
Caro Pier Paolo
Por MARIAROSARIA FABRIS: No quinquagésimo aniversário de sua morte, Pasolini nas lembranças de Dacia Maraini

Por MARIAROSARIA FABRIS: No quinquagésimo aniversário de sua morte, Pasolini nas lembranças de Dacia Maraini

Por ARLENE CLEMESHA: Enquanto o genocídio transforma Gaza em laboratório da barbárie, o Brasil testa seus limites entre a retórica progressista e a ação concreta

Por JOSÉ LUÍS FIORI: A pergunta que persegue a Argentina não é se pagará sua dívida, mas até quando aceitará trocar sua soberania pelo eterno papel de vassalo financeiro

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A verdadeira invenção da Amazônia não está na floresta homogênea, mas no mosaico de seis padrões econômicos que disputam o território, cada qual externalizando custos sociais e ambientais de forma distinta

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A técnica digital, longe de ser um destino neutro, é o novo campo onde se encenam as velhas assimetrias entre nações soberanas e nações historicamente subordinadas

Por EUGÊNIO BUCCI: A genialidade do filme está em sua forma desalinhada, que espelha o arbítrio de uma época onde crime e Estado se confundiam numa realidade fantasmagórica e irracional

Por MARILIA PACHECO FIORILLO: Enquanto a justiça internacional tropeça na sua lentidão, a verdadeira resistência floresce nas sombras: crianças que, com livros nas mãos, convertem a fuga diária em um ato silencioso de desafio e esperança

Por CLAUDIO KATZ: A epopeia da resistência palestina revela o fracasso de Netanyahu em obter a rendição, forçando acordos e provando que a perseverança na luta pode impor derrotas a um exército considerado imbatível

Por VALERIO ARCARY: A verdadeira coragem política reside em navegar a tensão necessária: usar a frente ampla como trincheira tática sem nela se aprisionar, mantendo a estratégia de transformação antineoliberal como bússola

Por LUIZ RENATO MARTINS: A violência formal da Nova Figuração sequestrou o ícone pop para devorá-lo, transformando o fetiche do consumo em um espelho cortante das contradições de uma modernização periférica e autoritária

Por RUBEN BAUER NAVEIRA: A nova geografia do poder militar não se mede por territórios, mas pelo domínio do poder computacional e da rede que transforma o campo de batalha numa zona de aniquilação transparente e digital

Por JEAN MARC VON DER WEID: A brutal contraofensiva da extrema direita mostra a sua estratégia para derrotar Lula em 2026

Por PAULO SILVEIRA: O preço da Revolução é pago na carne de seus filhos, que carregam ao mesmo tempo o orgulho da solidariedade e as cicatrizes da inflexibilidade

Por TALES AB’SÁBER: Lô Borges ensinou que o sagrado na arte não se revela na repetição vazia, mas no encontro único que atravessa o sujeito e transforma a escuta em uma experiência de vida irreprodutível

Por HENRI ACSELRAD: Para além da tragédia abrupta, o desastre é um processo contínuo de transferência de custos, onde a “vida ecológica dos rejeitos” expropria o futuro de comunidades inteiras em nome do lucro

Por LEONARDO BOFF: A resposta à desumanização não está na teologia ou na filosofia, mas na práxis ininterrupta de quem se levanta para semear vida onde o poder só produz morte

Por FERNÃO PESSOA RAMOS: Obra de Jean-Claude Bernardet inventou um pensamento cinematográfico brasileiro ao colocar no centro a questão ética da alteridade: como o cineasta de uma classe pode representar o povo de outra sem trair sua essência?

Por PAULO SÉRGIO PINHEIRO: Mais de trinta anos após o Carandiru, a espetacularização do extermínio persiste não por ineficiência, mas como projeto de poder que instrumentaliza a morte para fins políticos, desafiando o Estado Democrático de Direito

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