
Fragmentos XLIV
Por AIRTON PASCHOA:
Uma peça curta

Por IGNACIO DEL VALLE-DÁVILA: Apresentação do autor ao livro recém-lançado

Por LEONARDO BOFF: A sensação de que o tempo acelera pode ser o sintoma mais íntimo de que o próprio coração da Terra disparou – e nosso ritmo vital já não sintoniza com o planeta

Por PAULO GHIRALDELLI: O debate que Harvey considera idealista pode ser o único materialismo possível para descrever um mundo onde a fábrica é a cidade e nós, o algoritmo

Por HELENA PONTES DOS SANTOS: O mesmo Estado que mata nas favelas é o que legitima nos tribunais a precarização – duas faces de um genocídio que transforma corpos negros em combustível do capital

Por NICOLÁS GONÇALVES: A nostalgia que o capitalismo vende é anestesia; a que Benjamin propõe é arqueologia militante das ruínas onde dormem os futuros abortados

Por ARLENE CLEMESHA: Enquanto o genocídio transforma Gaza em laboratório da barbárie, o Brasil testa seus limites entre a retórica progressista e a ação concreta

Por LUCIANA MOLINA: O maior perigo não é a falta de leitores, mas a proliferação de livros que ensinam a substituir o pensamento crítico pela aquisição de referências vazias

Por JOSÉ DIRCEU: Enquanto a direita instrumentaliza o medo com soluções simplistas, a esquerda precisa mostrar que segurança se faz com integração, inteligência e investimento social

Por YONÁ DOS SANTOS: A pergunta que tenta ironizar a consciência negra revela, sem querer, o próprio medo: o de que um novo olhar sobre a história possa finalmente desmontar a narrativa que há séculos sustenta privilégios

Por JORGE NÓVOA & ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Enquanto se discute um novo feudalismo, o velho capitalismo segue vivo – apenas mais complexo, financeirizado e abstrato em suas formas de exploração

Por ALEXANDRE FAVARO LUCCHESI: A batalha pela segurança não será vencida com mais armas, mas com o enfrentamento do ecossistema que une finança ilícita, desigualdade e autoritarismo

Por JOSÉ LUÍS FIORI: A pergunta que persegue a Argentina não é se pagará sua dívida, mas até quando aceitará trocar sua soberania pelo eterno papel de vassalo financeiro

Por SERAPHIM PIETROFORTE: A mais radical herança de um artista não são suas composições, mas o convite permanente à superação – dos limites da arte, do pensamento e da existência

Por ANDREW KORYBKO: Sabotagem de ferrovia polonesa pode não estar nos trilhos danificados, mas na encenação cuidadosa que busca derrotar, nos corredores do poder, os frágeis avanços da diplomacia para colocar fim à guerra da Ucrânia

Por WALDEN BELLO: A suposta ruptura com o capitalismo pode ser, na verdade, sua expressão mais avançada: uma oligarquia digital onde o rentismo substitui o lucro sem alterar a natureza exploratória do sistema

Por LUCYANE DE MORAES: Mais que um conceito abstrato, a justiça é um chão que se constrói no diálogo com os excluídos, transformando a solidariedade em alicerce contra a barbárie

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: O martelo quebrado revela sua dependência de nós; o smartphone funcional esconde nossa submissão a ele – eis o paradoxo central da técnica moderna

Por MARYANNA BINDER & GUILHERME DEFINA: A verdadeira monstruosidade não estava na carapaça de Gregor Samsa, mas no silêncio que se instalou quando seu valor deixou de ser medido pela utilidade

Por IGNACIO DEL VALLE-DÁVILA: Apresentação do autor ao livro recém-lançado

Por LEONARDO BOFF: A sensação de que o tempo acelera pode ser o sintoma mais íntimo de que o próprio coração da Terra disparou – e nosso ritmo vital já não sintoniza com o planeta

Por PAULO GHIRALDELLI: O debate que Harvey considera idealista pode ser o único materialismo possível para descrever um mundo onde a fábrica é a cidade e nós, o algoritmo

Por HELENA PONTES DOS SANTOS: O mesmo Estado que mata nas favelas é o que legitima nos tribunais a precarização – duas faces de um genocídio que transforma corpos negros em combustível do capital

Por NICOLÁS GONÇALVES: A nostalgia que o capitalismo vende é anestesia; a que Benjamin propõe é arqueologia militante das ruínas onde dormem os futuros abortados

Por ARLENE CLEMESHA: Enquanto o genocídio transforma Gaza em laboratório da barbárie, o Brasil testa seus limites entre a retórica progressista e a ação concreta

Por LUCIANA MOLINA: O maior perigo não é a falta de leitores, mas a proliferação de livros que ensinam a substituir o pensamento crítico pela aquisição de referências vazias

Por JOSÉ DIRCEU: Enquanto a direita instrumentaliza o medo com soluções simplistas, a esquerda precisa mostrar que segurança se faz com integração, inteligência e investimento social

Por YONÁ DOS SANTOS: A pergunta que tenta ironizar a consciência negra revela, sem querer, o próprio medo: o de que um novo olhar sobre a história possa finalmente desmontar a narrativa que há séculos sustenta privilégios

Por JORGE NÓVOA & ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Enquanto se discute um novo feudalismo, o velho capitalismo segue vivo – apenas mais complexo, financeirizado e abstrato em suas formas de exploração

Por ALEXANDRE FAVARO LUCCHESI: A batalha pela segurança não será vencida com mais armas, mas com o enfrentamento do ecossistema que une finança ilícita, desigualdade e autoritarismo

Por JOSÉ LUÍS FIORI: A pergunta que persegue a Argentina não é se pagará sua dívida, mas até quando aceitará trocar sua soberania pelo eterno papel de vassalo financeiro

Por SERAPHIM PIETROFORTE: A mais radical herança de um artista não são suas composições, mas o convite permanente à superação – dos limites da arte, do pensamento e da existência

Por ANDREW KORYBKO: Sabotagem de ferrovia polonesa pode não estar nos trilhos danificados, mas na encenação cuidadosa que busca derrotar, nos corredores do poder, os frágeis avanços da diplomacia para colocar fim à guerra da Ucrânia

Por WALDEN BELLO: A suposta ruptura com o capitalismo pode ser, na verdade, sua expressão mais avançada: uma oligarquia digital onde o rentismo substitui o lucro sem alterar a natureza exploratória do sistema

Por LUCYANE DE MORAES: Mais que um conceito abstrato, a justiça é um chão que se constrói no diálogo com os excluídos, transformando a solidariedade em alicerce contra a barbárie

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: O martelo quebrado revela sua dependência de nós; o smartphone funcional esconde nossa submissão a ele – eis o paradoxo central da técnica moderna

Por MARYANNA BINDER & GUILHERME DEFINA: A verdadeira monstruosidade não estava na carapaça de Gregor Samsa, mas no silêncio que se instalou quando seu valor deixou de ser medido pela utilidade