
Em defesa da soberania da Venezuela e repúdio à agressão imperialista
Por VÁRIAS ENTIDADES: Solidariedade ao povo venezuelano em seu legítimo direito de defesa e luta por sua soberania e liberdade

Por VÁRIAS ENTIDADES: Solidariedade ao povo venezuelano em seu legítimo direito de defesa e luta por sua soberania e liberdade

Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ, ARLEI OLAVO EVARISTO, ESTER DIAS DA SILVA BATISTA, LUCAS GONÇALVES DA GAMA & IZABELA VICTÓRIA PEREIRA: A plataformização da vida em dados, controlada pelas Big Techs, pasteuriza o trabalho vivo, esvazia a educação crítica e naturaliza

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Diante da dependência cognitiva que nos faz produzir muito e compreender pouco, a lucidez é o último reduto de uma universidade que ainda ousa pensar

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE & LENON VICTOR XAVIER BRASIL: Análise do livro de Theotônio dos Santos examina como a Revolução Científico-Técnica tensiona as fronteiras do capitalismo, transformando a ciência em força produtiva central e potencial ferramenta de emancipação social

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: O avanço de uma estratégia transacional e coercitiva dos Estados Unidos sobre a América Latina marca o fim da retórica liberal e coloca em xeque a soberania nacional frente à disputa por recursos estratégicos

Por REGINALDO NASSER: Uma análise das transformações da Doutrina Monroe revela como os EUA transitaram do isolacionismo regional para um intervencionismo global fundamentado na expansão comercial e no poder das sanções econômicas

Por CELSO PINTO DE MELO: O contraste é brutal: a China integra; o Brasil fragmenta. Nossa escolha não é entre fazer ou não inovação, mas entre permanecer um arquipélago de boas ideias ou nos tornarmos um continente de realizações

Por RICARDO NEDER: O uso estratégico de grandes volumes de dados e algoritmos sociais pode converter a atual invisibilidade do trabalho informal em um sistema nacional de emprego e renda focado na economia popular e solidária

Por FERNÃO PESSOA RAMOS:
Kleber Mendonça consolida sua linhagem ao fundir o realismo social brasileiro com a autorreflexão pós-moderna, usando o verniz trash e a intertextualidade genérica não como mero pastiche, mas como lente crítica para dissecar a violência

Por VÁRIAS ENTIDADES: Solidariedade ao povo venezuelano em seu legítimo direito de defesa e luta por sua soberania e liberdade

Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ, ARLEI OLAVO EVARISTO, ESTER DIAS DA SILVA BATISTA, LUCAS GONÇALVES DA GAMA & IZABELA VICTÓRIA PEREIRA: A plataformização da vida em dados, controlada pelas Big Techs, pasteuriza o trabalho vivo, esvazia a educação crítica e naturaliza

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Diante da dependência cognitiva que nos faz produzir muito e compreender pouco, a lucidez é o último reduto de uma universidade que ainda ousa pensar

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE & LENON VICTOR XAVIER BRASIL: Análise do livro de Theotônio dos Santos examina como a Revolução Científico-Técnica tensiona as fronteiras do capitalismo, transformando a ciência em força produtiva central e potencial ferramenta de emancipação social

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: O avanço de uma estratégia transacional e coercitiva dos Estados Unidos sobre a América Latina marca o fim da retórica liberal e coloca em xeque a soberania nacional frente à disputa por recursos estratégicos

Por REGINALDO NASSER: Uma análise das transformações da Doutrina Monroe revela como os EUA transitaram do isolacionismo regional para um intervencionismo global fundamentado na expansão comercial e no poder das sanções econômicas

Por CELSO PINTO DE MELO: O contraste é brutal: a China integra; o Brasil fragmenta. Nossa escolha não é entre fazer ou não inovação, mas entre permanecer um arquipélago de boas ideias ou nos tornarmos um continente de realizações

Por RICARDO NEDER: O uso estratégico de grandes volumes de dados e algoritmos sociais pode converter a atual invisibilidade do trabalho informal em um sistema nacional de emprego e renda focado na economia popular e solidária

Por FERNÃO PESSOA RAMOS:
Kleber Mendonça consolida sua linhagem ao fundir o realismo social brasileiro com a autorreflexão pós-moderna, usando o verniz trash e a intertextualidade genérica não como mero pastiche, mas como lente crítica para dissecar a violência