A fecundidade musical da festa carnavalesca

Joan Miró, O carnaval de Arlequim, 1925.
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Por FRANCISCO DE OLIVEIRA BARROS JÚNIOR*

Na invenção carnavalesca, ritos sem donos e grupos carnavalescos desfilam as suas dramatizações sob uma sonoridade rica e diversa

No período carnavalesco, ouço sons antenados com as máscaras, confetes, serpentinas, pierrôs e colombinas. Sonoridades diversas: do frevo às marchinhas carnavalescas, os ritmos variados refletem a diversidade cultural dos brasis. Seleciono um repertório plural, em um passeio histórico por uma discografia de colecionador. Lançamentos com datas diversas para trilharem as folias de carnaval.

Nome sagrado – Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho (2001). É o canto de uma das “rainhas”. “O poder das mulheres que escreveram a história do samba”. “Música, substantivo feminino”, na voz de Beth Carvalho. “Contemporânea da geração de ouro de compositores da MPB”, “a Madrinha” desafiou a indústria fonográfica e, misturando “política, futebol e samba”, construiu “uma trajetória que sempre rejeitou os caminhos óbvios”.

Da cabeça branca de Nelson Cavaquinho, pescou “canções inéditas para abastecer seu repertório” (BRUNO, 2021). Com 16 faixas, Nome sagrado exalta o vigor poético de um baluarte mangueirense, uma voz “do morro”, um bamba histórico “das camadas populares”. Nelson Cavaquinho e sua “glória temporã” na “renovação do samba” (SEVERIANO, 2017).

A ilustração de Nássara colore o encarte do CD Lamartiníadas: a música de Lamartine Babo (2005). Do show para a gravação em estúdio, ouvimos 14 faixas cantadas por Pedro Miranda, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta. Do “hino do carnaval brasileiro” a “cantores do rádio”, uma viagem sonora pela “história do Brasil” contada por um dos seus personalíssimos compositores. Da “canção para inglês ver” a “isto é lá com Santo Antônio”, curtimos as composições de um artista festeiro. Das festas juninas ao carnaval, Lamartine Babo compôs ao lado de nomes maiúsculos da música brasileira: Assis Valente, Ary Pavão, Ary Barroso, Noel Rosa, João de Barro, João Rossi, Gonçalves de Oliveira, José M. Abreu e Alberto Ribeiro.

Entre os músicos instrumentistas, figuras de peso e o toque singular dos “solos de lápis no dente” e “apito de vara”, produzidos por Beto Cazes. Som das raças brasileiras para a “cabrocha” e a “nega” gingarem nas “cinco estações do ano”. Na sua carnavalesca provocação, uma lamartiníada, com guarani, feijoada e guaraná: “Quem foi que inventou o Brasil? Foi seu Cabral? Foi seu Cabral? No dia 21 de abril, dois meses depois do carnaval”. Em 1981, no “palco iluminado” da passarela do samba carioca, só deu Lamartine Babo e a “linda morena”. A G.R.E.S Imperatriz Leopoldinense ganhou o 1º lugar com o samba de enredo “O teu cabelo não nega (só dá Lalá)”, dos parceiros Gibi, Serjão e Zé Catimba.

Revivendo músicas, ouço o volume 28, CD 6, da coletânea “Carnaval, sua história, sua glória”. 25 canções de Nelson Ferreira, um “pioneiro e renovador do frevo”, segundo o historiador e compositor Samuel Valente. Frevança sonora e seus tons de saudosas evocações. Blocos botados na rua, maracatu e marcha pernambucana em orquestrações, corais e metais frevolentos. Das músicas curtidas, destaco “cabelos brancos”, um frevo de bloco lançado em LP de 1961 e parte da trilha sonora do filme Retratos fantasmas (2023), de Kleber Mendonça Filho. Fidalguia pernambucana de quem frevia com piano.

Nos seus frevos orquestrais, Nelson Ferreira desponta como um nordestino “de importância enorme no estudo das manifestações músico-sócio-culturais da região”, em conformidade com o texto escrito por Renato Phaelante da Câmara. “Frevo começa com F de Ferreira”. No seu pioneirismo, apresenta um cinematográfico dado na sua pianística biografia: “Com o início do cinema falado, Nelson Ferreira passou a dar aulas de piano até ingressar na Rádio Clube, em 1931”. No “frevoé” recifense, ele, ao lado de Capiba, são “os dois grandes do frevo” (TELES, 2012, p.62).

Audições sonoras que remetem ao “dicionário da história social do samba”. Do A, no “Abre-alas”, ao Z de “Ziriguidum”, na batucada, chegamos ao Zicartola, “legendária casa de samba”, “no Centro velho do Rio”, que “funcionou de setembro de 1963 a maio de 1965” (LOPES & SIMAS, 2021, p.301). “No Olimpo de Cartola e dona Zica”, política e samba na casa das “vozes do terreiro”, do “samba das escolas”, dos “sambistas esquecidos”, das “narrativas de resistência”. Na “memória de uma casa de samba”, no Rio de Janeiro da Zona Norte e Zona Sul, o cardápio, com refeições caseiras, trazia “comidinhas”: um “peixe nacionalista” e uma “fritada de camarão assanhado”. “O que se bebe?” “Uisque com sotaque”, “brasileiro” e “cartolinha (hi-fi)”. “No turbulento contexto político-cultural da década de 1960”, o “Zicartola” era um ambiente “muito simpático”, com “boa comida por preços módicos”. A casa do “samba mesmo”, apresentava “muitas variedades artísticas” e “os apetitosos pratos típicos da Zica”. Como chegar lá? “Rua da Carioca, 53, 1º andar – tel. 22-3921” (CASTRO, 2023).

Das inquietações pessoais, políticas e culturais dos boêmios da casa de samba “Zicartola”, aglutinadora de “um movimento estético-cultural”, acompanhado de uma “linguiça vestida de farofa de couve”, vou sorver os três CD’s da caixa Todo Tempo Que Eu Viver. Discos Marcus Pereira, em 1974, apresentam o intérprete Cartola. 12 faixas cantadas por “um instintivo, dotado de extraordinário talento poético-musical”, nome ligado à “renovação do samba”, em “uma história da música popular brasileira” (SEVERIANO, 2017). Em 1976, mais uma dúzia de pérolas poéticas, incluindo a filosófica “o mundo é um moinho”, reflexiva canção resultante dos seus sorrisos e dramas existenciais.

Nem tudo são rosas na vida de quem sabe chorar. “Tempos idos” com uma seleção de sambas da Mangueira e as participações luxuosas de Clementina de Jesus e Elizeth Cardoso. Um falante mangueirense, em uma alegre alvorada musical, acompanhado de Odete Amaral, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça. Nome maiúsculo do “gênero musical que representa sombolicamente o Brasil”, Cartola, “autor de belos sambas-canção, um dos fundadores do “bloco dos arengueiros”, vozes do morro mangueirense, pilares da “primeira escola de samba” (LOPES & SIMAS, 2021).

Samba de enredo é “o poema musicado que alude, discorre ou ilustra o tema alegórico eleito pela escola” (SIMAS & MUSSA, 2023, p.24). Poemas sonorizados para serem lidos e escutados nas gravações. Sou leitor de encartes de CD, companheiro das letras tocadas nos aparelhos sonoros. Ouvir e sentir a experiência de um “gênero épico”, “genuinamente brasileiro”. Textos musicados, representativos e originais da “nossa produção poética”.

Na música e na poesia, as importantes criações artísticas dos sambistas, as suas obras primas”, são alvos de uma “profissão de fé”. “O Brasil do samba-enredo” e dos “grandes compositores”: Mano Décio da Viola, Cartola, Carlos Cachaça, Jurandir da Mangueira, Candeia, Didi, Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara, Djalma Sabiá, Martinho da Vila, Anescarzinho, Noel Rosa de Oliveira, Geraldo Babão, Hélio Turco, Toco, Aurinho da Ilha, Norival Reis, Marinho da Muda, Baianinho, Beto Sem-Braço, Zé Catimba, Carlinhos Sideral, Paulo Brazão, Edeor de Paula, Davi Corrêa, Aluízio Machado, Wilson Moreira, Nei Lopes (SIMAS & MUSSA, 2023).

No meio de tantos homens, desponta o nome de uma das “rainhas” da história do samba: Dona Ivone Lara. Bendita sois vós entre eles. Veio à minha mente o nome de outra rainha: Leci Brandão. Na conjugação do verbo sambar, cito outras majestosas cantoras: Alcione, Clara Nunes e Elza Soares.

Isso Sim é Carnaval!. Uma coletânea de três volumes com “o melhor do samba de todos os tempos”. O CD 1 é aberto com “Bum Bum Paticumbum Prugurundum” (Beto Sem Braço, Aluizio Machado). Um clássico com o qual a G. R. E. S Império Serrano conquistou o 1º lugar, em 1982. No CD 2, a G. R. E. S União da Ilha do Governador defende um desfile “Bom, Bonito e Barato” (Edinho Capeta, Robertinho Devagar, Jorge Ferreira). 2º lugar, em 1980. No CD 3, a G. R. E. S Unidos de Vila Isabel apresenta “Sonho de um Sonho” (Martinho da Vila, Graúna, Rodolpho). 2º lugar, em 1980. Em 1984, a Escola de Noel e Martinho alcançou o 5º lugar, tocando a efemeridade do império carnavalesco: “Pra tudo se acabar na quarta-feira” (Martinho da Vila). “Isso Sim é Carnaval!” coleciona 36 sambas de enredo, visitantes da história do Brasil e dos seus movimentos sociais.

 Em 2011, a “Discos Copacabana” e a “Discos Marcus Pereira” são parceiras no lançamento de quatro CD’s: a História das Escolas de Samba. Narrativas sambistas contadas a partir de quatro delas. Uma em cada CD: Mangueira, Portela, Salgueiro e Império. Entre os narradores salgueirenses, Geraldo Babão e Noel Rosa de Oliveira assinam várias das suas faixas fonográficas. Coube a Noel assinar, em parceria com Nescarzinho, “Chica da Silva”, ano de 1963. A “mulata” “escrava” “que superou a barreira da cor”. “Negro é sensacional”. Afirmativos, os pesquisadores aumentam o volume, acertam o passo e exaltam as belezas das pretinhosidades sonoras: “De longe a linha temática que mais belos sambas proporcionou, em toda a história do samba de enredo, foi a dos enredos negros, ou afro-brasileiros” (SIMAS & MUSSA, 2023, p.100).

E seguem os toques musicais da aquarela carnavalesca do Brasil: We are Bahia! para inglês ouvir e ver para crer. Universal music. 60 anos de trio elétrico – 25 anos de Axé music. Um CD comemorativo, lançado em 2010, trazendo 20 faixas. Encontro de gerações das várias tendências do carnaval baiano. O fonograma inicial reúne Armandinho, Trio elétrico Dodô & Osmar, Caetano Veloso e Moraes Moreira, em “Chame Gente” (Armandinho/Moraes Moreira), lançado em 1985.

Velhos e novos baianos, em diversas batidas, colorem o trabalho fonográfico celebrativo. Vivo, na vigésima faixa, Caetano Veloso encerra a celebração sonora com “Atrás do trio elétrico” (1969), dos seus muitos carnavais. Os outros fonogramas trilham os tempos festivos: de 1972, com o “Pombo Correio” (Dodô/Osmar/Moraes) de Moraes Moreira, ao “Fricote, ao vivo” (2005), de Luiz Caldas, em parceria com Paulinho Camafeu. São décadas de agito, som para tirar o pé do chão. Música para pular brasileira. Levantar poeira da terra ancestral de todos os cantos e santos. “Sagrado e profano, o baiano é carnaval”.

O “swing da cor” e os seus “gritos de guerra”. Não esqueçamos dos afoxés, dos filhos de Gandhi, do Ilê Aiyê e do Olodum. Liberação geral no “bota pra ferver”. Nas altas temperaturas da “ferveção”, “água mineral” da Timbalada. Puxando a eletricidade do som motorizado, os (as) agitadores (as): Daniela Mercury, Netinho, Chiclete com Banana, Banda Cheiro de Amor, Banda Reflexu’s, É o Tchan, Terra Samba, Asa de Águia, Banda Beijo, Banda Cheiro de Amor, Babado Novo, Margareth Menezes, Banda Eva e Ivete Sangalo.

Com Capiba, “o poeta do frevo” e a compilação dos “grandes sambas da história”, monto a minha discoteca carnavalesca. E seguem as coletâneas pirateadas, vendidas nas ruas dos centros comerciais: 100% carnaval, Carnaval era assim. No saudosismo sonoro, eram vendidas como “raridades da música”. Voltando para Recife, Carnaval começa também com C de Claudionor (TELES, 2012). É “frevo e ciranda” na voz de Claudionor Germano. No “Recife antigo” dos “velhos tempos de criança”, Edgard Moraes evoca as “mágoas de Pierrot”. “Recordando a mocidade” e os “valores do passado”, Edgard, na sua poesia de brincante, afirma: “recordar é viver” e “a vida é um carnaval”. Mensagens para os foliões dos alegres bandos, embalados pelas amorosas canções dos românticos, líricos e divinais carnavais. Recifenses em seus “passos de anjo”, freviam no “tempo folião”. No contágio do “micróbio do frevo”, “é de perder o sapato…”.

A viagem musical é vasta para quem está sassaricando. Nas trilhas mágicas dos antigos carnavais, “o Rio inventou a marchinha” e vamos sambando nas ruas e nos salões com a “marcha do Cordão do Bola Preta” (Vicente Paiva/Nelson Barbosa), cantada por Carmen Costa, em 1961. Vastidão de ritmos e batidas consagradas pela “Banda do Canecão”. Em 1974, celebrando “100 anos de carnaval”, gravou “141 músicas” para o deleite dos foliões sassariqueiros.

Para não dizerem que esqueci do carnaval cearense, recomendo a ida para os desfiles na avenida Domingos Olímpio, região central de Fortaleza. Ouçamos as loas de maracatu, “cantigas de liberdade”, na voz de Calé Alencar e os “maracatus, afoxés, coroações, rezas e outros batuques”, nos CD’s gravados por Inês Mapurunga. Vozes da África no terral alencarino do Dragão do Mar. Convites afinados com a exaltação e o valor dado por Mário de Andrade aos tambores, bumbos, rainhas negras, reis negros, leões coroados, gingas, mestres e orixás da “festa na senzala” na passarela momina da “mãe África”: “Os cortejos semi-religiosos semi-carnavalescos dos maracatus nordestinos não são mais que uma suíte” (ANDRADE, 2006, p. 53).

 “Carnaval tá aí”. Eu e meus aparelhos sonoros, radiolas, CD’s, DVD’s, spotify, em sintonia com “a música popular brasileira na vitrola de Mário de Andrade. O cronista, em 1931, revelou interesse pela fecundidade musical da festa carnavalesca. O carnaval e seus rebentos musicais: “a nossa música que sempre teve nele uma das fontes fecundas de evolução”. Na sua sapiência de ensaísta sobre sonoridades, realça um aspecto político do ópio carnavalesco: “é sabido” que “o preparo e enfim gozo do carnaval é uma das causas do nosso conformismo”. Para além dos seus desdobramentos conformistas, “o carnaval é uma espécie de cio ornitológico do Brasil, o país bota a boca no mundo numa cantoria sem parada. Vão aparecendo as danças novas, as marchinhas safadas, os batuques maracatuzados” (ANDRADE, 2022, p.81).

 “O que faz o brasil, Brasil?” Quais “os caminhos que tornam a sociedade brasileira diferente e única”? Questões discutidas por um dos intérpretes voltados “para uma sociologia do dilema brasileiro” (MATTA, 2017). Na companhia da malandragem e do heroísmo, marcantes entre as “características nacionais brasileiras”, os “carnavais”, ao lado das “paradas e procissões”, ocupam os nossos tempos e espaços. Rotinas e ritos profanos e sagrados. Mistura nacional de rezas e festas. No desfile do maracatu fortalezense, no Ceará, as loas louvam os Orixás. Fantasiados, nos dias carnavalescos, alimentamos a poesia socioantropológica segundo a qual o carnaval é uma invenção diabólica que ganhou as bençãos divinas.

Nas casas e ruas, a carnavalização acontece “em múltiplos planos”. Blocos de sujos, corsos e Zés Pereiras carnavalizam, invertem, criticam e protestam. No afrouxamento das regras, no “vale-tudo”, autoridades e populares caem na gandaia dos espaços especiais e múltiplos das avenidas iluminadas. Na invenção carnavalesca, ritos sem donos e grupos carnavalescos desfilando as suas dramatizações.

Carnavais “de igualdade e de hierarquia” na sociedade do espetáculo e camarotizada. Atrás do trio elétrico, os pagantes, uniformizados de abadás, seguem apartados do pessoal da pipoca. Camarotização social, seus vips e ralés brincantes nos corredores das folias. Por um dia, a favelada é destaque entre as rainhas da corte do maracatu Vozes da África. Na quarta-feira de cinzas, é dia penitencial da tirada das máscaras e fantasias. O expediente comercial começa a partir das 14 horas.

*Francisco de Oliveira Barros Júnior é professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Referências


ANDRADE, Mário de. Ensaio sobre a música brasileira. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2006.

ANDRADE, Mário de. A estranha força da canção. São Paulo: Hedra, Acorde!, 2022.

BRUNO, Leonardo. Canto de Rainhas: o poder das mulheres que escreveram a história do samba. Rio de Janeiro: Agir, 2021.

CASTRO, Maurício Barros de. Zicartola: política e samba na casa de Cartola e Dona Zica. Rio de Janeiro: Cobogó, 2023.

LOPES, Nei & SIMAS, Luiz Antonio. Dicionário da história social do samba: Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021.

MATTA, Roberto da. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro, Rocco, 1997.

MUSSA, Alberto & SIMAS, Luiz Antonio. Samba de enredo: história e arte. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2023.

SEVERIANO, Jairo. Uma história da Música Popular Brasileira: das origens à modernidade. São Paulo: Editora 34, 2017.

TELES, José. Do frevo ao manguebeat. São Paulo: Editora 34, 2012.


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