
A herança maldita
Por SERGIO GONZAGA DE OLIVEIRA: A desindustrialização brasileira não é fruto do acaso ou de políticas recentes, mas sim a fatura amarga de três séculos de atraso educacional, dependência tecnológica e concentração de renda

Por SERGIO GONZAGA DE OLIVEIRA: A desindustrialização brasileira não é fruto do acaso ou de políticas recentes, mas sim a fatura amarga de três séculos de atraso educacional, dependência tecnológica e concentração de renda

Por ABIMAEL FRANCISCO DE SOUZA: O acordo Mercosul-UE, embora amplie o acesso comercial, pode aprofundar a reprimarização da economia brasileira e sua dependência tecnológica, consolidando uma inserção subordinada no cenário global

Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por BERNARDO RICUPERO: A operação contra Maduro revela a hegemonia dos EUA na América Latina em transição: de uma combinação de consentimento e coerção para o predomínio da força bruta, característica de uma potência em declínio

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, outrora ferramenta crítica da dependência latino-americana, ressignifica-se como racionalidade operacional que naturaliza a coexistência entre excelência e precariedade

Por JEAN MARC VON DER WEID: A ação de Trump na Venezuela não é movida apenas pelo petróleo, mas pela reafirmação do controle geopolítico no “quintal” americano e pelo bloqueio da influência chinesa, usando uma combinação de força bruta e

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade

Por SERGIO GONZAGA DE OLIVEIRA: A desindustrialização brasileira não é fruto do acaso ou de políticas recentes, mas sim a fatura amarga de três séculos de atraso educacional, dependência tecnológica e concentração de renda

Por ABIMAEL FRANCISCO DE SOUZA: O acordo Mercosul-UE, embora amplie o acesso comercial, pode aprofundar a reprimarização da economia brasileira e sua dependência tecnológica, consolidando uma inserção subordinada no cenário global

Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por BERNARDO RICUPERO: A operação contra Maduro revela a hegemonia dos EUA na América Latina em transição: de uma combinação de consentimento e coerção para o predomínio da força bruta, característica de uma potência em declínio

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, outrora ferramenta crítica da dependência latino-americana, ressignifica-se como racionalidade operacional que naturaliza a coexistência entre excelência e precariedade

Por JEAN MARC VON DER WEID: A ação de Trump na Venezuela não é movida apenas pelo petróleo, mas pela reafirmação do controle geopolítico no “quintal” americano e pelo bloqueio da influência chinesa, usando uma combinação de força bruta e

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade