
América Latina – riqueza capturada
Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: Uma revolução que deposita no Estado e numa elite técnica a missão de redirecionar a ciência, sem confrontar a forma-valor, é um fetichismo despolitizante que anula a luta de classes

Por RODRIGO ARDISSOM DE SOUZA & DOUGLAS CARVALHO RIBEIRO:
A soberania sobre o subsolo é ilusória sem autonomia tecnológica: o Brasil repete, nas terras raras, a sina histórica de fornecedor subalterno na cadeia global de valor

Por RENATO DAGNINO: A universidade não será o lugar que questiona a IA enquanto for refém da elite científica que, em nome da neutralidade, há muito capitulou ao capitalismo cognitivo

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A ciência brasileira, volumosa mas periférica, precisa romper com a dependência das agendas do Norte e vincular-se às urgências sociais e territoriais do país

Por JOÃO FRANCISCO CASSINO & RICARDO BIMBO: A tecnociência solidária propõe uma revolução epistemológica: substituir a métrica das patentes pelos comuns do conhecimento, alinhando ciência às urgências sociais e não ao mercado

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Ao desconstruir o mito do “falar errado”, a ciência da linguagem revela que o preconceito linguístico é uma extensão da discriminação social dirigida a grupos historicamente marginalizados

Por TALES AB’SABER: O cinema blockbuster é a expressão suprema do tecno-mundismo: uma ocupação total do espaço visual que espelha e naturaliza a lógica do controle global, onde até a destruição vira entretenimento inofensivo

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por MÁRCIA REGINA BARROS DA SILVA: Mais do que uma trajetória de ausências, a história das ciências no Brasil é um complexo entrelaçamento entre poder, sociedade e conhecimento, revelando uma busca por modos próprios de fazer e pensar

Por MARCIO POCHMANN: A desigualdade informacional nasce quando os dados granulares do século XXI residem em oligopólios privados, enquanto o Estado luta para manter a legitimidade e comparabilidade das estatísticas oficiais

Por MARCELO KNORICH ZUFFO: Enquanto o Brasil vende quartzo a preço de areia, importa chips a preço de joias, perpetuando um déficit comercial que é, antes de tudo, um déficit de projeto nacional e de vontade industrial

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Considerações sobre o uso da inteligência artificial por matérias esportivas no Brasil para prever o desempenho dos times de futebol

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE & LENON VICTOR XAVIER BRASIL: Análise do livro de Theotônio dos Santos examina como a Revolução Científico-Técnica tensiona as fronteiras do capitalismo, transformando a ciência em força produtiva central e potencial ferramenta de emancipação social

Por CELSO PINTO DE MELO: O contraste é brutal: a China integra; o Brasil fragmenta. Nossa escolha não é entre fazer ou não inovação, mas entre permanecer um arquipélago de boas ideias ou nos tornarmos um continente de realizações

Por RICARDO NEDER: O uso estratégico de grandes volumes de dados e algoritmos sociais pode converter a atual invisibilidade do trabalho informal em um sistema nacional de emprego e renda focado na economia popular e solidária

Por VIEGAS FERNANDES DA COSTA: O embate entre a liberdade de expressão e a regulação das redes revela uma disputa pelo controle do “arquivo confessional” da humanidade, onde a exposição voluntária dos sujeitos alimenta sofisticadas estratégias de disciplina e controle

Por BARBARA COELHO NEVES: O fenômeno da alucinação na inteligência artificial revela o abismo entre a probabilidade estatística e a verdade factual, expondo os riscos de sistemas que priorizam a coerência semântica em detrimento da precisão

Por KAUÊ BIANCO: A recomposição do controle público sobre as ações votantes da Petrobras apresenta-se como um imperativo para converter a gigante petrolífera em motor da reindustrialização e da soberania tecnológica brasileira

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

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A soberania sobre o subsolo é ilusória sem autonomia tecnológica: o Brasil repete, nas terras raras, a sina histórica de fornecedor subalterno na cadeia global de valor

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Por JOÃO FRANCISCO CASSINO & RICARDO BIMBO: A tecnociência solidária propõe uma revolução epistemológica: substituir a métrica das patentes pelos comuns do conhecimento, alinhando ciência às urgências sociais e não ao mercado

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Ao desconstruir o mito do “falar errado”, a ciência da linguagem revela que o preconceito linguístico é uma extensão da discriminação social dirigida a grupos historicamente marginalizados

Por TALES AB’SABER: O cinema blockbuster é a expressão suprema do tecno-mundismo: uma ocupação total do espaço visual que espelha e naturaliza a lógica do controle global, onde até a destruição vira entretenimento inofensivo

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

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Por CELSO PINTO DE MELO: O contraste é brutal: a China integra; o Brasil fragmenta. Nossa escolha não é entre fazer ou não inovação, mas entre permanecer um arquipélago de boas ideias ou nos tornarmos um continente de realizações

Por RICARDO NEDER: O uso estratégico de grandes volumes de dados e algoritmos sociais pode converter a atual invisibilidade do trabalho informal em um sistema nacional de emprego e renda focado na economia popular e solidária

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