
Afinidades seletivas
Por RICARDO MUSSE: Considerações sobre o livro de Perry Anderson

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Diante da dependência cognitiva que nos faz produzir muito e compreender pouco, a lucidez é o último reduto de uma universidade que ainda ousa pensar

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Diante da dependência cognitiva que nos faz produzir muito e compreender pouco, a lucidez é o último reduto de uma universidade que ainda ousa pensar