
Capitalismo superindustrial
Por FERNANDO HADDAD: Apresentação do autor ao livro recém-lançado

Por FERNANDO HADDAD: Apresentação do autor ao livro recém-lançado

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: A Tulipomania holandesa do século XVII e a febre especulativa das criptomoedas, ambas são manifestações de irracionalidade coletiva e busca por riqueza fácil

Por ABIMAEL FRANCISCO DE SOUZA: O acordo Mercosul-UE, embora amplie o acesso comercial, pode aprofundar a reprimarização da economia brasileira e sua dependência tecnológica, consolidando uma inserção subordinada no cenário global

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por MARCIO POCHMANN: O capitalismo global e digital esvazia a soberania nacional, bloqueia o futuro como horizonte coletivo e exige uma transformação estrutural para redistribuir o tempo e os recursos

Por FRANCISCO TEIXEIRA: Caio Prado desmonta o etapismo da esquerda ao mostrar que o atraso não é resíduo feudal, mas peça funcional do capitalismo dependente

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

Por RICARDO L. C. AMORIM: O novo capitalismo não retorna ao passado bárbaro; ele o supera com uma exploração mais sofisticada, onde a submissão é voluntária e a riqueza se concentra sem necessidade de grilhões visíveis

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Na “economia narrativa” descrita no livro de Robert Shiller, o contágio de uma história falsa pode moldar a realidade econômica antes que a verdade tenha chance de se erguer

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, nascida como crítica estrutural à modernidade dependente, ressignifica-se hoje como racionalidade administrativa que governa a escassez e estabiliza a desigualdade

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Diante da paralisia temporal e do rentismo do Ocidente, o modelo chinês de planejamento soberano surge como alternativa para resgatar a capacidade estatal de projetar e construir o futuro

Por DANIEL SOARES RUMBELSPERGER RODRIGUES & FERNANDA PERNASETTI DE FARIAS FIGUEIREDO: A questão central não é a alta carga tributária, mas sua distribuição perversa: um Estado que aufere seus recursos majoritariamente do consumo é um Estado que institucionaliza a desigualdade

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A volatilidade econômica nasce do contágio social: narrativas que se espalham como vírus e sentimentos que se amplificam sistemicamente, exigindo uma governança que enxergue a psicologia por trás dos números

Por ROMARIC GODIN: Em um texto recentemente traduzido para o francês, Alfred Sohn-Rethel descreve o mecanismo pelo qual os nazistas, aproveitando-se da crise econômica, implantaram um tipo particular de economia que inevitavelmente levou à guerra e à violência

Por MARCELO KNORICH ZUFFO: Enquanto o Brasil vende quartzo a preço de areia, importa chips a preço de joias, perpetuando um déficit comercial que é, antes de tudo, um déficit de projeto nacional e de vontade industrial

Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um “fora” – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o “dentro” do sistema

Por CARLOS ÁGUEDO PAIVA: A âncora cambial, pedra angular do controle inflacionário pós-Real, atua como um mecanismo de desindustrialização seletiva, poupando o agronegócio competitivo e esmagando a indústria de transformação

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por JOÃO SANTIAGO: Uma rebelião alimentada pela inflação e pelo desespero desafia o regime dos aiatolás em escala inédita, sob o olhar cínico de potências estrangeiras e a sombra de um vazio de poder

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A financeirização periférica não é um grau menor da central, mas um regime distinto: onde o centro exporta risco e valoriza patrimônios, a periferia paga juros altos e internaliza a disciplina rentista

Por FERNANDO HADDAD: Apresentação do autor ao livro recém-lançado

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Por ABIMAEL FRANCISCO DE SOUZA: O acordo Mercosul-UE, embora amplie o acesso comercial, pode aprofundar a reprimarização da economia brasileira e sua dependência tecnológica, consolidando uma inserção subordinada no cenário global

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por MARCIO POCHMANN: O capitalismo global e digital esvazia a soberania nacional, bloqueia o futuro como horizonte coletivo e exige uma transformação estrutural para redistribuir o tempo e os recursos

Por FRANCISCO TEIXEIRA: Caio Prado desmonta o etapismo da esquerda ao mostrar que o atraso não é resíduo feudal, mas peça funcional do capitalismo dependente

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

Por RICARDO L. C. AMORIM: O novo capitalismo não retorna ao passado bárbaro; ele o supera com uma exploração mais sofisticada, onde a submissão é voluntária e a riqueza se concentra sem necessidade de grilhões visíveis

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Na “economia narrativa” descrita no livro de Robert Shiller, o contágio de uma história falsa pode moldar a realidade econômica antes que a verdade tenha chance de se erguer

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, nascida como crítica estrutural à modernidade dependente, ressignifica-se hoje como racionalidade administrativa que governa a escassez e estabiliza a desigualdade

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Diante da paralisia temporal e do rentismo do Ocidente, o modelo chinês de planejamento soberano surge como alternativa para resgatar a capacidade estatal de projetar e construir o futuro

Por DANIEL SOARES RUMBELSPERGER RODRIGUES & FERNANDA PERNASETTI DE FARIAS FIGUEIREDO: A questão central não é a alta carga tributária, mas sua distribuição perversa: um Estado que aufere seus recursos majoritariamente do consumo é um Estado que institucionaliza a desigualdade

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A volatilidade econômica nasce do contágio social: narrativas que se espalham como vírus e sentimentos que se amplificam sistemicamente, exigindo uma governança que enxergue a psicologia por trás dos números

Por ROMARIC GODIN: Em um texto recentemente traduzido para o francês, Alfred Sohn-Rethel descreve o mecanismo pelo qual os nazistas, aproveitando-se da crise econômica, implantaram um tipo particular de economia que inevitavelmente levou à guerra e à violência

Por MARCELO KNORICH ZUFFO: Enquanto o Brasil vende quartzo a preço de areia, importa chips a preço de joias, perpetuando um déficit comercial que é, antes de tudo, um déficit de projeto nacional e de vontade industrial

Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um “fora” – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o “dentro” do sistema

Por CARLOS ÁGUEDO PAIVA: A âncora cambial, pedra angular do controle inflacionário pós-Real, atua como um mecanismo de desindustrialização seletiva, poupando o agronegócio competitivo e esmagando a indústria de transformação

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por JOÃO SANTIAGO: Uma rebelião alimentada pela inflação e pelo desespero desafia o regime dos aiatolás em escala inédita, sob o olhar cínico de potências estrangeiras e a sombra de um vazio de poder

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A financeirização periférica não é um grau menor da central, mas um regime distinto: onde o centro exporta risco e valoriza patrimônios, a periferia paga juros altos e internaliza a disciplina rentista