
A ilusão dissuasória brasileira
Por RENATO DAGNINO: Motiva este texto a reabertura do excelente programa Diálogo AMSUR, liderado por Antônio Granado, em 2 de fevereiro, intitulada “O Brasil e a Nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA”

Por RENATO DAGNINO: Motiva este texto a reabertura do excelente programa Diálogo AMSUR, liderado por Antônio Granado, em 2 de fevereiro, intitulada “O Brasil e a Nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA”

Por SERAPHIM PIETROFORTE: A demonização do brinquedo Labubu revela o mecanismo semiótico que, historicamente, transforma o diverso em ameaça para legitimar a exclusão de minorias

Por CHRISTIAN RIBEIRO: As esquerdas devem interpretar as pautas antirracistas e de negritudes, como elementos interpretativos da realidade social brasileira

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por GUSTAVO HASSELMANN: É preciso acreditar que o povo, a partir do mês de fevereiro próximo, pressione os parlamentares no sentido contrário à derrubada do veto do Presidente Lula

Por JOÃO PEDRO MARQUES: Ao contrário de uma sociedade onde o espaço público é respeitado e protegido, a sociedade brasileira se organiza em torno de interesses particulares e relações informais, o que dificulta o desenvolvimento de uma ética cívica sólida

Por RENATO DAGNINO: Motiva este texto a reabertura do excelente programa Diálogo AMSUR, liderado por Antônio Granado, em 2 de fevereiro, intitulada “O Brasil e a Nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA”

Por SERAPHIM PIETROFORTE: A demonização do brinquedo Labubu revela o mecanismo semiótico que, historicamente, transforma o diverso em ameaça para legitimar a exclusão de minorias

Por CHRISTIAN RIBEIRO: As esquerdas devem interpretar as pautas antirracistas e de negritudes, como elementos interpretativos da realidade social brasileira

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por GUSTAVO HASSELMANN: É preciso acreditar que o povo, a partir do mês de fevereiro próximo, pressione os parlamentares no sentido contrário à derrubada do veto do Presidente Lula

Por JOÃO PEDRO MARQUES: Ao contrário de uma sociedade onde o espaço público é respeitado e protegido, a sociedade brasileira se organiza em torno de interesses particulares e relações informais, o que dificulta o desenvolvimento de uma ética cívica sólida