Privatização das mentes e escatologia manipulada

Imagem: George Grosz
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Por CRISTIANO ADDARIO DE ABREU*

Considerações sobre a destruição da política no Brasil bolsonarista

O espaço público do Brasil, a Polis brasileira, está sendo destruída pelo avanço de uma talebanização evangélica, que busca submeter todo o espaço público brasileiro aos parâmetros sectários fundamentalistas, de algumas seitas evangélicas. Isso além de uma regressão civilizatória em si, é um avanço de uma privatização geral das mentalidades, com essa distopia, da privada esfera religiosa de uma parcela ainda minoritária da sociedade, buscando ser imposta como parâmetro público para toda a sociedade.

A separação das esferas pública e privada é base do Estado burguês, e a laicidade desse Estado é uma pedra angular de uma sociedade moderna, livre e afluente. O descaso histórico com a população pobre do Brasil, que se urbanizou rapidamente, foi aproveitado pelo projeto de expansão de igrejas evangélicas, vindas de fora do país, testado antes em lugares da América Latina onde os marines desembarcaram, com destaque para a América Central. O avanço evangélico no Brasil tem nos transformado num país cada vez mais parecido com a Guiana ou a Guatemala.

A Revolução projetada por parte da esquerda brasileira, no século XX, não foi realizada, e o acúmulo do descaso público sobre as parcelas humildes do Brasil foi aproveitado por esse movimento evangélico, e hoje testemunhamos uma verdadeira contra-Revolução no Brasil, com a violência dos justos ressentimentos históricos não sendo direcionados para uma justiciamento econômico, mas para um punitivismo moralista e vingativo, com um eixo privado buscando regular o espaço público.

 

Púlpito não pode ser palanque

O presente texto trata do perigoso redirecionamento do campo político do Brasil feito por igrejas que deveriam tratar da esfera religiosa de seus fiéis. Claro que aqui não se trata de todas as denominações evangélicas, e que não se ignora todas as dimensões positivas feitas pelos trabalhos missionários de muitas destas organizações evangélicas. Mas ocorre em 2022 uma coordenada onda de apoio absoluto, por parte das direções evangélicas, a um presidente genocida e anti-cristão, pois malthusiano, desumano e perverso.

A acusação aqui feita de Bolsonaro ser alguém anti-cristão é baseada em fatos realizados por este presidente, que desdenhou da ciência e dos procedimentos científicos preventivos na pandemia, que propagandeou tratamentos charlatânicos contra a o Covid-19, atrasou a compra de vacinas, roubou em compras superfaturadas destas, desgovernou o Brasil contra as políticas dos governadores para combater a pandemia, destruindo o pacto federativo… Toda a gestão, do ser eleito em 2018 para a presidência, dessa pandemia foi uma evidente e celebratória gestão de necropolítica: ele buscou matar o máximo de brasileiros que pôde. Isso é um fato comprovado![i]

Logo, a quase unanimidade de pastores das ditas seitas evangélicas defenderem em bloco que quem não votar em bolsononaro[ii] neste segundo turno de 2022 vai para o inferno, é prova de uma coordenação suspeita, centralizada, e orientada de algum centro planetário: é uma coordenação política desse movimento evangélico que, ao apoiar dessa forma bizarra e cega Jair Bolsonaro, se comprova nada cristão. Sorte do Brasil que boa parte dos fieis evangélicos resistem e votam segundo suas consciências. Mas o assédio desses pastores já configura, seguramente, um crime eleitoral sobre uma população com muitas fragilidades, que está sendo politicamente coagida, sob o criminoso assedio e manipulação psicológica dos pastores, que exercem um controle psíquico nessa população.

Pois esse movimento “evangélico” atual, organicamente ligado ao bolsonarismo, nada tem de cristão: é uma talebanização evangélica, um movimento político/neocolonial, contra todas as tradições religiosas, sincréticas, do Brasil. Destruindo o diálogo e a convivência plural da vida social e cultural brasileira. Destroem a base civilizatória de organização cultural do Brasil, que é católica. Demonizam as religiões Afro, o espiritismo e, cada vez mais, o próprio catolicismo. Começasse a crescer um movimento “católico” nos EUA, alegando que as bases evangélicas dos EUA são algo demoníaco… Sabe o que ocorreria por lá? O FBI prenderia toda seita (fantasiada de católica) que assim pregasse. Ponto! No Brasil, as forças republicanas fomos lenientes com esse levante perigosíssimo, e deixamos o espaço público ser sequestrado por seitas fundamentalistas, sob orientação externa, para destruir a Polis brasileira. A proliferação sem controle destas seitas, sobre uma população fanatizada e ignorante, é o maior problema atual e o maior risco para a sobrevivência democrática no Brasil.

Elas manipulam uma população fragilizada, e mostram que trabalham numa direção política única: contra os interesses produtivos internos do Brasil, e contra os interesses trabalhistas do povo. Logo, contra qualquer interesse econômico do Brasil como unidade, e dos interesses das categoriais sociais populares (onde estão seus fiéis) como classe. Essa sincronia única anti-trabalhismo, anti-católica, anti-afro… Carrega a marca de um direcionamento externo e colonial: não é uma coincidência. Steve Bannon, e sua extrema direita internacionalizada não veio para brincadeira: treinam e orientam seus asseclas coloniais pelo planeta, e o que ocorre no Brasil marca o fim do republicanismo como o conhecíamos, e é uma destruição das bases ibero-católicas da sociedade brasileira: eles falam sempre de “guerra cultural” porque é isso o que estão fazendo contra as bases civilizatórias do Brasil. O que ocorreu com o Sudão, Iugoslávia, Síria, está sendo cozinhando para o Brasil, no esgoto fascista e neocolonial do bolsonarismo.

 

A privatização das almas

A destruição da República que estamos vivendo, cuja expressão fundamentalista emerge nessa militância bolsonarista dos pastores, se origina numa longa campanha da mídia monopólica brasileira contra a política feita para lado do trabalho na sociedade brasileira: a defesa das Leis trabalhistas, da CLT, e dos direitos sociais… Tudo isso foi criminalizado pelo neoliberalismo midiático.[iii] A regulação dos fluxos de capitais, ou a defesa do direcionamento de capitais para a produção, via estatais… Também foram censurados do debate público, também criminalizados. Logo, a política tem que ser cerceada, cercada, castrada, pela pauta única do “neoliberalismo”(gerontoliberalismo) ideológico, fantasmagórico, ahistórico…

Como visto nos debates presidenciais do primeiro turno, com um genérico candidato do “novo”, com cara de ator de novela das seis, defendo a “abertura econômica”, para “os fluxos de capitais”…. Num mundo que está em guerra! EUA e China fazem políticas nacionalistas: não é possível haver um candidato a presidente que ignore tais fatos impunemente. Mas no Brave New World pós-moderninho é possível sim: porque a fantasmagoria midiática, da fraude intelectual do “neoliberalismo”, a mais de 40 anos repetida lobotômicamente pela mídia monopólica, tem destruído qualquer capacidade intelectual coletiva.

A pauta moralista e privatista das igrejas evangélicas, é a radicalização moralista, que reflete e sintoniza, uma longa campanha da mídia corporativa pelo cerceamento da política dentro do neoliberalismo. A doutrina neoescolástica do neoliberalismo dos últimos 40 anos é um processo sintonizado com a talebanização evangélica pelo qual o Brasil passa.

 

O fim da memória histórica e a morte da política

A política é uma arte dialógica, em que pelas palavras emitimos ideias e projetos para o coletivo, para o todo, para a Polis… E nesta Polis os outros interagem com suas palavras, ou concordando, ou discordando, para assim construirmos um projeto político. Com a fala emitida em uma direção, contrapõem-se outra fala em outra direção… De uma tese formulada, levanta-se uma antítese… E assim, das discordâncias busca-se a síntese, para a construção de um compromisso político: isso é a política.

Para tanto é preciso haver alguma honestidade política e intelectual nessas formulações, nas falas, por mais que algum sofismo sempre exista. Mas quando nada além do neoliberalismo é aceito na discussão, não há mais política democrática, pois não há mais discussão: há ditadura neoliberal. E para impor essa distopia neoliberal a mídia, com suas novelas, privatizaram a concepção cosmogônica da vida econômica: nas novelas o pobre fica rico vendendo sanduíche na praia por esforço pessoal… Não há esfera coletiva, esfera pública, governos desenvolvimentistas fazendo investimentos públicos e estatais por trás, durante os anos da vida produtiva dos que enriquecem nas tramas novelescas. Não há História, não há memória coletiva dos anos de desenvolvimento coletivo do Brasil, como nos anos Vargas, JK, Geisel, Lula, Dilma… Não: tudo e só privado e individual, nessa distopia liberalóide, que nega a esfera pública.

Hoje todos os vendedores de brigadeiros nas ruas de SP se apresentam como “empreendedores”, com cacau orgânico e outras curiosidades cumulativas, em sua auto-ilusão de que podem enriquecer vendendo brigadeiros, nessa ilusão reflexa do discurso televisivo: eis a novelização da realidade nas mentes ahistóricas.

Eis aí a morte da política! Que pelo outro lado, para além das novelas individualizantes, com os evangélicos, também fazem uma campanha pelo ódio à política: pois ela é “corrupta” e “suja” (sincrônicos ao discurso midiático do “jornalismo”), com o “eu ficarei rico com a graça de deus”. E não com alguma coordenação coletiva humana, politicamente construída, para o desenvolvimento nacional e individual.

A paranoia neoliberal, a paranoia das novelas, e com a ajuda do movimento evangélico com essa venda ritual de uma “predestinação” individual fraudulenta, que causaria arrepios ao Calvino (que sabia que a predestinação individual não era virar de costas ao coletivo), geraram essa realidade distópica de destruição da política, que já coloca em risco o Brasil como unidade política. Tal delírio individualista causaria horror a qualquer norte-americano de direita, que sabe que seu país é uma República, com equilíbrios entre capitalismo (sempre ligado ao Estado) e a democracia.[iv] O que as forças midiáticas monopólicas do Brasil, antipetistas e, cada vez mais, os evangélicos, estão fazendo é uma destruição da República brasileira, e no limite do próprio Brasil como unidade.

Com Jair Bolsonaro sendo a expressão máxima de um neofeudalismo miliciano, hobbesiano, malthusiano, dessa distopia privatista absoluta, irreal para o mundo moderno, cujo o plano é a destruição do Estado nacional, e do Brasil como unidade. A mídia, as novelas, e seitas evangélicas, nos atiraram nessa situação de regressão antipolítica, na qual um presidente em campanha de reeleição mente compulsivamente, liderando uma destruição cognitiva contra qualquer comunicação coletiva com a qual se possa pactuar coletivamente: estamos numa Guerra Civil contra as palavras e contra a lógica sob Jair Bolsonaro. A fala é assassinada no Brasil bolsonarista. E assim a política morre. E a mídia monopólica e as seitas evangélicas, são coautoras deste assassinato histórico.

 

Sérgio Moro e a destruição da justiça, Jair Bolsonaro e a destruição da política

A mídia coorporativa construiu essa monstruosidade do bolsonarismo, para além do monodiscurso neoliberal a 40 anos. Como quando endeusou o juiz Sérgio Moro que combinava sentenças com a promotoria, para atacar a esfera política brasileira (e destruir a Petrobrás, entregando o Pré-Sal), sem se assumir um agente político orientado (De onde? Por quem?). Tal crime jurídico, de um juiz combinar sentenças com a promotoria, é um crime repugnante em qualquer lugar. Mas sobretudo na cultura política contratualista norte-americana, que a dita mídia coorporativa brasileira finge adorar.

A mentira como arma política, travestida de justiça, que Moro executou sobre a história brasileira é um capítulo vergonhoso. Mas mais vergonhoso ainda foi quando o site Intercept comprovou o que todo mundo inferia: provou o que todo mundo tinha convicção, ao mostrar as conversas de Moro combinando sentenças com a promotoria de Dallagnol e seus comparsas, que milicianiaram o Ministério Público. Então foi mais vergonhoso ainda, pois todos os “moralistas da lava jato” não expressaram nenhum horror com o revelado: eles sabiam que era isso mesmo, processos jurídicos viciados, mentirosos, manipulados, e isso em nada lhes chocava, por ser contra a esquerda. Ponto! Ali nasceu a mitomania bolsonarista: a mentira compulsiva como arma política, que encontra seu ápice com bolsonaro, mas foi lançada abertamente por Moro, com sua mídia e a “classe média da terceira via”, que o amou, e nunca se retrataram depois de tudo: ali a porta do inferno foi escancarada!

 

Escatologia manipulada

E do lado dos evangélicos a privatização da cosmovisão da sociedade é feita numa paranoia de trazer tudo para o pessoal e o privado: a esfera pública é negada e desvalorizada, e as temáticas da vida privada, da moralidade e do individualismo, são tratadas de forma hiperbólica. Assim a revolta popular é estimulada e manipulada em direção de uma agenda regressiva, oposta a qualquer superação racional dos problemas: revolta sem revolução, vingança em vez de justiça, ódio em vez de amor, parâmetros privados para mesurar e regular a esfera pública.

Eis a destruição da política por uma distopia privatista individualista, travestida de religião. O ultraliberalismo como paranóia ideológica, destrói as praças públicas e o debate político. E sob o bolsonarismo erguem um espetáculo dantesco de escatologias coletivas. Bolsonaro, e figuras como sua ministra Damares Alves, já são a muito, e cada vez mais, seres praticantes de uma escatologia anti-política perigosíssima.[v]

As falas sobre pedofilia de Damares antes, e de Jair Bolsonaro depois, neste segundo turno, para além de passarem qualquer limite do absurdo escatológico, mostram uma sincronia planejada nojenta. O timing dessas falas repulsivas de Jair Bolsonaro, com a da psicopata Damares, é um projeto sincrônico: da destruição do espaço público, pela alavancagem de escatologias absurdas. É a estratégia de fazer um imenso eleitorado votar com o fígado, com o Id, com o submundo das mentes…. Isso é um projeto. Adultos infantilizados são levados ao extremo emocional, e regidos por esse emocional manipulado, assim ignorando qualquer racionalidade na hora de votar.

Vejamos: as pessoas são levadas a revolta, com as descrições perversas sobre pedofilia feitas pela Damares (que mentiu nessa fala, ou omitiu os crimes que descreveu). A perversão da Damares é evidente em sua fala: mentirosa ou omissa frente crimes bestiais. Mas foi tudo arquitetado com seu presidente Jair Bolsonaro. Na sequência, Jair Bolsonaro vem e fala de “clima pintado” entre ele e garotas de 14, 15 anos…. É evidente que a estratégia é mostrar que sexo com garotas adolescentes é OK para ele.

E a esquerda que vem e chama isso pelo nome, que é pedofilia de Jair Bolsonaro, é então acusada de identitária. Voilà! Eles chamam o linchamento aos pedófilos imaginários da psicopata da Damares, para depois colocar um Jair Bolsonaro licencioso, que foi “assediado” por garotas adolescentes. É óbvia a manipulação desonesta de um tema delicado. Mas o recado é claro: linchamento (sem “nada dessa turma dos direitos humanos”…) aos pedófilos imaginários, mas um homem de mais de 60 anos transar com garotas adolescentes tá tudo ótimo.

O triste é que isso tem apoio popular. E é isso o que eles estão fazendo nessa estratégia escrota de propaganda escatológica emocional: há um gado que é emocionalmente alterado assim, e vota mais ainda em Jair Bolsonaro por isso. E infelizmente é preciso dizer: nesta manipulação emocional contra qualquer racionalidade política, as lideranças evangélicas são um exército contra a saúde política e emocional do Brasil.

Não há a menor dúvida de que a absoluta maioria dos evangélicos são pessoas boas e corretas, mas a coordenação sincrônica das lideranças evangélicas, mostra que tais lideranças, sob uma coordenação unificada (de fora do Brasil?), estão em guerra contra a racionalidade política republicana no Brasil.

Resgatar a dimensão pública e coletiva da Política, ou melhor: resgatar a própria política já é questão de salvação nacional brasileira. Hoje defender a melhora para todos vai contra a ideologia de vitória individual sobre todos, que é lunaticamente alimentada por mídia, suas novelas e também pelas igrejas evangélicas. E largas parcelas populares seguem fanatizadas neste esgoto de mentiras: você retirar dos pobres a ilusão de que eles terão suas empregadas domésticas, num futuro imaginário, é um convite para que tantos deles, intoxicados por essa ideologia supremacista, com ódio deles próprios, com ódio da verdade, votem em Jair Bolsonaro.

É o escravo do Machado de Assis, que no começo do Memórias Póstumas de Brás Cubas é espancado, e ao fim encontra um escravo mais fraco, e o espanca de forma mil vezes pior: esse espectro da escravidão internalizada pelos humildes, e projetada na frustração, é o combustível antirevolucionário do bolsonarismo, é a vitória do bolsonarismo ecoando em amplas parcelas populares de um Brasil envenenado.

Retomar uma repactuação política construtiva no Brasil hoje é lutar contra fantasmas e fantasias tornados reais pela ideologia liberal, reproduzida de forma totalitária pela mídia monopólica. O Brasil tem uma bem-sucedida história de desenvolvimento, com janelas de inclusão, que precisa ser lembrada, estudada e valorizada. Desde o fim da escravidão que a regulamentação do trabalho foi a maior luta dos trabalhadores do Brasil, e o Trabalhismo, Vargas e o Varguismo, o PT e o lulismo, são expressões históricas concretas disso.

Revalorizar essa história, contra o negacionismo histórico da mídia, é o caminho para resgatarmos a política, calcada em bases históricas reais. Assim como a regulamentação do capital produtivo, com a criação de Estatais foi, pelo lado do capital, a receita de desenvolvimento e pactuação republicana no século XX brasileiro. Com uma economia mista entre público e privado, com similaridades (dadas todas as devidas proporções…) com o que a China vem fazendo desde 1978: o Brasil entre 1930 e 1980 foi um dos países que mais cresceu no mundo.

A sociedade brasileira precisa estudar sua própria história, suas palavras, seus pensadores, e se valorizar mais. E assim deixar de tratar parte de seus professores, e acadêmicos, como Cassandras ignoradas num debate público cada vez mais regido por fantasmagóricas Fake News[vi], enquanto a Troia brasileira caminha para um incêndio terminal, por ignorância induzida.

*Cristiano Addario de Abreu é doutorando em história econômica na USP.

Notas


[i] https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/06/24/pesquisas-apontam-que-400-mil-mortes-poderiam-ser-evitadas-governistas-questionam?fbclid=IwAR2o_JxcB4nOsVaURh1Ci5lm4_ZSym5gzTs9pko7SkIiDXoiyaZyJqI9a3Y

[ii] Será usado o nome do ser posto na presidência em 2018 em minúsculas propositalmente, para não colaborarmos para sua hiper exposição.

[iii] https://gmarx.fflch.usp.br/boletim-ano2-09

[iv] BRANDS, H. W. The Money Man. Capitalism, Democracy, and the hundred years war over the American dollar

[v] https://www.salon.com/2020/04/08/is-jair-bolsonaro-brazils-right-wing-president-the-new-jim-jones/

[vi] https://www.youtube.com/watch?v=UDXSfwk0g8I

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