
A voz de Hind Rajab
Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme dirigido por Kaouther Ben Hania, em exibição nos cinemas

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Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por RICARDO EVANDRO SANTOS MARTINS: Entre a fitoterapia de Agnes e a poética de Shakespeare, o filme revela como o saber silenciado das mulheres e o trabalho de luto desafiam a fronteira da morte

Por TALES AB’SABER: O cinema blockbuster é a expressão suprema do tecno-mundismo: uma ocupação total do espaço visual que espelha e naturaliza a lógica do controle global, onde até a destruição vira entretenimento inofensivo

Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme dirigido por Chloé Zhao, em cartaz nos cinemas

Por LEOJORGE PANEGALLI: A indústria cultural gerencia o cansaço do Eu e a fantasia do herói, mas seu sucesso também expõe uma fome subjetiva por narrativas de resistência coletiva e justiça, traindo um impulso revolucionário adormecido

Por ANDRESSA ANTUNES & MAURO FRANCO NETO: O filme opta por uma violência oblíqua e um passado fragmentado, revelando como o autoritarismo se entranha no cotidiano através de micropoderes e corrupção ordinária

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em “Cabras da Peste” e a reconstrução sensível da memória cultural em “Luiz Gonzaga: Légua Tirana”

Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro

Por FERNÃO PESSOA RAMOS:
Kleber Mendonça consolida sua linhagem ao fundir o realismo social brasileiro com a autorreflexão pós-moderna, usando o verniz trash e a intertextualidade genérica não como mero pastiche, mas como lente crítica para dissecar a violência

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO:
Comentário sobre o livro de Ana Maria Bahiana

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: Comentário sobre o documentário dirigido por Thierry Frémaux, em exibição nos cinemas

Por RENAKE DAVID: Do “cataclismo antropológico” à era dos algoritmos: uma análise sobre como a ditadura do consumo e a homogeneização cultural degradam a subjetividade humana e pavimentam o caminho para novas formas de opressão

Por LUIS FERNANDO NOVOA GARZON: Comentário sobre o documentário dirigido por Basel Adra & Yuval Abraham

Por JOÃO LANARI BO: Comentário sobre o filme de Richard Linklater, em exibição nos cinemas

Por PAULO GHIRALDELLI: Entre a extinção do leitor de Hegel e a profecia de Nietzsche sobre a imprensa, emerge a figura do videota: o homem da tela, cuja interação aloprada com o digital molda uma esfera pública fraturada e regida

Por RICARDO ANTUNES:
Se em “Eu, Daniel Blake” a máquina burocrática mata, em “Você Não Estava Aqui” é o algoritmo que destrói a família: eis o retrato implacável do capitalismo contemporâneo

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