
Esperança sem otimismo
Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por FRANCISCO TEIXEIRA: O debate entre a valorização cultural de Gilberto Freyre e o materialismo de Caio Prado Júnior revela o abismo epistemológico que molda as interpretações sobre a contribuição negra e a herança escravista no Brasil

Por FLÁVIO AGUIAR: Enquanto o governo consolida vitórias diplomáticas e econômicas, as oposições enfrentam um cenário de fragmentação, marcado por tentativas frustradas de pautar a segurança pública e a política externa

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: O dilema brasileiro permanece: como construir soberania tecnológica quando o mercado de trabalho ainda reflete a lógica colonial do emprego precário e da informalidade estrutural?

Por LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA: O desenvolvimento é uma construção que exige mais que generosidade: demanda investimento soberano e a coragem de desafiar as amarras do imperialismo

Por LUIZ BERNARDO PERICÁS: Uma trajetória de constante reinvenção, da marginalidade ao internacionalismo, cujo pensamento evoluiu do nacionalismo negro para uma luta global contra a opressão, unindo raça, classe e anticolonialismo

Por RICARDO ABRAMOVAY: A abundância alimentar é uma ilusão tóxica: nossa mesa está intoxicada por químicos perversos e sustentada por uma monocultura global que troca saúde por lucro e resiliência por fragilidade

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A história do crédito no Brasil é a da lenta substituição dos sistemas sociais pré-capitalistas — do fiado, da agiotagem e do coronelismo — por um mercado financeiro nacional, um processo completado apenas com a

Por LUIZ RENATO MARTINS: Em resposta ao golpe de 1964, Hélio Oiticica e seus pares forjaram a Nova Objetividade Brasileira, uma síntese que fundia vanguarda construtiva, cultura popular e uma consciência política radical do subdesenvolvimento

Por JOÃO PEDRO STEDILE: Prefácio à nova edição do livro de Celso Furtado

Por TARSO GENRO: A eleição do muçulmano de esquerda Zohran Mamdani personifica uma insurgência contra a decadência iluminista dos EUA, traduzindo as antinomias do sonho americano numa linguagem política nova e comovente

Por DENNIS DE OLIVEIRA: A escolha de Datena reflete a instrumentalização da TV Brasil, onde a lógica comercial e a busca por capital político suplantam a missão de construir uma esfera pública plural e distante do sensacionalismo

Por JEAN MARC VON DER WEID: O caso da Dosimetria evidencia a lógica do acordão, com o STF, Congresso e Executivo barganhando interesses para anistiar golpistas, transformando o axioma de Jucá na regra que rege as instituições

Por GILBERTO LOPES: A dança de guerra baseada na expansão da OTAN e na demonização da Rússia ignora os avisos históricos, arriscando uma conflagração final em nome de um mundo unipolar que já se mostra falido

Por EUGÊNIO BUCCI: Ainda existe o leitor hegeliano, aquele que inicia o dia com o jornal como uma “oração matinal” racional, em contraste com a audiência atual, fugaz e emocional, ou com os algoritmos que agora consomem notícias?

Por PAULO CAPEL NARVAI:
Em 37 anos de SUS, conselhos e conferências de saúde foram decisivos para moldar no Brasil um sistema universal de saúde sui generis

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