A morte das catedrais

Wilhelmina Barns-Graham, Jogos de Laranja e Limão, 1999
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Por MARCEL PROUST*

Trecho do livro Pastichos e Miscelânea de Marcel Proust[i]

Suponhamos por um momento que o catolicismo esteja extinto há séculos e perdidas as tradições de seu culto. Únicas permanecem as catedrais, monumentos que se tornaram ininteligíveis, de uma crença esquecida, em desuso e mudas. Um dia, os eruditos conseguem reconstituir as cerimônias que ali se celebravam no passado, para as quais essas catedrais foram construídas e sem as quais não se achava mais nelas além de uma letra morta; quando os artistas, seduzidos pelo sonho de trazer momentaneamente de volta à vida esses grandes navios que se calaram, querem refazer por uma hora o teatro do drama misterioso que ali se desenrolava, em meio a cantos e perfumes, empreendem, em uma palavra, para a missa e as catedrais, o que os félibres[ii] conseguiram para o teatro de Orange e as tragédias antigas. Decerto, o governo não deixaria de subvencionar tal tentativa. O que ele fez por ruínas romanas não falharia para os monumentos franceses, por essas catedrais que são a expressão mais alta e original do gênio da França.

Assim, portanto, eis eruditos que souberam redescobrir o significado perdido das catedrais: as esculturas e os vitrais recuperam seus sentidos, um odor misterioso flutua novamente no templo, um drama sagrado representa-se aí, a catedral começa a cantar novamente. O governo subsidia com razão, com mais razão do que as apresentações do Teatro de Orange, da Opéra-Comique e da Opéra, essa ressurreição das cerimônias católicas, de tamanha importância histórica, social, plástica, musical e de cuja beleza só Wagner aproximou-se, imitando-a, em Parsifal.

Caravanas de esnobes vão à cidade sagrada (seja Amiens, Chartres, Bourges, Laon, Reims, Beauvais, Rouen, Paris), e uma vez por ano sentem a emoção que outrora buscaram em Bayreuth e Orange: saborear a obra de arte no próprio cenário que foi construído para ela. Infelizmente, lá, como em Orange, eles só podem ser curiosos, diletantes; façam o que fizerem, neles não habita a alma de outrora. Os artistas que vieram cantar os cantos, os artistas que representam o papel de sacerdotes podem ser instruídos, podem tem penetrado o espírito dos textos. Mas, apesar de tudo, não se deixa de pensar o quanto mais belas devem ter sido essas festas na época em que eram os padres que celebravam os ofícios, não para dar aos cultos uma ideia dessas cerimônias, mas porque tinham na virtude delas a mesma fé dos artistas que esculpiram o Juízo Final no tímpano do pórtico, ou pintaram a vida dos santos nos vitrais da abside. O quanto a obra toda inteira deve ter falado mais alto, com mais precisão, quando todo um povo respondia à voz do padre, curvava-se, ajoelhado, quando a campainha da elevação tilintava, não como nessas representações retrospectivas, com figurantes frios e no estilo, mas porque eles também, como o padre, como o escultor, acreditavam.

Eis o que diríamos se a religião católica estivesse morta. Ora, ela existe, e para imaginarmos o que era, viva e no pleno exercício das suas funções, uma catedral do século XIII, não precisamos fazer dela o cenário de reconstituições, de retrospectivas exatas talvez, mas congeladas. Temos apenas que entrar a qualquer momento, enquanto um ofício é celebrado. A mímica, a salmodia e o canto não são confiados aqui aos artistas. São os próprios ministros do culto que oficiam, em um sentimento não de estética, mas de fé, e por isso mesmo mais estético. Não poderíamos desejar figurantes mais animados e mais sinceros, já que é o povo que se dá ao trabalho de fazer, para nós, a figuração sem suspeitar. Pode-se dizer que, graças à persistência na Igreja Católica dos mesmos ritos e, por outro lado, da crença católica no coração dos franceses, as catedrais não são apenas os mais belos monumentos de nossa arte, mas os únicos que vivem ainda sua vida integral, aqueles que permaneceram em relação com o objetivo para os quais foram construídos.

Ora, a ruptura entre o governo francês e Roma parece tornar próxima a discussão e provável aprovação de um projeto de lei, nos termos do qual, ao final de cinco anos, as igrejas poderão ser, e muitas vezes serão, postas fora de uso; o governo não só deixará de subsidiar a celebração de cerimônias rituais nas igrejas, mas poderá transformá-las no que quiser: museu, sala de conferências ou cassino.

Quando o sacrifício da carne e do sangue de Cristo não for mais celebrado nas igrejas, não haverá mais vida nelas. A liturgia católica compõe uma unidade com a arquitetura e a escultura de nossas catedrais, porque ambas derivam do mesmo simbolismo. Vimos no estudo precedente que quase não há escultura nas catedrais, por mais secundária que possa parecer, que não tenha seu valor simbólico.

Ora, é a mesma coisa com as cerimônias do culto.

Em um admirável livro, A arte religiosa no século XIII, o sr. Émile Mâle analisa a primeira parte da festa do Sábado Santo, a partir de o Racional dos ofícios divinos, de Guillaume Durand:

“Pela manhã, começamos apagando todas as lâmpadas da igreja, para assinalar que a velha Lei, que iluminou o mundo, está doravante revogada.

“Depois, o celebrante abençoa o novo fogo, figura da nova Lei. Ele a faz brotar da pederneira, para nos lembrar que Jesus Cristo é, como diz São Paulo, a pedra angular do mundo. Então, o bispo e o diácono dirigem-se ao altar-mor e param em frente ao círio pascal.”

Esse círio, ensina Guillaume Durand, é um símbolo triplo. Extinto, simboliza tanto a coluna escura que guiava os hebreus durante o dia, a antiga Lei e o corpo de Jesus Cristo. Aceso, significa a coluna de luz que Israel via durante a noite, a nova Lei e o corpo glorioso de Jesus Cristo ressuscitado. O diácono alude a esse triplo simbolismo recitando, diante da vela, a fórmula do Exsultet.

Mas insiste sobretudo na semelhança da vela e do corpo de Jesus Cristo. Ele lembra que a cera imaculada foi produzida pela abelha, casta e fecunda como a Virgem que deu à luz o Salvador. Para tornar perceptível aos olhos a semelhança entre a cera e o corpo divino, ele crava na vela cinco grãos de incenso que lembram tanto as cinco chagas de Jesus Cristo quanto os perfumes comprados pelas santas mulheres para perfumá-lo. Por fim, ele acende o círio com o novo fogo e, por toda a igreja, as lâmpadas são reacendidas, para representar a difusão da nova Lei no mundo.

Mas isso, poder-se-ia dizer, é apenas uma celebração excepcional. Eis aqui a interpretação de uma cerimônia cotidiana, a missa, que, como veremos, não é menos simbólica.

“O canto grave e triste do Introito abre a cerimônia; afirma a expectativa dos patriarcas e dos profetas. O coro dos clérigos é o próprio coro dos santos da antiga Lei, que suspiram pela vinda do Messias, a quem não deverão ver. O bispo então entra e aparece como a imagem viva de Jesus Cristo. Sua chegada simboliza a vinda do Salvador, esperada pelas nações. Nas grandes festas, sete tochas são carregadas diante dele para nos lembrar que, de acordo com a palavra do profeta, os sete dons do Espírito Santo repousam sobre a cabeça do Filho de Deus. Ele avança sob um dossel triunfal cujos quatro carregadores podem ser comparados aos quatro evangelistas. Dois acólitos caminham à sua direita e à sua esquerda e representam Moisés e Elias, que apareceram no Tabor ao lado de Jesus Cristo. Eles nos ensinam que Jesus tinha por si a autoridade da Lei e a autoridade dos profetas.

“O bispo senta-se em seu trono e permanece silencioso. Ele não parece participar da primeira parte da cerimônia. Sua atitude contém um ensinamento: ele nos lembra com seu silêncio que os primeiros anos da vida de Jesus Cristo se passaram na obscuridade e no recolhimento. O subdiácono, porém, dirige-se ao púlpito e, voltado para a direita, lê a Epístola em voz alta. Vislumbramos aqui o primeiro ato do drama da Redenção.

“A leitura da Epístola é a pregação de São João Batista no deserto. Ele fala antes que o Salvador comece a fazer ouvir sua voz, mas só fala aos judeus. Então o subdiácono, imagem do precursor, volta-se para o norte, que é o lado da antiga Lei. Quando a leitura termina, ele se inclina diante do bispo, como o precursor se humilhou diante de Jesus Cristo.

“O canto do Gradual que se segue à leitura da Epístola refere-se novamente à missão de São João Batista, simbolizando as exortações à penitência que dirige aos judeus, nas vésperas dos novos tempos.

“Por fim, o celebrante lê o Evangelho. Momento solene, porque é aqui que começa a vida ativa do Messias; sua palavra se faz ouvir pela primeira vez no mundo. A leitura do Evangelho é a própria figura de sua pregação.

“O Credo segue o Evangelho como a fé segue o anúncio da verdade. Os doze artigos do Credo referem-se à vocação dos doze apóstolos.

“O próprio traje que o padre usa no altar”, acrescenta o sr. Mâle, “os objetos que servem ao culto são também símbolos. A casula que se reveste sobre as outras vestimentas é a caridade que é superior a todos os preceitos da lei e que é ela mesma a lei suprema. A estola, que o sacerdote passa ao pescoço, é o jugo leve do Senhor; e como está escrito que todo cristão deve amar esse jugo, o padre beija a estola ao colocá-la e tirá-la. A mitra de duas pontas do bispo simboliza o conhecimento que ele deve ter de ambos os Testamentos; duas fitas estão amarradas a ela para lembrar que a Escritura deve ser interpretada de acordo com a letra e de acordo com o espírito. O sino é a voz dos pregadores. A estrutura à qual está suspenso é a figura da cruz. A corda, feita de três fios torcidos, significa a tríplice inteligência da Escritura, que deve ser interpretada no triplo sentido histórico, alegórico e moral. Quando alguém pega a corda na mão para balançar o sino, expressa simbolicamente essa verdade fundamental de que o conhecimento das Escrituras deve levar à ação.”

Assim, tudo, até o menor gesto do padre, até a estola que ele usa, está em harmonia para simbolizá-lo com o sentimento profundo que anima toda a catedral.

Nunca um espetáculo comparável, espelho tão gigante da ciência, da alma e da história, foi oferecido aos olhos e à inteligência do homem. O mesmo simbolismo abrange até a música que então se ouve na imensa nave e da qual os sete tons gregorianos representam as sete virtudes teologais e as sete idades do mundo. Podemos dizer que uma representação de Wagner em Bayreuth (e mais ainda de Émile Augier ou Dumas em um palco de teatro subsidiado) é bem pouca coisa, comparada à celebração de uma missa solene na catedral de Chartres.

Sem dúvida, apenas aqueles que estudaram a arte religiosa da Idade Média são capazes de analisar plenamente a beleza de tal espetáculo. E isso bastaria para que o Estado tivesse a obrigação de zelar pela sua perenidade. Ele subvenciona os cursos do Collège de France, que, no entanto, são destinados a apenas um número reduzido de pessoas e que, comparados a essa ressurreição completa que é uma grande missa em uma catedral, parecem bastante frios. E ao lado da execução de tais sinfonias, as apresentações de nossos teatros igualmente subvencionados correspondem a necessidades literárias muito mesquinhas. Mas apressemo-nos a acrescentar que aqueles que sabem ler abertamente na simbólica da Idade Média não são os únicos para quem a catedral viva, quer dizer, a catedral esculpida, pintada, cantante, é o maior dos espetáculos. É assim que é possível sentir a música sem conhecer a harmonia. Bem sei que Ruskin, mostrando que razões espirituais explicam a disposição das capelas na abside das catedrais, disse: “nunca poderás encantar-te com as formas da arquitetura sem saberes de onde vieram”. Não é menos verdade que todos nós conhecemos o fato de um ignorante, um simples sonhador, entrando em uma catedral, sem tentar compreender, dando vazão às suas emoções, e experimentando uma impressão mais confusa, sem dúvida, mas talvez igualmente forte. Como testemunho literário desse estado de espírito, certamente muito diferente daquele do erudito de que falávamos anteriormente, que percorre a catedral como se estivesse numa “floresta de símbolos que o observam com olhares familiares”, que, no entanto, se permite encontrar na catedral, na hora dos ofícios, uma emoção vaga, mas poderosa, citarei a bela página de Renan chamada “A dupla oração”:

“Um dos mais belos espetáculos religiosos que ainda hoje podemos contemplar (e que não poderemos mais contemplar, se a Câmara votar o projeto em questão) é o apresentado ao anoitecer pela antiga catedral de Quimper. Quando a sombra preenche os lados inferiores do vasto edifício, os fiéis de ambos os sexos se reúnem na nave e entoam a oração da noite na língua bretã num ritmo simples e tocante. A catedral é iluminada apenas por duas ou três lâmpadas. Na nave, de um lado, estão os homens, de pé; do outro, as mulheres ajoelhadas formam uma espécie de mar imóvel de toucas brancas. As duas metades cantam alternadamente, e a frase iniciada por um coro é completada pelo outro. O que eles cantam é muito bonito. Quando ouvi, parecia-me que, com algumas pequenas transformações, poderia adaptar-se a todos os estados da humanidade. Isso, sobretudo, me fez sonhar com uma oração que, com algumas variações, poderia convir igualmente a homens e mulheres.”

Entre esse vago devaneio que não é sem encanto e as alegrias mais conscientes do “conhecedor” da arte religiosa, há muitos graus. Recordemos, para constar, o caso de Gustave Flaubert estudando, mas para interpretá-la num sentimento moderno, uma das mais belas partes da liturgia católica:

“O padre mergulhou o polegar no óleo sagrado e começou as unções em seus olhos primeiro… em suas narinas gulosas por brisas quentes e perfumes amorosos, em suas mãos que se deleitaram com contatos suaves… em seus pés, enfim, tão rápidos quando corriam para satisfazer seus desejos, e que agora não andariam mais.”

Dizíamos antes que quase todas as imagens de uma catedral são simbólicas. Algumas não são. São aquelas dos seres que, tendo contribuído com o seu dinheiro para a decoração da catedral, quiseram conservar ali, para sempre, um lugar para poder, desde os balaústres do nicho ou do recesso do vitral, seguir silenciosamente os cultos e participar silenciosamente das orações, in saecula saeculorum. Os próprios bois de Laon, tendo subido à colina onde a catedral se ergue de forma cristã com os materiais que serviram para construí-la, foram recompensados pelo arquiteto elevando suas estátuas ao pé das torres, de onde ainda hoje podem ser vistas, ao som dos sinos e da estagnação do sol, levantando suas cabeças chifrudas acima da arca santa e colossal para o horizonte das planícies da França, seu “sonho interior”. Ai de mim, se não foram destruídos, o que não viram nesses campos onde cada primavera só vêm florescer túmulos? Para animais, colocá-los assim do lado de fora, saindo como que de uma gigantesca arca de Noé que teria parado nesse monte Ararat, no meio do dilúvio de sangue! Concedia-se mais aos homens.

Entravam na igreja, tomavam lugar, que conservavam até depois da morte e de onde podiam continuar, como no tempo em que viviam, a seguir o divino sacrifício, seja porque, debruçados para fora de suas sepulturas de mármore, viram levemente a cabeça do lado do evangelho ou do lado da epístola, podendo observar, como em Brou, e sentir em volta de seus nomes o enlaçamento estreito e infatigável de flores emblemáticas e de iniciais adoradas, mantendo, até no túmulo, como em Dijon, as brilhantes cores da vida; seja porque, no fundo do vitral, em seus mantos de púrpura, de ultramar ou de azul que aprisionam o sol, se incendeiam, enchem de cores seus raios transparentes e bruscamente as libertam, multicores, errando sem direção no meio da nave, que eles tingem; em seu esplendor desnorteado e preguiçoso, em sua palpável irrealidade, continuam sendo os doadores que, por isso mesmo, ganharam a concessão de uma oração perpétua. E todos eles querem que o Espírito Santo, quando ele descer da igreja, reconheça bem os seus. Não são apenas a Rainha e o Príncipe que usam suas insígnias, coroa ou colar do velocino de ouro. Os banqueiros se fizeram representar verificando o título das moedas, os peleiros vendendo suas peles (ver a reprodução desses dois vitrais no livro do sr. Mâle), os açougueiros abatendo bois, os cavaleiros sustentando seus brasões, os escultores talhando capitéis. De seus vitrais de Chartres, Tours, Sens, Bourges, Auxerre, Clermont, Toulouse, Troyes, tanoeiros, peleiros, merceeiros, peregrinos, operários, armeiros, tecelões, pedreiros, açougueiros, cesteiros, sapateiros, cambistas, ouvindo o ofício, não ouvirão mais a missa que eles haviam garantido ao doar para a construção da igreja seu melhor dinheiro. Os mortos não governam mais os vivos. E os vivos, esquecidos, deixam de cumprir os desejos dos mortos.

*Marcel Proust (1871-1922) foi um dos mais importantes escritores franceses. Sua obra mais conhecida é Em busca do tempo perdido, que foi publicada em sete volumes.

Bibliografia


Marcel Proust. Pastichos e Miscelânea. Tradução de Jorge Coli. Unesp, 258 págs. [https://amzn.to/47ReMPG]


[i] Sob este título [A morte das catedrais], uma vez publiquei no Figaro um estudo que visava combater um dos artigos da lei da separação [da Igreja e do Estado]. É um estudo muito medíocre; dou aqui um pequeno trecho apenas para mostrar como, a alguns anos de distância, as palavras mudam de sentido e como, no caminho curvo do tempo, não podemos ver o futuro de uma nação, não mais do que o de uma pessoa. Quando falava da morte das catedrais, temia que a França se transformasse numa praia onde gigantescas conchas cinzeladas pareceriam ter chegado à costa, esvaziadas da vida que as habitou e nem mais trazendo ao ouvido que atentaria a elas o vago rumor de outrora, meras peças de museu, congeladas em si próprias. Dez anos se passaram, “a morte das catedrais” é a destruição de suas pedras pelos exércitos alemães, não do espírito delas por uma Câmara anticlerical que se uniu intimamente a nossos bispos patriotas. (N. A.)

[ii] Membros do Félibrige, movimento cultural da Occitânia, criado em 1854, do qual fez parte o grande poeta Fréderic Mistral. Foram eles que fizeram reviver o grande teatro romano de Orange com as Chorégies d’Orange (Coregias de Orange), festival criado em 1868, existente até hoje, e consagrado sobretudo à representação de óperas. (N. T.)


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