
Nota sobre “Os Lusíadas”
Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme dirigido por Kaouther Ben Hania, em exibição nos cinemas

Por MARIA EUGENIA BOAVENTURA: Introdução da organizadora ao livro póstumo de Guilherme de Almeida

Por FELIPE MARCONDES VATAVUK DA COSTA: A intervenção de Caró transformou o abandono institucional em ato político-poético: onde a universidade viu ruína, ele cultivou um refúgio de vida que desautorizou a negligência

Por PETER D. THOMAS: Prefácio ao livro recém-editado de Gianni Fresu

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Na “economia narrativa” descrita no livro de Robert Shiller, o contágio de uma história falsa pode moldar a realidade econômica antes que a verdade tenha chance de se erguer

Por JOSÉ CRISÓSTOMO DE SOUZA: Apresentação do autor ao livro recém-publicado

Por RICARDO EVANDRO SANTOS MARTINS: Entre a fitoterapia de Agnes e a poética de Shakespeare, o filme revela como o saber silenciado das mulheres e o trabalho de luto desafiam a fronteira da morte

Por JULIO CESAR TELES: Aline Bei coreografa a persistência do vivido: seus romances não superam a dor, mas ensinam a carregá-la, transformando ausências em uma gramática delicada do existir

Por GUILHERME E. MEYER: A poesia de Sean Bonney era um grito material contra o capitalismo: uma fúria vital que transformava o verso em arma e a existência em testamento coletivo, recusando qualquer conciliação com o mundo que o corroía

Por KRISTIAN FEIGELSON: A obra de Krasznahorkai é um labirinto melancólico onde a história húngara, com seus traumas totalitários, se funde a uma visão apocalíptica do presente, numa prosa que é, ela mesma, um ato de resistência silenciosa

Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme dirigido por Chloé Zhao, em cartaz nos cinemas

Por LUÍS AUGUSTO FISCHER: Comentário sobre o livro de João Adolfo Hansen, organizado por Cilaine Alves Cunha & Mayra Laudanna

Por ARI MARCELO SOLON & ALEXANDRE DE LIMA CASTRO TRANJAN: Comentário sobre o livro, recém-lançado, de Rafael Padial

Por STEPHANIE DA SILVA BORGES: No exílio francês, Augusto Boal levou o Teatro do Oprimido a novos patamares, escrevendo peças que traduzem opressões do “primeiro mundo” e transformam o impasse social em potência cênica

Por ANDRESSA ANTUNES & MAURO FRANCO NETO: O filme opta por uma violência oblíqua e um passado fragmentado, revelando como o autoritarismo se entranha no cotidiano através de micropoderes e corrupção ordinária

Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

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Por PETER D. THOMAS: Prefácio ao livro recém-editado de Gianni Fresu

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Por RICARDO EVANDRO SANTOS MARTINS: Entre a fitoterapia de Agnes e a poética de Shakespeare, o filme revela como o saber silenciado das mulheres e o trabalho de luto desafiam a fronteira da morte

Por JULIO CESAR TELES: Aline Bei coreografa a persistência do vivido: seus romances não superam a dor, mas ensinam a carregá-la, transformando ausências em uma gramática delicada do existir

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Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

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