
Um país (des)governado
Por PAULO GHIRALDELLI: A guerra no Irã não é imperialismo, é o espasmo de um país sem projeto, governado por um homem que trocou promessas por bombas

Por PAULO GHIRALDELLI: A guerra no Irã não é imperialismo, é o espasmo de um país sem projeto, governado por um homem que trocou promessas por bombas

Por SAULO MATIAS DOURADO: Nos filmes indicados ao Oscar, a figura do pai emerge como sintoma de uma época que perdeu a direção do futuro e busca na transmissão um sentido

Por ANA LUIZA DA SILVA SANTOS: Considerações sobre o livro de Annie Ernaux

Por GERSON ALMEIDA: O discurso “antissistema” da direita esvazia o conceito de “sistema” de sua base material (classes sociais, controle dos meios de produção) e o desloca para uma guerra cultural vaga

Por MICHAEL ROBERTS: Trump descobriu que decapitar um regime não é o mesmo que subjugar uma nação: o Irã resiste e o preço do petróleo cobra a fatura

Por JOÃO PEDRO MARQUES: O sentido econômico da colonização brasileira: Caio Prado Jr. e o legado estrutural da dependência

Por EMILIANO JOSÉ: Os think tanks nadam em dinheiro para desenvolver avaliações, subsidiar movimentações destinadas a garantir o domínio dos EUA, para assegurar a hegemonia cultural e política desse império em decadência, mas ainda com inegável força militar

Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme dirigido por Maggie Gyllenhaal, em cartaz nos cinemas.

Por FELIPE SANCHES: As bibliotecas estão atravessadas pela política e, se negarmos seu papel político, fechamos os olhos ao seu papel estratégico no desenvolvimento cultural, educacional, científico e econômico do Brasil

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O ponto cego atual da esquerda é ela ganhar no PIB, ganhar no emprego, ganhar na redução da pobreza, mas perder na pergunta fundamental: “para onde estamos indo?”

Por GILBERTO LOPES: Contra o neoliberalismo: uma necessária reorientação da política opositora na Costa Rica

Por MARCELO AITH: A devassa da intimidade, as ilegais violações no caso Daniel Vorcaro e o linchamento moral de uma mulher inocente

Por BEATRIZ DARUJ GIL & MARCELO MÓDOLO: Mais sintaxe, menos torcida: permitir não é prescrever, inovar não é normatizar

Por LISZT VIEIRA: A guerra revelou que força militar sem estratégia política cobra um preço alto, e quem controla a escalada controla também o desfecho

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Considerações sobre o filme de Paul Thomas Anderson, em exibição nos cinemas

Por LUIZ MARQUES: A neutralidade da imprensa é a mais eficaz das ideologias: faz o golpe parecer democracia e o genocídio, conflito

Por FELIPE MELONIO: O comunismo como festa não é metáfora, mas a afirmação de que a vida em comum só vale quando transborda os enquadramentos do poder

Por ROBERTO VITAL ANAV: A crítica a governos não pode servir de álibi para legitimar a violência imperialista nem o apagamento da soberania dos povos

Por WEBER TAVARES DA SILVA JUNIOR: O debate sobre a escala 6×1 expõe como interesses econômicos moldam a narrativa pública

Por LEONARDO BOFF: A guerra moderna já não distingue combatentes de civis; humanizá-la é ilusão, cancelá-la é a única ética possível diante do genocídio

Por PAULO GHIRALDELLI: A guerra no Irã não é imperialismo, é o espasmo de um país sem projeto, governado por um homem que trocou promessas por bombas

Por SAULO MATIAS DOURADO: Nos filmes indicados ao Oscar, a figura do pai emerge como sintoma de uma época que perdeu a direção do futuro e busca na transmissão um sentido

Por ANA LUIZA DA SILVA SANTOS: Considerações sobre o livro de Annie Ernaux

Por GERSON ALMEIDA: O discurso “antissistema” da direita esvazia o conceito de “sistema” de sua base material (classes sociais, controle dos meios de produção) e o desloca para uma guerra cultural vaga

Por MICHAEL ROBERTS: Trump descobriu que decapitar um regime não é o mesmo que subjugar uma nação: o Irã resiste e o preço do petróleo cobra a fatura

Por JOÃO PEDRO MARQUES: O sentido econômico da colonização brasileira: Caio Prado Jr. e o legado estrutural da dependência

Por EMILIANO JOSÉ: Os think tanks nadam em dinheiro para desenvolver avaliações, subsidiar movimentações destinadas a garantir o domínio dos EUA, para assegurar a hegemonia cultural e política desse império em decadência, mas ainda com inegável força militar

Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme dirigido por Maggie Gyllenhaal, em cartaz nos cinemas.

Por FELIPE SANCHES: As bibliotecas estão atravessadas pela política e, se negarmos seu papel político, fechamos os olhos ao seu papel estratégico no desenvolvimento cultural, educacional, científico e econômico do Brasil

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O ponto cego atual da esquerda é ela ganhar no PIB, ganhar no emprego, ganhar na redução da pobreza, mas perder na pergunta fundamental: “para onde estamos indo?”

Por GILBERTO LOPES: Contra o neoliberalismo: uma necessária reorientação da política opositora na Costa Rica

Por MARCELO AITH: A devassa da intimidade, as ilegais violações no caso Daniel Vorcaro e o linchamento moral de uma mulher inocente

Por BEATRIZ DARUJ GIL & MARCELO MÓDOLO: Mais sintaxe, menos torcida: permitir não é prescrever, inovar não é normatizar

Por LISZT VIEIRA: A guerra revelou que força militar sem estratégia política cobra um preço alto, e quem controla a escalada controla também o desfecho

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Considerações sobre o filme de Paul Thomas Anderson, em exibição nos cinemas

Por LUIZ MARQUES: A neutralidade da imprensa é a mais eficaz das ideologias: faz o golpe parecer democracia e o genocídio, conflito

Por FELIPE MELONIO: O comunismo como festa não é metáfora, mas a afirmação de que a vida em comum só vale quando transborda os enquadramentos do poder

Por ROBERTO VITAL ANAV: A crítica a governos não pode servir de álibi para legitimar a violência imperialista nem o apagamento da soberania dos povos

Por WEBER TAVARES DA SILVA JUNIOR: O debate sobre a escala 6×1 expõe como interesses econômicos moldam a narrativa pública

Por LEONARDO BOFF: A guerra moderna já não distingue combatentes de civis; humanizá-la é ilusão, cancelá-la é a única ética possível diante do genocídio