
Da Ucrânia à Venezuela
Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por JOSÉ MAURÍCIO BUSTANI & PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Num mundo de hegemonias em declínio, a dissuasão não é belicismo, mas a condição básica de soberania: sem ela, o Brasil será sempre um gigante de pés de barro à mercê

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular é a nova arma da política externa trumpista: uma guerra simbólica onde o espetáculo midiático e a chantagem emocional substituíram a geopolítica tradicional

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por BERNARDO RICUPERO: A operação contra Maduro revela a hegemonia dos EUA na América Latina em transição: de uma combinação de consentimento e coerção para o predomínio da força bruta, característica de uma potência em declínio

Por MAURICIO METRI: Os recentes ataques à Rússia, Irã e Venezuela revelam a geoestratégia trumpista de realinhamento: isolar a China, recompor relações com Moscou e assegurar o domínio hemisférico

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por JEAN MARC VON DER WEID: A ação de Trump na Venezuela não é movida apenas pelo petróleo, mas pela reafirmação do controle geopolítico no “quintal” americano e pelo bloqueio da influência chinesa, usando uma combinação de força bruta e

Por FERNANDO HORTA: A obsessão de Trump pela Groenlândia revela apenas a ponta norte de sua doutrina; seu prolongamento geodésico aponta diretamente para o Nordeste brasileiro, reconvertendo a região em alvo estratégico da defesa imperial

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade

Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana

Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A atual reativação da Doutrina Monroe evidencia que o imperialismo estadunidense não é uma fase superada, mas uma lógica estrutural que persiste, adaptando-se para manter seu domínio em um mundo multipolar em gestação

Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política

Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por JOSÉ MAURÍCIO BUSTANI & PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Num mundo de hegemonias em declínio, a dissuasão não é belicismo, mas a condição básica de soberania: sem ela, o Brasil será sempre um gigante de pés de barro à mercê

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular é a nova arma da política externa trumpista: uma guerra simbólica onde o espetáculo midiático e a chantagem emocional substituíram a geopolítica tradicional

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por BERNARDO RICUPERO: A operação contra Maduro revela a hegemonia dos EUA na América Latina em transição: de uma combinação de consentimento e coerção para o predomínio da força bruta, característica de uma potência em declínio

Por MAURICIO METRI: Os recentes ataques à Rússia, Irã e Venezuela revelam a geoestratégia trumpista de realinhamento: isolar a China, recompor relações com Moscou e assegurar o domínio hemisférico

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por JEAN MARC VON DER WEID: A ação de Trump na Venezuela não é movida apenas pelo petróleo, mas pela reafirmação do controle geopolítico no “quintal” americano e pelo bloqueio da influência chinesa, usando uma combinação de força bruta e

Por FERNANDO HORTA: A obsessão de Trump pela Groenlândia revela apenas a ponta norte de sua doutrina; seu prolongamento geodésico aponta diretamente para o Nordeste brasileiro, reconvertendo a região em alvo estratégico da defesa imperial

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