
A cabeleira, o fantasma e a inteligência artificial
Por PAULO GHIRALDELLI: Ao confundir simulacro probabilístico com pensamento, Natália Beauty e Paulo Markun ignoram que a IA opera sem semântica, apenas com semiótica vazia

Por PAULO GHIRALDELLI: Ao confundir simulacro probabilístico com pensamento, Natália Beauty e Paulo Markun ignoram que a IA opera sem semântica, apenas com semiótica vazia

Por EUGÊNIIO BUCCI: A imprensa não deve ser medida pela régua partidária, mas pela precisão com que revela os fatos que a política prefere esconder

Por SERAPHIM PIETROFORTE: A demonização do brinquedo Labubu revela o mecanismo semiótico que, historicamente, transforma o diverso em ameaça para legitimar a exclusão de minorias

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

Por EMIR SADER: A academia, ao engolir o intelectual público, trocou a praça pelo campus e a língua comum pelo jargão — e, com isso, silenciou-se uma voz essencial para o debate democrático

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Por SANDRA BITENCOURT: Entre o boicote ideológico a um anúncio de chinelos e a fragilidade ética do jornalismo de denúncia, o cenário comunicacional revela como o manejo de antagonismos e a ausência de métodos rigorosos ameaçam a democracia

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por GUSTAVO FALCON: Comentário sobre o livro de Emiliano José

Por PAULO GHIRALDELLI: Entre a extinção do leitor de Hegel e a profecia de Nietzsche sobre a imprensa, emerge a figura do videota: o homem da tela, cuja interação aloprada com o digital molda uma esfera pública fraturada e regida

Por LUCYANE DE MORAES: O pronunciamento contra o SBT News exemplifica a substituição do logos pela doxa, onde a retórica emocional e inconsistente busca persuadir sem qualquer compromisso com a verdade ou a racionalidade

Por DENNIS DE OLIVEIRA: A escolha de Datena reflete a instrumentalização da TV Brasil, onde a lógica comercial e a busca por capital político suplantam a missão de construir uma esfera pública plural e distante do sensacionalismo

Por EUGÊNIO BUCCI: Ainda existe o leitor hegeliano, aquele que inicia o dia com o jornal como uma “oração matinal” racional, em contraste com a audiência atual, fugaz e emocional, ou com os algoritmos que agora consomem notícias?

Por SUELLEN TOBLER: Enquanto milionários sonham com a presidência, a verdadeira liderança indígena enfrenta um novo extrativismo: o colonialismo digital que rouba dados, histórias e futuros

Por ALEXANDRE LINARES: A militância de Asad Haider estava no gesto que entrelaça a dor do corpo racializado com a análise implacável das estruturas

Por EMILIANO JOSÉ: Atravessado pela luta de classes, e a serviço da burguesia, o jornalismo torna-se instrumento essencial da contrarrevolução, condição da qual jamais saiu

Por VENÍCIO A. DE LIMA: O “horror metafísico” do envelhecimento: por que a busca espiritual na velhice não é fuga, mas uma forma superior de militância

Por PAULO GHIRALDELLI: Ao confundir simulacro probabilístico com pensamento, Natália Beauty e Paulo Markun ignoram que a IA opera sem semântica, apenas com semiótica vazia

Por EUGÊNIIO BUCCI: A imprensa não deve ser medida pela régua partidária, mas pela precisão com que revela os fatos que a política prefere esconder

Por SERAPHIM PIETROFORTE: A demonização do brinquedo Labubu revela o mecanismo semiótico que, historicamente, transforma o diverso em ameaça para legitimar a exclusão de minorias

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

Por EMIR SADER: A academia, ao engolir o intelectual público, trocou a praça pelo campus e a língua comum pelo jargão — e, com isso, silenciou-se uma voz essencial para o debate democrático

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Por SANDRA BITENCOURT: Entre o boicote ideológico a um anúncio de chinelos e a fragilidade ética do jornalismo de denúncia, o cenário comunicacional revela como o manejo de antagonismos e a ausência de métodos rigorosos ameaçam a democracia

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por GUSTAVO FALCON: Comentário sobre o livro de Emiliano José

Por PAULO GHIRALDELLI: Entre a extinção do leitor de Hegel e a profecia de Nietzsche sobre a imprensa, emerge a figura do videota: o homem da tela, cuja interação aloprada com o digital molda uma esfera pública fraturada e regida

Por LUCYANE DE MORAES: O pronunciamento contra o SBT News exemplifica a substituição do logos pela doxa, onde a retórica emocional e inconsistente busca persuadir sem qualquer compromisso com a verdade ou a racionalidade

Por DENNIS DE OLIVEIRA: A escolha de Datena reflete a instrumentalização da TV Brasil, onde a lógica comercial e a busca por capital político suplantam a missão de construir uma esfera pública plural e distante do sensacionalismo

Por EUGÊNIO BUCCI: Ainda existe o leitor hegeliano, aquele que inicia o dia com o jornal como uma “oração matinal” racional, em contraste com a audiência atual, fugaz e emocional, ou com os algoritmos que agora consomem notícias?

Por SUELLEN TOBLER: Enquanto milionários sonham com a presidência, a verdadeira liderança indígena enfrenta um novo extrativismo: o colonialismo digital que rouba dados, histórias e futuros

Por ALEXANDRE LINARES: A militância de Asad Haider estava no gesto que entrelaça a dor do corpo racializado com a análise implacável das estruturas

Por EMILIANO JOSÉ: Atravessado pela luta de classes, e a serviço da burguesia, o jornalismo torna-se instrumento essencial da contrarrevolução, condição da qual jamais saiu

Por VENÍCIO A. DE LIMA: O “horror metafísico” do envelhecimento: por que a busca espiritual na velhice não é fuga, mas uma forma superior de militância