
Relembrando o golpe de 11 de Setembro de 1973
Por AFRÂNIO CATANI: Meio século depois, o golpe no Chile ainda não cabe apenas nos livros de história — insiste em doer, em ensinar, em voltar

Por AFRÂNIO CATANI: Meio século depois, o golpe no Chile ainda não cabe apenas nos livros de história — insiste em doer, em ensinar, em voltar

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: Da Amazônia à caatinga, o desafio não é apenas fechar o hiato financeiro, mas romper com a lógica que transforma rios, florestas e saberes em lastro de títulos verdes

Por RUI ABREU: O grande adversário de Lula em 2026 não é Bolsonaro ou Tarcísio, mas o arcabouço fiscal que imobiliza seu governo e a falta de um projeto que mobilize a esperança para além da gestão da miséria

Por SERGIO GONZAGA DE OLIVEIRA: A desindustrialização brasileira não é fruto do acaso ou de políticas recentes, mas sim a fatura amarga de três séculos de atraso educacional, dependência tecnológica e concentração de renda

Por VALERIO ARCARY: Há uma dialética inteligente em lutar pela construção de um partido socialista que vai além dos limites do PT e, ao mesmo tempo, lutar ao lado do PT e do governo Lula contra o bolsonarismo. A ideia

Por GUILHERME E. MEYER: Comentário sobre o filme de Chloé Zhao, em cartaz nos cinemas

Por JALDES MENESES: Encontramo-nos diante de novas causalidades e de um fenômeno politicamente distinto, embora familiar em seu ethos: um “novo fascismo”. Esta categoria merece aprofundamento

Por ALLAN ALVES: Quando um ministro da Educação vem a público e conclama a categoria profissional que ele representa a buscar oportunidades de ingresso no magistério, é razoável esperar a existência de uma política. No entanto, tal política não se

Por YURI PIVOVAROV: O que Joseph Stalin conseguiu apenas parcialmente, Vladimir Putin decidiu concluir. Ele já demonstrou sua habilidade, causando uma nova “ruína” à Ucrânia. Mais precisamente, uma devastação

Por MATHEUS DALMOLIN GIUSTI: Ao tratar da ideologia que guiou a redação legislativa e orienta a interpretação do texto dela resultante, está-se a versar sobre o próprio direito positivo. A manifestação da política brasileira de ciência se dá, especialmente, no

Por JEAN TIBLE: Palestina emerge como metáfora e chave de leitura para as lutas globais, conectando a máquina de morte israelense às violências contra indígenas e periféricos no Brasil

Por TERRY EAGLETON: Primeiro capítulo do livro recém-traduzido “Tragédia”

Por RAFAEL PANSICA: A crítica de Douglas Barros perde sua força quando adota o mesmo tom debochado e elitista que pretende combater, tornando-se exemplo do que ataca

Por DANIEL FRANCISCO NAGAO MENEZES & MARCO ANTÔNIO BALEEIRO ALVES: O descompasso entre finalidade social e desenho fiscal para o cooperativismo, associativismo e demais empreendimentos solidários

Por LUCAS SILVA PAMIO: Em meio à performance digital dos algoritmos, a preservação de histórias de vida emerge como um ato político de resistência, transformando o anonimato cotidiano em patrimônio coletivo e ético

Por JOÃO CARLOS LOEBENS: A oligarquia brasileira converte o imperativo ético em ferramenta de desestabilização política, utilizando o álibi da probidade para camuflar a manutenção de privilégios seculares

Por IVAN DA COSTA MARQUES: A recepção das IAs no Brasil exige uma contabilidade material do sofrimento, substituindo a mão invisível do mercado por mãos visíveis e negociadoras em cada território

Por UGO RIVETTI: Apresentação do livro recém-traduzido de Raymond Williams

Por PAULO GHIRALDELLI: O livro de Haddad revela uma desconexão entre o ministro experiente e o acadêmico: falta a reflexão madura sobre a simbiose entre capital financeiro e capitalismo de plataforma que ele vive no dia a dia

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A abordagem heterodoxa da Escola de Campinas, com seu projeto desenvolvimentista e crítico à financeirização, enfrenta a hostilidade do mercado e da mídia neoliberal

Por AFRÂNIO CATANI: Meio século depois, o golpe no Chile ainda não cabe apenas nos livros de história — insiste em doer, em ensinar, em voltar

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Por RUI ABREU: O grande adversário de Lula em 2026 não é Bolsonaro ou Tarcísio, mas o arcabouço fiscal que imobiliza seu governo e a falta de um projeto que mobilize a esperança para além da gestão da miséria

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Por TERRY EAGLETON: Primeiro capítulo do livro recém-traduzido “Tragédia”

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