
A gênese estética do ódio
Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por RICARDO ABRAMOVAY: A abundância alimentar é uma ilusão tóxica: nossa mesa está intoxicada por químicos perversos e sustentada por uma monocultura global que troca saúde por lucro e resiliência por fragilidade

Por FRANCISCO DE OLIVEIRA BARROS JÚNIOR: A canção que desvela a tristeza por trás das luzes natalinas serve de contraponto à festa mercantilizada, lembrando que a felicidade não é um brinquedo ao alcance de todos

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Entre o sagrado e o profano, entre a fixidez da tradição e a liberdade da invenção, o presépio afirma-se como artefato cultural complexo, cujo banimento reflete um secularismo intolerante

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A história do crédito no Brasil é a da lenta substituição dos sistemas sociais pré-capitalistas — do fiado, da agiotagem e do coronelismo — por um mercado financeiro nacional, um processo completado apenas com a

Por GUSTAVO FALCON: Comentário sobre o livro de Emiliano José

Por LUIS FERNANDO NOVOA GARZON: Comentário sobre o documentário dirigido por Basel Adra & Yuval Abraham

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: A teoria de Claude Lefort ilumina a ambivalência petista: o partido que emergiu da abertura democrática mostra-se, no caso da PEC do VAT, vacilante em abraçar demandas populares que surgem fora de seus canais tradicionais de representação

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por BRUNO MACHADO: O caso de López Obrador no México mostra um populismo de esquerda que, ao ocupar o terreno moral da direita, desarma seu discurso e cria espaço para reformas que um institucionalismo moderado não permitiria

Por LUIZ RENATO MARTINS: Em resposta ao golpe de 1964, Hélio Oiticica e seus pares forjaram a Nova Objetividade Brasileira, uma síntese que fundia vanguarda construtiva, cultura popular e uma consciência política radical do subdesenvolvimento

Por ARI MARCELO SOLON & EBERVAL GADELHA FIGUEIREDO JR.: A leitura da obra de Hieronymus Bosch à luz da sincronicidade jungiana revela, não uma conexão histórica com a Mesoamérica, mas uma ressonância arquetípica entre o Cristo Solar e o deus

Por LISZT VIEIRA: O temor de importar desmatamento e produtos com agrotóxicos proibidos une os camponeses franceses contra o acordo, visto como economicamente injusto e ambientalmente hipócrita

Por AARON BENANAV: O capitalismo, cujo dinamismo já elevou padrões de vida, esgota-se na estagnação oligopolista e na crise ambiental, demandando uma ordem econômica orientada por múltiplos fins, não apenas pelo lucro

Por JOÃO RODRIGO V. MARTINS: A submissão do trabalho artístico aos editais reproduz a lógica da gig economy: uma autonomia ilusória que mascara a precarização, a autodisciplina e a erosão dos laços solidários

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por RICARDO ABRAMOVAY: A abundância alimentar é uma ilusão tóxica: nossa mesa está intoxicada por químicos perversos e sustentada por uma monocultura global que troca saúde por lucro e resiliência por fragilidade

Por FRANCISCO DE OLIVEIRA BARROS JÚNIOR: A canção que desvela a tristeza por trás das luzes natalinas serve de contraponto à festa mercantilizada, lembrando que a felicidade não é um brinquedo ao alcance de todos

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Entre o sagrado e o profano, entre a fixidez da tradição e a liberdade da invenção, o presépio afirma-se como artefato cultural complexo, cujo banimento reflete um secularismo intolerante

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A história do crédito no Brasil é a da lenta substituição dos sistemas sociais pré-capitalistas — do fiado, da agiotagem e do coronelismo — por um mercado financeiro nacional, um processo completado apenas com a

Por GUSTAVO FALCON: Comentário sobre o livro de Emiliano José

Por LUIS FERNANDO NOVOA GARZON: Comentário sobre o documentário dirigido por Basel Adra & Yuval Abraham

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: A teoria de Claude Lefort ilumina a ambivalência petista: o partido que emergiu da abertura democrática mostra-se, no caso da PEC do VAT, vacilante em abraçar demandas populares que surgem fora de seus canais tradicionais de representação

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por BRUNO MACHADO: O caso de López Obrador no México mostra um populismo de esquerda que, ao ocupar o terreno moral da direita, desarma seu discurso e cria espaço para reformas que um institucionalismo moderado não permitiria

Por LUIZ RENATO MARTINS: Em resposta ao golpe de 1964, Hélio Oiticica e seus pares forjaram a Nova Objetividade Brasileira, uma síntese que fundia vanguarda construtiva, cultura popular e uma consciência política radical do subdesenvolvimento

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