
A política do vínculo – parte 3
Por DANI RUDÁ: Sustentar o vínculo sem promessas impossíveis é recusar-se a converter a miséria em brutalidade cotidiana. Uma ética de resistência que não muda o mundo, mas impede que se torne inteiramente inabitável

Por DANI RUDÁ: Sustentar o vínculo sem promessas impossíveis é recusar-se a converter a miséria em brutalidade cotidiana. Uma ética de resistência que não muda o mundo, mas impede que se torne inteiramente inabitável

Por CARLOS EDUARDO MARTINS: O Hemisfério Ocidental substitui o Oriente Médio na condição de espaço vital estadunidense, mas o projeto de poder mundial de Trump não delimita zonas de influência: é o de construir um império global que impeça o

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: Comentário sobre o filme dirigido por Huo Meng

Por ANDREW KORYBKO: A campanha contra o Irã não é sobre Teerã, mas sobre Pequim: o petróleo iraniano é a moeda de troca para conter a China

Por GILBERTO LOPES: Entre guerras evitáveis e hegemonias em declínio, o mundo avança sem escuta e flerta com riscos que podem se tornar irreversíveis

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A mutação ontológica de 2008 é a consolidação de um regime onde a esperança coletiva é substituída pelo cálculo individual do risco

Por DURVAL SIQUEIRA SOBRAL: Ao legitimar a pejotização, o sistema jurídico reconfigura o trabalho como negócio e não como relação social

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A violência escolar é o produto previsível de um arranjo social que normaliza o intolerável

Por GILBERTO MARINGONI: O ataque ao Irã não busca conquistar, mas decapitar: mostrar força para esconder a fragilidade da hegemonia que se perde

Por LUIZ MARQUES: O conceito de totalitarismo serviu para condenar o comunismo enquanto absolvia o fascismo, provando que as ideias também têm donos

Por JOSÉ RICARDO FIGUEIREDO: Não há nenhuma materialidade criminosa ou eticamente criticável nas acusações contra os ministros do STF, nenhuma razão para escândalo. Por isso mesmo, não prosperaram, mas ajudaram a formar o ambiente de suspeição e crítica

Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A defesa da liberdade transforma-se em método de intervenção permanente, onde a violência aparece como gesto civilizatório

Por CAIO BUGIATO: O imperialismo permanece como estrutura ativa de dominação, agora exercido de forma aberta por um poder em declínio

Por KRISTIAN FEIGELSON & EBRAHIM SALIMIKOUCHI: A terra arrasada prometida pelos mulás pode ser o único legado de um regime que sacrificou o futuro pelo controle do presente

Por RENATO FRANCISCO DOS SANTOS PAULA: A cultura é mercadoria, mas também campo de batalha onde fissuras podem reabrir o pensável

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: Entre a apoteose dos retroativos e a liturgia dos penduricos, a república aprendeu a nadar sobre o teto sem jamais tocá-lo

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: Quando o risco vira culpa individual, o sofrimento deixa de ser exceção e vira regra

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Pedem-me que, como aluna de Florestan Fernandes, fale sobre o impacto de sua presença e de sua atuação na Universidade

Por LINIANE HAAG BRUM: Comentário sobre o livro recém-lançado do cineasta Ugo Giorgetti.

Por DANI RUDÁ: Sustentar o vínculo sem promessas impossíveis é recusar-se a converter a miséria em brutalidade cotidiana. Uma ética de resistência que não muda o mundo, mas impede que se torne inteiramente inabitável

Por CARLOS EDUARDO MARTINS: O Hemisfério Ocidental substitui o Oriente Médio na condição de espaço vital estadunidense, mas o projeto de poder mundial de Trump não delimita zonas de influência: é o de construir um império global que impeça o

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: Comentário sobre o filme dirigido por Huo Meng

Por ANDREW KORYBKO: A campanha contra o Irã não é sobre Teerã, mas sobre Pequim: o petróleo iraniano é a moeda de troca para conter a China

Por GILBERTO LOPES: Entre guerras evitáveis e hegemonias em declínio, o mundo avança sem escuta e flerta com riscos que podem se tornar irreversíveis

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A mutação ontológica de 2008 é a consolidação de um regime onde a esperança coletiva é substituída pelo cálculo individual do risco

Por DURVAL SIQUEIRA SOBRAL: Ao legitimar a pejotização, o sistema jurídico reconfigura o trabalho como negócio e não como relação social

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A violência escolar é o produto previsível de um arranjo social que normaliza o intolerável

Por GILBERTO MARINGONI: O ataque ao Irã não busca conquistar, mas decapitar: mostrar força para esconder a fragilidade da hegemonia que se perde

Por LUIZ MARQUES: O conceito de totalitarismo serviu para condenar o comunismo enquanto absolvia o fascismo, provando que as ideias também têm donos

Por JOSÉ RICARDO FIGUEIREDO: Não há nenhuma materialidade criminosa ou eticamente criticável nas acusações contra os ministros do STF, nenhuma razão para escândalo. Por isso mesmo, não prosperaram, mas ajudaram a formar o ambiente de suspeição e crítica

Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A defesa da liberdade transforma-se em método de intervenção permanente, onde a violência aparece como gesto civilizatório

Por CAIO BUGIATO: O imperialismo permanece como estrutura ativa de dominação, agora exercido de forma aberta por um poder em declínio

Por KRISTIAN FEIGELSON & EBRAHIM SALIMIKOUCHI: A terra arrasada prometida pelos mulás pode ser o único legado de um regime que sacrificou o futuro pelo controle do presente

Por RENATO FRANCISCO DOS SANTOS PAULA: A cultura é mercadoria, mas também campo de batalha onde fissuras podem reabrir o pensável

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: Entre a apoteose dos retroativos e a liturgia dos penduricos, a república aprendeu a nadar sobre o teto sem jamais tocá-lo

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: Quando o risco vira culpa individual, o sofrimento deixa de ser exceção e vira regra

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Pedem-me que, como aluna de Florestan Fernandes, fale sobre o impacto de sua presença e de sua atuação na Universidade

Por LINIANE HAAG BRUM: Comentário sobre o livro recém-lançado do cineasta Ugo Giorgetti.