novos bilionários. Não é paradoxo. É o capital.
Por OPHELIS DE A. FRANÇOSO JR. e JOSÉ PEREIRA WILKEN BICUDO:
No Brasil, sob o governo de Jair Bolsonaro, eleito com base no desgaste político das esquerdas, o meio ambiente vive sua mais grave crise histórica
Por ROBERTO MASSEI:
Florestan Fernandes irá inspirar muitos de nós para levar adiante seu sonho e de todos os que ainda não perderam a esperança em um mundo melhor: uma sociedade socialista, justa e fraterna
Por LUCAS MACHADO:
As mídias sociais só podem ser uma ferramenta extremamente tensa e paradoxal de desconstrução: elas giram em torno da aparência e do querer parecer
Por VALÉRIO ARCARY: Por que, sociedades que aceitaram, com maior ou menor resignação, a permanência de iniquidades e abuso de poder por anos, por décadas, sem fraturar, em determinado momento se fragmentam diante do ódio e fúria acumulados?
Por MANCHETÔMETRO: Os pesquisadores do Manchetômetro Eduardo Barbabela, Lidiane Vieira, Luiza Medeiros, Clara Câmara e Mariane Matos analisam os editoriais do mês de julho dos principais jornais brasileiros. Apresentação e edição: André Madruga.
Por MARCELO EDUARDO BIGAL:
A despeito da dor e da perda ocasionadas por essa epidemia, o que se nos apresenta é de decisão simples. Podemos proceder racionalmente e valorizar a vida, ou persistir em rota genocida, brigando por cloroquina, cânfora, ozônio intrarretal
Por RODOLFO PALAZZO DIAS:
A democracia já acabou no Brasil. As instituições, anacronicamente, ainda existem. Mas a cena política está configurada de forma a tornar inefetivo qualquer comportamento democrático