
O fracasso ético e moral da humanidade
Por LEONARDO BOFF: A jornada humana, do berço africano à era nuclear, é marcada por avanços materiais, mas por uma estagnação ética que nos coloca à beira da autodestruição

Por LEONARDO BOFF: A jornada humana, do berço africano à era nuclear, é marcada por avanços materiais, mas por uma estagnação ética que nos coloca à beira da autodestruição

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: A Tulipomania holandesa do século XVII e a febre especulativa das criptomoedas, ambas são manifestações de irracionalidade coletiva e busca por riqueza fácil

Por ABIMAEL FRANCISCO DE SOUZA: O acordo Mercosul-UE, embora amplie o acesso comercial, pode aprofundar a reprimarização da economia brasileira e sua dependência tecnológica, consolidando uma inserção subordinada no cenário global

Por EDUARDO HENRIQUE BARBOSA DE VASCONCELOS: O caráter elitista e eurocêntrico da filosofia de Han, cuja “casa” idealizada ignora a precariedade material e a exploração do trabalho no Sul global

Por CHRISTIAN RIBEIRO: As esquerdas devem interpretar as pautas antirracistas e de negritudes, como elementos interpretativos da realidade social brasileira

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por GUSTAVO HASSELMANN: É preciso acreditar que o povo, a partir do mês de fevereiro próximo, pressione os parlamentares no sentido contrário à derrubada do veto do Presidente Lula

Por JOÃO PEDRO MARQUES: Ao contrário de uma sociedade onde o espaço público é respeitado e protegido, a sociedade brasileira se organiza em torno de interesses particulares e relações informais, o que dificulta o desenvolvimento de uma ética cívica sólida

Por MARCIO POCHMANN: O capitalismo global e digital esvazia a soberania nacional, bloqueia o futuro como horizonte coletivo e exige uma transformação estrutural para redistribuir o tempo e os recursos

Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por DYLAN RILEY: Arendt erra ao diagnosticar a atomização como causa do totalitarismo; a análise ganha rigor com Gramsci, para quem a crise é disputa de hegemonia na sociedade civil organizada

Por CELSO PINTO DE MELO: O marco temporal é a tentativa de transformar um passado de esbulho em vantagem jurídica, negando a história viva dos povos que precedem o próprio Estado

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A disciplina História resiste à sua própria liquidação por um projeto neoliberal que troca pensamento crítico por empreendedorismo e apagamento do passado

Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Sua trajetória é o retrato de um talento ofuscado pela conjuntura: o político preparado que a era da simplificação brutal condenou ao papel de mártir tático

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por LEONARDO BOFF: A jornada humana, do berço africano à era nuclear, é marcada por avanços materiais, mas por uma estagnação ética que nos coloca à beira da autodestruição

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: A Tulipomania holandesa do século XVII e a febre especulativa das criptomoedas, ambas são manifestações de irracionalidade coletiva e busca por riqueza fácil

Por ABIMAEL FRANCISCO DE SOUZA: O acordo Mercosul-UE, embora amplie o acesso comercial, pode aprofundar a reprimarização da economia brasileira e sua dependência tecnológica, consolidando uma inserção subordinada no cenário global

Por EDUARDO HENRIQUE BARBOSA DE VASCONCELOS: O caráter elitista e eurocêntrico da filosofia de Han, cuja “casa” idealizada ignora a precariedade material e a exploração do trabalho no Sul global

Por CHRISTIAN RIBEIRO: As esquerdas devem interpretar as pautas antirracistas e de negritudes, como elementos interpretativos da realidade social brasileira

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por GUSTAVO HASSELMANN: É preciso acreditar que o povo, a partir do mês de fevereiro próximo, pressione os parlamentares no sentido contrário à derrubada do veto do Presidente Lula

Por JOÃO PEDRO MARQUES: Ao contrário de uma sociedade onde o espaço público é respeitado e protegido, a sociedade brasileira se organiza em torno de interesses particulares e relações informais, o que dificulta o desenvolvimento de uma ética cívica sólida

Por MARCIO POCHMANN: O capitalismo global e digital esvazia a soberania nacional, bloqueia o futuro como horizonte coletivo e exige uma transformação estrutural para redistribuir o tempo e os recursos

Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por DYLAN RILEY: Arendt erra ao diagnosticar a atomização como causa do totalitarismo; a análise ganha rigor com Gramsci, para quem a crise é disputa de hegemonia na sociedade civil organizada

Por CELSO PINTO DE MELO: O marco temporal é a tentativa de transformar um passado de esbulho em vantagem jurídica, negando a história viva dos povos que precedem o próprio Estado

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A disciplina História resiste à sua própria liquidação por um projeto neoliberal que troca pensamento crítico por empreendedorismo e apagamento do passado

Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Sua trajetória é o retrato de um talento ofuscado pela conjuntura: o político preparado que a era da simplificação brutal condenou ao papel de mártir tático

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada