Upresidente, memórias de um doente de fascismo – III

Giacomo Balla (Itália, 1871-1958), A velocidade de um carro + luz, 1913
Whatsapp
Facebook
Twitter
Instagram
Telegram

Por PEDRO PAULO ROCHA*

Carta ficcional sobre áudios de um suposto presidente que finge enlouquecer durante as eleições de um país real chamado Brasil

 

Carta 3

A desobediência civil de direita é o cavalo louco da vanguarda fascista! “ Nós perdemos a disputa pelo passado imediato ”!

Vozes entre cortadas desses áudios de #upresidente que finge enlouquecer para tornar transparente o real embrutecido da vertigem fascista. Quem está enlouquecendo somos nós!

A mensagem que recebi se multiplicava pelo ar condutor dos choques: “Cristo Armado!, metralhadora granada! agora na tela! notícia! A volta de um Cristo vingativo! o Cristo armado do kapitalismo do neofascismo é mutante! cruz enquanto os banco lucram pretos na prisão do navio negreiro”.

As informações se propagavam mais! Infernal Real, o nosso Upresidente, próximo da morte, encontrou sua alma gêmea, em delírio disse, eu ouvi com esses meus ouvidos, isso: “Ustra sou eu, Ustra é você, Ustra, meu irmão gêmeo, chega mais perto, olha nossa cova, se eu morrer, morre você também! Olha nossa cova, morreremos juntos, porém eu sei como podemos viver. Primeiro vamos rezar: nós dois somos um, e muitos ao mesmo tempo! Pega na minha mão! tenha fé, canta comigo : deus perdoe os torturadores! Olha a nossa morte meu irmão. Teremos um fim de glória”.

Começo aqui essa carta sobre tudo que está acontecendo faz tempo, muito tempo, e já desejo seu fim! “ Apoteose do inominável”. Roubo essa frase de alguém. Não direi de quem.

Sinto no meu corpo os dentes de um miliciano que come carne humana. Foi ontem à noite que aconteceu até quando fugi por um fio, foi por pouco que quase não morri. Hoje o fantasma continua aqui. As marcas das feridas de seus dentes de chumbo. A Boca que ainda dá choques me faz tremer até agora, lembro que os segundos não passavam… o kanibal miliciano … já passou, pensei comigo mesmo, já passou … A língua que fere me queimou! As cobras usadas pelo U torturador estavam dentro de um aquário escrito “financiadores da violência”. Ao olhar as marcas, doem, as toco, estão por toda parte do meu corpo que perdi, elas me fazem pensar no que não consigo falar. A existência de vocês diante de mim que desapareci… Não sei nada mais do que fui, eu mesmo esqueci. Não sei como estou vivo. Pode ser um sonho duplo, até que acordei, não sei, e ainda estou sendo torturado de realidade mais uma vez.

Como o grande torturador se chama agora? O grande Utorturador tem muitas máscaras! Enquanto escrevo dessa cratera chamado de um lugar qualquer tento evitar o que devo falar.

Não tenho o que fazer, vou precisar escrever essa terceira carta, gostaria de sair dessa tela real agora – é impossível que seja assim, ou atraído antes de perceber que já estou aqui sempre, estou aqui voltando sem jamais ter saído, onde te encontro desvio de outra coisa que nunca sei o que era.

Isso que não fiz pode ser mais vital do que me vejo tendo que repetir. Precisamos nos antecipar em uma diferença. Começo porque aqui estou novamente sem ter partido para continuar a esquecer do que não pára de voltar. Por isso não consigo sair dessa mensagem eco.

Ciclo vicioso. Qualquer coisa estranha que possa insurgir é a própria fuga antes ou depois – agora de cada frase que sai de si – te leva, me leva, através de outra máquina, que nunca vou contar como funciona.

A máquina real! O padre fake de fuzil rezou no fogo da insurgência fascista! As imagens se parecem com algo irreal!!

Um filme em Transe que ao se aproximar de seu fim sempre volta ao começo. A tela real no olho coloca fogo na imaginação. O cinema real pega fogo na imaginação. A imaginação perde o ar. O normal impera na sombra do seu Sol. Não vejo mais porque nossos olhos derretem na íris do concreto alarme. Até o concreto derrete na íris submersa. Ultrapassamos a próxima frase agora. Agora já é absurdo. Hoje se transforma mais rápido que ontem e amanhã porque este agora é sem fim.

Como paralisar o tempo contra a tragédia ? A Catástrofe será desviada?

Essa carta é a mais difícil de todas porque gostaria de provocar a dissolução total entre ficção e realidade. Tudo é instantâneo que um tempo cada vez mais lento desconecta as partes existentes. Porque o Real me chega tão absurdado que a ficção precisa saturar-se dele imediatamente, emergir por dentro de sua nervura, revoltada, inverter-se, contagiar-se de real contra a realidade – a imaginação provoca sufocada de real sua agora intensa perenidade.

O que pode mudar nesta voltar sem parar? Não é a loucura que ficou real, é o real que ficou louco com sua lei! O normal realizou-se, rachou no meio a fronteira concreta, impôs sua violenta lógica. As coisas que são assim como são tentam com uma força factual colonizar a imaginação que se debate contra estas sensações corporais que fazem do corpo um novo animal. Que animal sou eu?

Que horas são? A voz do Upresidente rasga, pela sala daquela casa, o ar parado que nos congela: “ As armas de fogo garantirão nossa liberdade. Estou fugindo para o centro da Terra. Mas ainda sou o comandante maior! As listas dos traidores estão aumentando! Já são mais de 56 milhões de ex-brasileiros que devem ser jogados no mar! Temos que matar todos eles!

Eles não vão conseguir destruir o futuro das nossas crianças e de suas famílias. O que está em jogo é o Brasil, é a vida de Deus, que eles querem matar! Deustroir tudo ! Ou matamos ou morremos! Não é possível mais recuar. Estamos em Guerra! Fiquem atentos para as ordens! Todas as nossas células sabem exatamente o que fazer. Os comandos serão dados na hora certa. Continuem, apenas continuem a espalhar a verdade. A verdade nos explodirá! Agora tudo vai desaparecer… não se preocupem, nossos inimigos não sabem de nada! Somos mais fortes! Vou escapar para o centro da Terra mais funda! Se eu sou Deus também posso ser o Diabo!”

Assim que acabei de ouvir outra voz arrebentou os vidros da minha esfera: “Irmãos! Jesus armado chegou, vim anunciar a guerra! Minha raiz está plantada. Nós temos ódio! A larva de Deus está em todos os buracos do meu corpo! O verme divino no torpor da minha morte. Eu vencerei como um assassino pela glória da liberdade que meu cadáver comunica. O rabo da juíza pintou um clima pedofilia santa de meu presidente eu canto por você meu mito, meu Deus terreno. Contra o mal que me abate eu vou libertar vocês. Vamos matar Os Capa Preta! Esta será minha vitória! Não me entrego! Vou plantar meu gesto! Com essa granada de cristo em uma mão e da metralhadora da Cruz na outra vou batizar todos vocês com meu sangue, sangue de quem não se rendeu. Plantando ao vivo, neste ato entre a vida e a morte, a semente da nossa luta pela liberdade. Vamos à luta! Unido o povo jamais será vencido! Se eu morrer por vocês, seus covardes, desejo do fundo do meu amor, que é divino, que vocês também morrerão por mim. Seus desgraçados! Fracos!! Vendidos! Estou com o presidente até o fim dos meus dias, mas a culpa é dele! Ou esse presidente reage ou nós teremos que fazer ele se mexer… mesmo que ele morra, mesmo que vocês morram, ter que morrer por pessoas que não reagem será minha maior maldição contra todos, contra os inimigos e contra os amigos…”.

A máquina de Celular não desliga jamais? “Sua revolta vai fazer vc pagar com a própria vida, sua força é insignificante perto de nossas armas. Nossa violência é infinitamente mais violenta que a de vocês. Todos serão exterminados, mortos, jogados no esquecimento da história. Erramos na última vez porque não eliminamos suas existências, mas agora não deixaremos ninguém passar! A sua única saída é a conversão, é sua fidelidade, fé, a palavra de Deu$”.

Vou apagar todos esses áudios! Essas memórias infinitamente alimentadas. Caixas de ecos lacradas. Jogá-las! Não suporto mais!

Ao sol do meio dia do céu caía quando vi sendo transmitidas pela internet mais de 10 mil brasileiros com metralhadoras, fuzis e granadas sinalizando das pontas das praias. De algumas janelas perto daqui muita fumaça preta sobe pela garganta da terra. De diferentes cidades partem milhares de caravanas de motoqueiros armados para o interior do país.

Senti que a Terra ia abrir em um terremoto interior vindo de mim. Algo aqui dentro fez a Terra toda tremer. E sem esperar o bairro explodiu, sumiu do mapa. Não sei mais onde estou! Socorro!!!! Escrevo sem corpo, sem linguagem, sem quase nada, com o que me restou. O que vocês leem agora é um reflexo involuntário do que não sou mais.

Os mortos nunca mudarão dali. As memórias fugiram com os sobreviventes. Nenhum tempo voltará. Ali já existiu um lugar? O buraco daquele lugar desaparecido está dentro da gente. A Terra que é de onde se vai encontrar permanece viva. Desterra. Ficou uma cratera. O vão secular. A Ferida coletiva.

A fenda num fóssil imaginário animal. O buraco está aqui no peito da Terra. Sangra Na Esfera que se quebra. No olho da pedra um rio. A tela Talha. A Terra feito de crateras. Lama assassina! Um lugar desapareceu. Não sei onde foi. Ninguém mais foi lá. Que o que você procure te encontre.

Um bairro explodiu, não sei como, mas um bairro inteiro desapareceu. No centro do vazio depois da explosão estou com um celular na mão. O celular me olha com olhos de neocapitalistas. A bateria vai acabar. Deveria deixar você morrer. Maldito. Amada máquina infernal. Eu também te olho! Sabe com que olhos? Com olhos de anarquistas saídos do futuro. Vontade de atirar um celular contra um computador. Meus olhos ardem!

O virtual jamais acorda? Nunca dormiu? Ferir-vos-eis insônia do lucro! Escapará frase do controle verbal da consciência?

Agora estou desesperado com as explosões de informação caindo sobre nós. Vejam o espetáculo mais lucrativo da Terra. A ração do virtual da necropolítica deseja agora te alimentar feito mais um rato escravizado de seu lixo. Campo de concentração mais condensado ainda. Sugados, mastigados e vomitados. Mais de mil vezes. Mais de um milhão de vezes. Mais de um bilhão de vezes. De novo, escute o sinal, mais uma vez agora. Está cansado? Vamos ao limite! Seu cansaço não me causa pena. Mesmo mortos vamos explorar seu corpo! A morte vale mais do que a vida!

Ouvia essas frases dentro das máquinas, agora essas vozes falam de mutação de homens em armas. “Nós temos uma pílula! A kapsula U, toma Ustra, toma você também, vem, abre a boca, aqui sua kapsula U! Podemos nos transformar no que quisermos. Seremos mortos vivos! Toma esse remédio da eternidade. Iremos começar a entrar no limite entre congelar e se mover. Seus braços grudaram um no outro – até que o cano de ferro fundido furado pelo meio até o fim se fará – por onde passará @ partícula fervendo em alta velocidade – Dessa forma uma Grande energia de ação se acumulará nesse novo corpo. O cérebro e o intestino colados guardam o arsenal. Pense no metal gerado de uma arma neste um segundo antes do gatilho. A temperatura esfria! Todo o corpo se contrai, se dobra. Gritante metamorfose de homem em arma. Agora a própria bala entra pelo buraco, máquina que atira entra pelo seu furo maior, está pronta para ser disparada pela boca metal Deus. O ferro morto na mão dos homens de bens! Olha irmão Ustra nós somos a arma gelada na mão quente do sistema. Estamos parados na mão de alguém fardado ou clandestino. Um tiro. Dois tiros! 3 tiros. 7, Dez tiros! U! Ouça o som de sua voz agora ! Ferro ferro ferro chumbo quente na carne perfura a partícula de deus sai do osso do capitalismo”.

Fragmentar é uma forma de tornar suportável a linearidade da assustadora ordem. Tudo começa de novo, é infinito este ciclo – como quebrá-lo ? Como estourar o ciclo se estamos perpetuamente dentro dele? Girando, girando. Sou levado sem escolha a repetição infinitesimal outra vez. Olho você comigo, hipnotizado pelo retorno ao ponto desaparecido. Vamos nos debater, tentar sair daqui?

Eu não via o que vinha, indo, indo, impossível, íamos sem saber. Arrastados, muitas pessoas, com os corpos magnetizados por uma zona de atração, levadas, presas no virtual, circulam em torno de uma estranha atmosfera inominável.

O real não parava de me queimar a pele, furar os olhos, penetrar meus ouvidos, tocar minha tela esticada até rasgar-me em ondas de comunicação vazadas pelos canais do capitalismo.

Os fantasmas me atingiram do futuro, mas eu desvio num gesto inesperado, e saio daqui de outra forma. Uma diferença se fazia e faz do rasgo uma passagem atemporal. É por aqui! Vem comigo…essa passagem no rasgo é a vertigem mais real que existe.

Não acredito mais no fim da noite. Amanhã devora ontem sem nascer. Agora são 22h52 e me perco ao começar isso, pensamento dilacerado do tempo. Se antes duvidava duvido de onde meu pensamento poderia chegar, hoje, nesta carta, não duvido do animal em mim que pensa sem Deus.

Sou do lugar que explodiu. Sou de onde tudo desaparece. Nunca caía no mesmo lugar depois da última grande explosão. Foi sucessivo, e sem cessar. Não para de não acontecer. Não para de não escrever. Onde estou agora não havia ainda sido habitado por nenhum humano. Não é a morte, não é o inferno. É o Real – olhei com a sensação de uma tela arrancada do meu corpo. Nervos virtuais para fora arrancados pelo mercado da devoração da Guerra Híbrida.

A fome do capitalismo é mais forte do que a fome das pessoas. Fome que se mata com nossos ossos mastigados. O social, a grande sala virtual de lucro e de tortura. O futuro extremo se antecipa em catástrofe, anástrofe, eco vindo do passado e do futuro, não era um fantasma do passado, não nem um fantasma, não está vindo da nossa mente, vem do mundo, diretamente dele…nele te olha!

O espelho sugou o espectro do corpo que se olhava e desapareceu com o que refletia, agora é ele que projeta no vazio até estilhaçar-se em mil kakos de kaoz

com a intensidade de mil bombas de informação. Nós não existimos mais, somos nada, bonecos semióticos ocos, mercadorias em carne exposta consumidas por mega máquinas de um Deu$ que vomita toda merda da humanidade.

Com o espelho quebrado em mil fragmentos que refletem fantasmas agora é impossível sair do simulacro. E a megamáquina continua a cantar.

Resolvi sair em fuga antes que acontecesse novamente. O celular tocou de repente – Alô? Alô? A voz bot falou: “– Você está na nossa lista! Sabemos tudo sobre sua vida. Onde mora. Onde come…que horas sai, com quem sai! Sabemos tudo de você e de sua família, não tem como fugir. A noite de ontem pode se repetir… lembra? Se você quiser se juntar a nós será perdoado. Se você se converter, nós te pagaremos por isso. Venha ser nosso irmão você também. Eu e você, tudo haver!”

A cabeça ferve a água do esgoto virtual. Nada que eu escreva será mais ficcional do que nas aparentes notícias não são apenas palavras. É uma luta com seres não humanos. Sim, não é uma luta de corpo. De armas somente.

A linguagem, mais do que uma arma, uma máquina de atos, variantes de vírus de sentidos, máquina de informação. Olho a superfície de Marte, Olho a África do meu celular. A pele preta ferida. A máscara branca chumbada. O rosto de Cristo perpétuo. Na Terra aberta alguém berra.

A máquina capitalista que anuncia a propaganda de sua necropolítica para o consumo das subjetividades. Cada clic pode ser um tiro. Um linchamento. Mecanismos cuja técnica ficou invisível. Fascismo real de um virtual ensandecido.

A fragmentação de uma fantasmagoria real revolta-se contra o organismo visível – mostra os dentes até grudar na carne viva com toda força, com fome, com raiva, de olhos fechados, pele quente. Ao tentar me afastar, tamanha a dor dilacerada, um pedaço de mim ficou na boca divina, mastigava louco, se afastava babando. Engolia meu pedaço e vinha tirar mais um outro tacho da carne aberta. Antes dele chegar muito perto com os dentes, a pedra, que tirei da minha vértebra, cavou no seu crânio um estalo de osso. O kaninal miliciano caiu, ele sangra agora um berro de dor, da sua cabeça um gaz de tortura vaza, toma o espaço, já me sentia em queda, Upresidente morria ali, eu mesmo vivo, ardia de dor, ainda olhava para aquela cara de boca na cabeça aberta, sua imagem de cabeça para baixo rodava num filme na praça sem tela projetava inominável a mão de deus que torturava antes do fim as palavras que jogava tudo novamente em seu novo início iria parar de continuar?

Assinado X

*Pedro Paulo Rocha é poeta, filósofo, cineasta, artista transmídia e esquizo-analista.

Para acessar a Carta 1 clique em https://aterraeredonda.com.br/upresidente-memorias-de-um-doente-de-sascismo/

Para acessar a Carta 1 clique em https://aterraeredonda.com.br/upresidente-memorias-de-um-doente-de-fascismo-ii/

 

O site A Terra é Redonda existe graças aos nossos leitores e apoiadores. Ajude-nos a manter esta ideia.
Clique aqui e veja como

Veja neste link todos artigos de

10 MAIS LIDOS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

__________________
  • Razões para o fim da greve nas Universidade Federaisbancos 16/05/2024 Por TADEU ALENCAR ARRAIS: A nova proposta do Governo Federal anunciada dia 15 de maio merece debate sobre continuar ou não a greve
  • Como mentir com estatísticascadeira 51 18/05/2024 Por AQUILES MELO: Os números apresentados pelo governo federal aos servidores da educação em greve mais confundem do que explicam, demonstrando, assim, desinteresse na resolução do problema
  • A “multipolaridade” e o declínio crônico do OcidenteJosé Luís Fiori 17/05/2024 Por JOSÉ LUÍS FIORI: A defesa da multipolaridade será cada vez mais a bandeira dos países e dos povos que se insurgem neste momento contra o imperium militar global exercido pelo Ocidente
  • A greve nas universidades e institutos federais não…caminho tempo 17/05/2024 Por GRAÇA DRUCK & LUIZ FILGUEIRAS: As forças de esquerda e democráticas precisam sair da passividade, como que esperando que Lula e o seu governo, bem como o STF resolvam os impasses políticos
  • A liberdade fake e o Marquês de SadeEugenio Bucci 18/05/2024 Por EUGÊNIO BUCCI: A liberdade fake, a liberdade sádica, que no fundo é a negação de toda liberdade, está levando o Brasil ao naufrágio total
  • O cavalo Caramelocavalo caramelo 15/05/2024 Por LEONARDO BOFF: Há que se admitir que nós não temos respeitado os direitos da natureza com seu valor intrínseco, nem posto sob controle nossa voracidade de devastá-la
  • A universidade operacionalMarilena Chauí 2 13/05/2024 Por MARILENA CHAUI: A universidade operacional, em termos universitários, é a expressão mais alta do neoliberalismo
  • De Hermann Cohen a Hannah Arendtcultura barcos a vela 18/05/2024 Por ARI MARCELO SOLON: Comentário sobre o livro de Miguel Vatter
  • A hora da estrela – trinta e nove anos depoisclareice 20/05/2024 Por LEANDRO ANTOGNOLI CALEFFI: Considerações sobre o filme de Suzana Amaral, em exibição nos cinemas
  • SUS, 36 anos – consolidação e incertezasPaulo Capel Narvai 15/05/2024 Por PAULO CAPEL NARVAI: O SUS não foi o “natimorto” que muitos anteviram. Quase quatro décadas depois, o SUS está institucionalmente consolidado e desenvolveu um notável processo de governança republicana

AUTORES

TEMAS

NOVAS PUBLICAÇÕES