
Argentina – a eleição de meio de mandato
Por EMILIO CAFASSI: A eleição define-se menos por um projeto de país e mais por um plebiscito de desencanto, onde o voto irado e o ceticismo administrado são as verdadeiras forças eleitorais

Por EMILIO CAFASSI: A eleição define-se menos por um projeto de país e mais por um plebiscito de desencanto, onde o voto irado e o ceticismo administrado são as verdadeiras forças eleitorais

Por TIAGO MACIEL: Prefácio do livro recém-lançado, organizado por Alexandre Linares

Por EMIR SADER: A ordem bipolar desmoronou quando um dos polos não pôde mais sustentar o peso da corrida armamentista, deixando como legado um mundo aparentemente unipolar, porém profundamente transformado por seu confronto estruturante

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: Enxergar a dívida pública como um mal a ser combatido é negar sua natureza de âncora do crédito privado, a moeda remunerada que assegura a liquidez e preserva os patrimônios em meio à

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: A credibilidade da informação não se perde apenas nos descaminhos do erro, mas na sofisticada arquitetura da manipulação, que reorganiza fatos para servir a interesses inconfessos

Por DANIEL GUERRINI: A tensão atual espelha o embate entre as forças morais de um pacto republicano e a herança arcaica de um arbítrio patriarcal que ainda pulsa nas instituições e nos corpos

Por EMILIO CAFASSI: A eleição define-se menos por um projeto de país e mais por um plebiscito de desencanto, onde o voto irado e o ceticismo administrado são as verdadeiras forças eleitorais

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