A alma do bolsonarismo

Imagem: Manifesto Coletivo
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A alma do bolsonarismo

Por DANIEL AFONSO DA SILVA*

O Brasil e os Estados Unidos ainda precisam explicar como permitiram a ascensão desses senhores, Bolsonaro e Trump, ao cargo supremo

Ernesto H. F. Araújo foi descartado muito rapidamente do debate. A condição de Ministro de Estado das Relações Exteriores sob a presidência de Jair Messias Bolsonaro maculou sua credibilidade instantaneamente. Fiel seguidor e admirador de Olavo de Carvalho e afins, ele foi esmagado e ejetado do governo com a mesma rispidez abrupta que foi surpreendentemente convertido em guardião dos negócios do Barão.

É provável que nenhum chanceler brasileiro tenha recebido tamanha hostilização dentro e fora do Itamaraty. Inapetente e improcedente foram os tipos de tratamento mais diuturnamente elegantemente empregados a ele pelos seus pares e pelos leigos. Desde o interior do próprio corpo diplomático, chegou-se a se criar o seu alter ego às avessas – o Ereto da Brocha, Ombudsman da psicose do Ernesto  – para criticar e ridicularizar a sua pessoa e a sua gestão. O seu antecessor na função, o senador Aloysio Nunes Ferreira considerou-lhe “diferente”. O embaixador Marcos Azambuja, “estranho”. O embaixador Rubens Ricupero, “impróprio”. O embaixador Paulo Roberto de Almeida – de longe o seu maior crítico e a sua maior vítima, chegando a ser demitido da Direção do Instituto de Pesquisas em Relações Internacionais (IPRI) em plena segunda-feira de Carnaval no ano I da era Bolsonaro –, “patético”, “acidental”, “Olavo-bolsonarista”, “bolsolavista”.

“Posto Ipiranga” para gerir as relações internacionais do Brasil, Ernesto Araújo recebeu anuência incondicional do capitão para mudar a imagem e a presença do país no exterior. Quem o recomendara fora Olavo de Carvalho desde a Virgínia. Quem esquentara a recomendação fora Eduardo Bolsonaro, filho do presidente e futuro responsável pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, acompanhado do acadêmico Felipe Martins, mortalizado na alcunha de “sorocabanon”, em alusão à sua Sorocaba natal e ao ídolo comum de todos que era Steve Bannon, mentor do radicalismo dos apoiadores do presidente Donald J. Trump nos Estados Unidos.

Antes mesmo de assumir o Ministério, Ernesto Araújo – “Arnesto” para os críticos – chegou causando. Desconvidou da cerimônia de posse de 1º de janeiro de 2019, sob alegação de se tratar de perigosíssimos emissários esquerdistas, os representantes de Venezuela, Cuba e Nicarágua. Definiu moralmente a Venezuela como um país em “quebra de ordem democrática” – leia-se, em ditadura. Explicitou ceticismo quanto ao aquecimento global. Apresentou críticas severas ao Acordo de Paris sobre o Clima. Indicou contrariedade ao politicamente correto. Denunciou a ideologia de gênero ambiente. Bradou contra o globalismo. Questionou a onipresença do marxismo cultural. E, para completar, inclinou a política externa brasileira a um alinhamento subservientemente automático ao encontro dos Estados Unidos e do próprio presidente Donald J. Trump.

Se nada disso bastasse, em seu discurso de posse, teve-se de tudo. Tarcísio Meira, Raul Seixas. Até “Ave Maria” em tupi.

O senador Aloysio Nunes Ferreira – que lhe transferia a função com um discurso diplomaticamente impecável e muito aclamado – jamais fora diplomata, mas conteve emoções, sorrisos e lágrimas. Inevitavelmente, com toda a experiência humana e política acumulada desde os tempos em que fora motorista de Carlos Marighella até a sua passagem pela presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, ele antevia que algo muito estranho, trágico e nada cômico estava prestes a acontecer na ação exterior do Brasil.

Não é o caso de se escrutinar a gestão do Ministro de Estado das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto H. F. Araújo, do 1º de janeiro de 2019 ao 29 de março de 2021. Há abundância de estudos qualificados – a favor e contra – disponíveis por aí. Mas, em contrário, o mais importante aqui é notar e avaliar os fatores que conduziram esse obtuso diplomata brasileiro a essa função de tamanho prestígio, responsabilidade e valor.

Antes de chegar a Ministro de Estado, Ernesto Araújo foi um apoiador fervoroso do capitão-candidato. De discreto militante antipetista foi paulatinamente se transformando em eloquente defensor de alianças liberal-conservadoras ao estilo dos movimentos políticos de marcação ideológica à direita – tipo MBL e Brasil Livre – saídos das noites de junho de 2013. O cume dessa militância foi a criação do blog Metapolítica 17Contra o Globalismo, cujo nome dizia tudo: era a mescla do bolsonarismo pelo apoio “17” ao olavismo pela negação ao “globalismo”. Era a síntese do bolsolavismo.

Quando esteve à frente do Ministério, Ernesto Araújo foi o único a levar conscientemente às últimas consequências a ação bolsolavista. Nenhum contemporâneo seu na Esplanada dos Ministérios – nem o rapaz, Ricardo Salles, que “cuidou” do Meio Ambiente e Mudança do Clima ou o sucessor de Ministro Ricardo Vélez Rodrigues na Educação, o destemido Abraham Weintraub – foi mais consciente nessa ação. Nenhum bolsonarista foi mais bolsolavista que Ernesto Araújo e nenhum bolsolavista contribuiu mais para a definição da alma do bolsonarismo que ele, Ernesto Araújo.

Tudo por uma razão e num só lugar: Trump e o Ocidente. Aí tudo está.

Trump e o Ocidente não é um estudo programático sobre política externa. Não é uma análise fundamentada de política internacional. Não é uma análise sobre diplomacia ou instituições internacionais. Não é integralmente um empreendimento de história das Ideias. Trata-se de um programa político apresentado em forma de ensaio e publicado no número 6, dos Cadernos de Política Exterior do IPRI, do segundo semestre de 2017; doze meses antes do sucesso do capitão nas presidenciais de 2018.

A reação inicial geral ao texto foi a de “não li e não gostei”. Depois de Ernesto Araújo ser designado ao Ministério em 14 de novembro de 2018, os seus leitores começaram a se multiplicar e as impressões, a mudar. Aos que leram por alguma razão de ofício, as considerações foram variadas. Os mais ligeiros identificaram o seu autor como mero opositor de ideais iluministas. Os mais pausados perceberam e denunciaram confusão de ideias e de concepções. Os mais visionários – Olavo de Carvalho à frente – encontraram ali a alma do bolsonarismo: tudo que um programa ideológico requer e tudo que o bolsonarismo precisava.

O núcleo do argumento de Trump e o Ocidente envolve três premissas. Primeira: o Ocidente claudica, agoniza e segue para a decadência. Segunda: Trump se prontificou a salvá-lo e é (era) o único capaz de fazê-lo. Terceira: o Brasil precisa decidir se faz parte do Ocidente e se quer participar dessa salvação; se sim, precisa mirar-se no exemplo dos Estados Unidos e em seu presidente Donald J. Trump.

O tema do declínio e da decadência do Ocidente e da civilização ocidental é antigo. Muito antigo. Mas, com o fim da tensão Leste-Oeste, entre o Mundo Livre (ocidentais) e a União Soviética, a ideia de “choque de civilizações”, de Samuel Huntington, passou a rivalizar com a intuição de “fim da História”, de Francis Fukuyama.

Para Francis Fukuyama, a implosão do mundo soviético destruía a ideia-força que se opunha ao mundo liberal. Daquele modo, doravante, o único destino disponível às sociedades e nações do planeta era o da democracia liberal. Mesmo que imantada em “sad times” e “a lot of challenges”.

Samuel Huntington, não menos erudito e agudo, sugeria que o fim do socialismo real, no fundo, reabilitava o turbilhão de ressentimentos onipresentes na história da humanidade e correntemente traduzidos em choques culturais, morais e civilizacionais. Samuel Huntington – e todas as tradições de pensamento que ele mobilizava – entendia civilização como produto de uma cultura que decorre de uma religião. O Ocidente – corporificado em Estados Unidos e Europa e mais uma e outra zona de influência –, portanto, poderia até, de fato, ter “vencido” a Guerra Fria. Mas a partir dali, às vésperas do século 21, ingressaria na disputa pela sobrevivência enquanto nação e civilização. Estava, assim, aberta a temporada de choques de civilizações.

Ernesto Araújo – como, de resto, todo conversador ou ultraconservador europeu ou norte-americano – ressignificou essa percepção de Samuel Huntington, mobilizou a historicidade da discussão de Ésquilo a Oswald Spengler a Michel Onfray, atualizou-a para o século XXI já entrado, ponderou que o Ocidente (e seus valores) segue mais que nunca à beira do abismo e considerou o presidente Donald J. Trump como o único e possível salvador; o Messias.

Donald J. Trump, na visão de Ernesto Araújo, era o único disposto e capaz de promover uma recuperação simbólica, histórica e cultural do Ocidente. Era o único que, desde a função presidencial no país mais importante do Ocidente e do mundo, percebia as implicações da negação de Deus. Uma negação ramificada em rejeição do passado (História), do culto religioso (Cristandade) e da família (base de tudo no Cristianismo). Uma negação que vem, segundo ele, pari passu, desde a Revolução Francesa desconjuntando estruturas tradicionais – família, religião, história – em abono do individualismo sem mediação que chegou ao paroxismo do identitarismo pós-moderno do após maio de 1968. Uma negação que, desse modo, fragiliza os mecanismos de defesa do Ocidente frente ao “islamismo terrorista radical” ascendente.

Sintetizando brutalmente a mensagem de tudo que Ernesto Araújo, demoradamente quer informar com isso: os inimigos do Ocidente estão disponíveis para morrer por sua civilização; os ocidentais, não. Em suma: “queremos Deus”.

Foi com “queremos Deus” que o Papa João Paulo II foi recebido pelos fieis poloneses e anticomunistas a 2 de junho de 1979 em Varsóvia e foi com ele que o presidente Donald J. Trump entonou o seu discurso de Varsóvia no 6 de julho de 2017. Seduzido pelo “Deus” desse discurso – um “Deus” anti-comunista e anti-globalista –, Ernesto Araújo se viu convencido do caráter messiânico do presidente norte-americano. “Queremos Deus”, precisava Ernesto Araújo em seu Trump e o Ocidente, porque “O inimigo do Ocidente não é a Rússia nem a China, não é um inimigo estatal, mas é sim principalmente um inimigo interno, o abandono da própria identidade, e um inimigo externo, o islamismo radical – o qual, entretanto, ocupa lugar secundário em relação ao primeiro, pois o islamismo só representa ameaça porque encontra o Ocidente espiritualmente fraco e alheio a si mesmo.” (Trump e o Ocidente, p. 331).

Essa busca de Deus, da revitalização do espírito e do reforço da identidade nacional estão no coração do trumpismo, nas vértebras de todos os extremismos europeus e poderiam estar (e estão) – vistos pelos olhos de Olavo de Carvalho – na alma do bolsonarismo. Por isso, após ler Trump e o Ocidente, o guru da Virgínia não se furtou a promover e recomendar a Ministro o obscuro diplomata que “queria mudar o mundo”. Todo misticismo do autor de Jardim das Aflições, O imbecil coletivo e O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota estava contido Trump e o Ocidente e na percepção do diplomata Ernesto Araújo sobre o lugar dos Estados Unidos do presidente Donald J. Trump no mundo.

Ernesto Araújo veio com Trump e o Ocidente. Olavo de Carvalho viu tudo ali. E o corpo ideológico do bolsonarismo, enfim, encontrou a sua síntese, e venceu: justificava-se como bolsolavismo.

Não fosse assim não teria sido inoculado tão profundamente nos poros, na alma e no cotidiano da sociedade brasileira a rusticidade do capitão e o misticismo do guru da Virgínia. Pelas dificuldades inerentes à sua mensuração, convencionou-se, rápida e preguiçosamente, denominar o bolsonarismo e o bolsolavismo como “extrema-direita” em lugar de percebê-lo como a interiorização no Brasil das angústias societárias mundiais. Por essa razão, fala-se muito em “extrema-direita” para classificar e interpretar a presidência de Jair Messias Bolsonaro e os seus seguidores civis e militares de antes, durante e depois de seus dias no Planalto. A gestão de Ernesto Araújo – que não foi tão breve, durou mais da metade do mantado do presidente – é unanimemente avaliada também assim. Uma chancelaria de “extrema-direita”, radical e pouco convencional.

As tormentas do 8 de janeiro de 2023 foram imediatamente identificadas como promovidas por bolsonaristas. E, portanto, por gente de “extrema-direita”. “Terroristas”, “golpistas”, “fascistas”, “nazistas”. Esses termos todos, desnecessário dizer, advêm de enquadramentos históricos fortes e apropriações políticas demasiado contundentes. O seu uso exacerbado nos últimos tempos no Brasil conduziu à sua franca banalização. O uso de “fascistas”, “nazistas”, “terroristas”, “golpistas” para classificar bolsonaristas quer dizer nada ou quase nada. Confunde e complica a compreensão e a análise. E, sobre isso, as tormentas do 8 de janeiro disseram tudo.

Os rudes invasores das dependências da Praça dos Três Poderes em Brasília naquele domingo são somente ignaros, “galileus”. Wilson Ferreira acertou em cheio ao demonstrar que “a invasão de Brasília não aconteceu”. Foi tudo jogo de cena. Folguedos para bolsolavista ver. Tanto foi assim que o governador do Distrito Federal, um bolsonarista sem dissimulação nem receio, foi o primeiro a se desculpar com o governo recém-empossado. O guru da Virgínia, se vivo fosse, poderia, tranquilamente, dizer ao presidente Lula da Silva “perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem”. Salvini, Orbón e Meloni, que vivos estão, podem, a qualquer momento, esboçar esse mesmo pedido de perdão. Steve Bannon, em gesto de compaixão e junto ao agora senador Hamilton Mourão, pode legitimamente solicitar clemência e aplicação de Direitos Humanos aos encarcerados; pois não passam de desesperados, homens-rebanho do movimento. Homens-rebanho que, por princípio, não sabem o que fazem.

Por essas razões, a indicação de Bolsonaro a Trump como quase dois irmãos e a aproximação do trumpismo ao bolsonarismo precisam ser mais nuançados. Trump é o trumpismo e o encarna até o fim. Jair Bolsonaro talvez ainda não seja o bolsonarismo especialmente porque nos momentos mais decisivos – após outubro de 2022 e durante janeiro de 2023 – ele fugiu.

Donald J. Trump decidiu trocar os palcos de reality show pela política, ingressou num dos dois partidos majoritários do sistema norte-americano, passou por todos os ritos políticos e partidários, eliminou os seus oponentes internos em primárias e humilhou impiedosamente os seus adversários externos ao longo do pleito de 2016. Uma vez na presidência, ele foi disruptivo. Profanou convenções. Destruiu o decoro. Rebaixou a função. Foi vulgar – embora não tanto quanto Silvio Berlusconi. Desmoralizou alianças – especialmente a atlântica.  Quis resolver às claras o que os seus antecessores – Barack Obama sobretudo – tramavam discretamente às escondidas. Chegou a níveis de popularidade positivamente relevantes. Promoveu conquistas sociais e econômicas importantes. Ressignificou o America first e o Great again – nada mais que a explicitação do interesse nacional norte-americano desde os founding fathers. E perdeu – com amplíssima suspeição e intensa contestação – a reeleição por detalhes. Sendo a irrupção da pandemia, entre os detalhes o mais eloquente.

Quem é – e o que foi – Jair Messias Bolsonaro? Antes de tudo, um homem sem partido. O capitão por detrás dos negócios do Jair. Um insider periférico e mal-ajambrado que foi viabilizado presidencialmente pelas fraturas expostas e pelas veias abertas de uma sociedade em transe pelo esgotamento de seus pactos não escritos da redemocratização. O bolsonarismo de Jair Messias Bolsonaro tirou apenas a alcunha via seu nome. Os bolsonaristas – entre os quais o próprio Jair Messias Bolsonaro se inclui – advêm de hordas de sonâmbulos em busca de um Santo Graal. Não são ricos nem pobres; embora muitos deles sejam muito ricos e outros, muito pobres. Não são cultos nem néscios; malgrado haja entre eles eruditos e desclassificados. Não são nem nacionalistas nem entreguistas; mesmo que seja fato que entre eles existem muitos patriotas e alguns vendidos com complexo de vira-latas.

O Brasil e os Estados Unidos ainda precisam explicar como permitiram a ascensão desses senhores, Bolsonaro e Trump, ao cargo supremo. Dizer que “as nações são mistérios” explica, mas não justifica. Em contraponto, por serem misteriosas as nações, justificam-se as razões dos sonhos comuns e incomuns que sonham trumpistas e bolsonaristas.

Lá e cá, trumpistas e bolsonaristas são conservadores ou ultraconservadores. Todos – mesmo sem saber – querem restaurar o Ocidente com cultura e/ou história e/ou fé. Lá eles têm maior consciência disso. Aqui ainda não. Lá o Ocidente pulsa neles, como destino e como manifesto. Aqui as demandas são dispersas e eivadas de indefinição. Lá o globalismo é um fardo. Sente-se os maiorais constrangidos burocratas. Aqui, uma salvação. Só o Direito impõe alguma harmonia no cotidiano da selva. Mesmo assim, as escaramuças – o Capitólio de lá e a Praça dos Três Poderes de cá – possuem ordem e programação. Trumpistas e bolsonaristas vivem vidas paralelas. O mesmo ímpeto e o mesmo drama.

O Ocidente segue à deriva. Jair Bolsonaro e Donald Trump também. Mas o trumpismo e o bolsonarismo seguem mais pujantes que nunca. O que indica que, adiante, tudo pode acontecer. Os atos do dia 8 de janeiro de 2023 foram apenas o começo. Sendo assim, Ernesto Araújo pode voltar ao obscurantismo que parece ter sido a sua marca na casa do Barão. Mas quem quiser entender a alma do bolsonarismo e para onde o movimento vai, precisa voltar a ele e meditar com mais vagar sobre o seu chocante Trump e o Ocidente. O contrário, é tudo menosprezar e subestimar.

*Daniel Afonso da Silva é professor de história na Universidade Federal da Grande Dourados. Autor de Muito além dos olhos azuis e outros escritos sobre relações internacionais contemporâneas (APGIQ).

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