
América Latina – riqueza capturada
Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por JORGE FELIX: A geopolítica do envelhecimento expõe a fragilidade do poder: ao escolher a austeridade contra os idosos, Macron desestabilizou a França e enfraqueceu a Europa

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: Uma revolução que deposita no Estado e numa elite técnica a missão de redirecionar a ciência, sem confrontar a forma-valor, é um fetichismo despolitizante que anula a luta de classes

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por J. J. PASSOS: Uma postura que substitui a fé na ruptura pela análise concreta, preservando o pensamento crítico em tempos de identidades rígidas e respostas instantâneas

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por JORGE FELIX: A geopolítica do envelhecimento expõe a fragilidade do poder: ao escolher a austeridade contra os idosos, Macron desestabilizou a França e enfraqueceu a Europa

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: Uma revolução que deposita no Estado e numa elite técnica a missão de redirecionar a ciência, sem confrontar a forma-valor, é um fetichismo despolitizante que anula a luta de classes

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por J. J. PASSOS: Uma postura que substitui a fé na ruptura pela análise concreta, preservando o pensamento crítico em tempos de identidades rígidas e respostas instantâneas