
América Latina – riqueza capturada
Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por MARK KESSELMAN: A deriva presidencial culmina no despotismo: Trump integra o que deveria ser separado, transformando o Partido e o Estado em extensões de seu projeto pessoal de poder absoluto

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: A única resposta à barbárie imperial — seja em Gaza, Caracas ou Minneapolis — é uma política feita com o povo, não em seu nome, e alianças redefinidas pela generosidade e não pelo cálculo de poder

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por TARSO GENRO: Da aridez de Juan Rulfo ao cinismo da extrema direita mundial, Tarso Genro denuncia a transição da cena pública para uma era de tirania privada, em que a gestão do caos e a aniquilação de povos desafiam

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por JOSÉ MAURÍCIO BUSTANI & PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Num mundo de hegemonias em declínio, a dissuasão não é belicismo, mas a condição básica de soberania: sem ela, o Brasil será sempre um gigante de pés de barro à mercê

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular é a nova arma da política externa trumpista: uma guerra simbólica onde o espetáculo midiático e a chantagem emocional substituíram a geopolítica tradicional

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por BERNARDO RICUPERO: A operação contra Maduro revela a hegemonia dos EUA na América Latina em transição: de uma combinação de consentimento e coerção para o predomínio da força bruta, característica de uma potência em declínio

Por MAURICIO METRI: Os recentes ataques à Rússia, Irã e Venezuela revelam a geoestratégia trumpista de realinhamento: isolar a China, recompor relações com Moscou e assegurar o domínio hemisférico

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

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Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

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