
Dois filmes sobre Gaza
Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Na “economia narrativa” descrita no livro de Robert Shiller, o contágio de uma história falsa pode moldar a realidade econômica antes que a verdade tenha chance de se erguer

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por SAMUEL KILSZTAJN: Da memória indígena exterminada ao progresso que desumaniza, Manaus encarna o ciclo perene da colonização — onde cada riqueza semeia nova ruína

Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Na “economia narrativa” descrita no livro de Robert Shiller, o contágio de uma história falsa pode moldar a realidade econômica antes que a verdade tenha chance de se erguer

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por SAMUEL KILSZTAJN: Da memória indígena exterminada ao progresso que desumaniza, Manaus encarna o ciclo perene da colonização — onde cada riqueza semeia nova ruína