
A dança de guerra do Ocidente
Por GILBERTO LOPES: A dança de guerra baseada na expansão da OTAN e na demonização da Rússia ignora os avisos históricos, arriscando uma conflagração final em nome de um mundo unipolar que já se mostra falido

Por GILBERTO LOPES: A dança de guerra baseada na expansão da OTAN e na demonização da Rússia ignora os avisos históricos, arriscando uma conflagração final em nome de um mundo unipolar que já se mostra falido

Por LUIZ MARQUES: A tirania da intimidade e o solipsismo social corroem a res publica, substituindo a solidariedade cívica por um empreendedorismo do eu que alimenta o autoritarismo e a indiferença democrática

Por PANKAJ MISHRA: A narrativa antitotalitária que exaltou o Ocidente pós-1945 desmorona, revelando-se uma fachada moral para um projeto de poder que, ao perseguir seus monstros externos, gerou sua própria barbárie

Por EMIR SADER: O declínio da hegemonia dos Estados Unidos e a ascensão da Ásia e dos BRICS delineiam um século XXI em que o centro de gravidade global retorna ao Oriente, fortalecendo as forças progressistas

Por THIAGO GAMA: Enquanto a solução punitiva celebra a barbárie como espetáculo, a única ordem duradoura se constrói ao desarmar as causas da violência: a fome, a desigualdade e o abandono do Estado Social

Por HÉRIC MOURA: Longe de serem neutros, mapas como os do Google e Waze reconfiguram politicamente o território, destacando rotas comerciais e ocultando redes de proteção social

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