Por JOÃO LANARI BO: A obra de Sergei Eisenstein atravessou o século XX como uma referência indispensável para os amantes da sétima arte – na verdade, ela foi um dos argumentos decisivos para a caracterização do cinema como “sétima arte”
Por URARIANO MOTA: Cientistas-escritores esquecidos (Freud, Galileu, Primo Levi) e escritores-cientistas (Proust, Tolstói), num manifesto contra a separação artificial entre razão e sensibilidade
Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Machado desnuda a religião: entre eucaristias satânicas e papas diplomáticos, o poder clerical se revela — não como salvação, mas como mais um jogo de interesses na comédia humana