Por RAFAEL VALIM: A incorporação do “direito ao erro” no Direito brasileiro reforçaria a vocação garantista do direito administrativo, oferecendo às pessoas e às empresas um escudo poderoso contra o arbítrio do Estado
Por RUBENS PINTO LYRA: A nossa esquerda endossou, durante muito tempo, com ou sem restrições, regimes supostamente socialistas – boa parte continua a fazê-lo – e copiou algumas de suas práticas autoritárias. Já é tempo de cessar o que resta de incoerência nessa matéria.
Por PAULO FERNANDES SILVEIRA : A intervenção federal no Rio de Janeiro não visava, apenas, a questão da segurança pública no estado. Ela era parte fundamental de um projeto político
Por JEAN MARC VON DER WEID: A criação de uma estrutura estatal para tratar de forma integrada do problema da alimentação em todas as suas dimensões seria muito recomendável
Por ARMANDO BOITO: O campo político bolsonarista é socialmente heterogêneo, policlassista, e por isso repleto de contradições. A sua unidade não é tão sólida quanto pode parecer
Por JOÃO FERES JR.: Para realmente atingir Alexandre de Moraes, Elon Musk precisaria financiar uma campanha contra o ministro que fosse capaz de romper a bolha bolsonarista
Por LISZT VIEIRA: Passamos de uma rejeição total ao governo Jair Bolsonaro para uma linha de apoio crítico, o que exige ter um pé no institucional e outro no social
Por JORGE LUIZ SOUTO MAIOR: Os reais interesses da classe trabalhadora e os desafios para a construção de uma sociedade efetivamente justa, igualitária e humana não estão incluídos no debate do PL da Uberização
Por DÊNIS DE MORAES: A interferência dos meios de comunicação foi crucial para o golpe de Estado – o qual impediu a continuidade de um processo emergente de democratização da vida social, política, econômica e cultural do país
Por TARSO GENRO: Musk diz que é preciso uma geleia geral, sem Estado e sem classes estruturadas, para que a sociedade só reconheça os sujeitos como indivíduos em luta para meritoriamente serem mais desiguais
Por LUIZ RENATO MARTINS: À arte – desde que entendida enquanto ação de contrainformação – que se quer dissidente, senão revolucionária, cabe extrair lições de tática e de estratégia de tais ações
Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Capital financeiro e financeirização não são desvios sociais, políticos ou mesmo como moralmente condenáveis em relação a um capitalismo alternativo e melhor