
Império sequestra e barbariza
Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: O avanço de uma estratégia transacional e coercitiva dos Estados Unidos sobre a América Latina marca o fim da retórica liberal e coloca em xeque a soberania nacional frente à disputa por recursos estratégicos

Por REGINALDO NASSER: Uma análise das transformações da Doutrina Monroe revela como os EUA transitaram do isolacionismo regional para um intervencionismo global fundamentado na expansão comercial e no poder das sanções econômicas

Por EMIR SADER: A análise deste primeiro quarto de século revela uma mudança fundamental na correlação de forças internacionais e uma crise de subjetividade que ameaça converter sujeitos de direitos em meros membros da esfera mercantil

Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: O conceito de ultraimperialismo descreve a hegemonia norte-americana como um sistema que transcende o controle econômico para colonizar o inconsciente, manipulando o desejo e fragmentando a resistência social

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

Por RENATO NUCCI JR.: O silêncio estratégico diante da ameaça imperialista revela um cálculo político que troca a solidariedade continental por uma frágil moeda de barganha

Por SAMUEL PENTEADO URBAN: O genocídio é a face mais brutal de um imperialismo em crise, que vê no extermínio de um povo a última cartada para retardar seu próprio ocaso

Por LUIZ BERNARDO PERICÁS: Uma trajetória de constante reinvenção, da marginalidade ao internacionalismo, cujo pensamento evoluiu do nacionalismo negro para uma luta global contra a opressão, unindo raça, classe e anticolonialismo

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

Por TARSO GENRO: A eleição do muçulmano de esquerda Zohran Mamdani personifica uma insurgência contra a decadência iluminista dos EUA, traduzindo as antinomias do sonho americano numa linguagem política nova e comovente

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: O declínio hegemônico dos EUA segue o padrão histórico descrito por Paul Kennedy, onde o esgotamento econômico pelo sobreinvestimento militar e a erosão do consenso global aceleram o fim da Pax Americana

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: O avanço de uma estratégia transacional e coercitiva dos Estados Unidos sobre a América Latina marca o fim da retórica liberal e coloca em xeque a soberania nacional frente à disputa por recursos estratégicos

Por REGINALDO NASSER: Uma análise das transformações da Doutrina Monroe revela como os EUA transitaram do isolacionismo regional para um intervencionismo global fundamentado na expansão comercial e no poder das sanções econômicas

Por EMIR SADER: A análise deste primeiro quarto de século revela uma mudança fundamental na correlação de forças internacionais e uma crise de subjetividade que ameaça converter sujeitos de direitos em meros membros da esfera mercantil

Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: O conceito de ultraimperialismo descreve a hegemonia norte-americana como um sistema que transcende o controle econômico para colonizar o inconsciente, manipulando o desejo e fragmentando a resistência social

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

Por RENATO NUCCI JR.: O silêncio estratégico diante da ameaça imperialista revela um cálculo político que troca a solidariedade continental por uma frágil moeda de barganha

Por SAMUEL PENTEADO URBAN: O genocídio é a face mais brutal de um imperialismo em crise, que vê no extermínio de um povo a última cartada para retardar seu próprio ocaso

Por LUIZ BERNARDO PERICÁS: Uma trajetória de constante reinvenção, da marginalidade ao internacionalismo, cujo pensamento evoluiu do nacionalismo negro para uma luta global contra a opressão, unindo raça, classe e anticolonialismo

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

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Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: O declínio hegemônico dos EUA segue o padrão histórico descrito por Paul Kennedy, onde o esgotamento econômico pelo sobreinvestimento militar e a erosão do consenso global aceleram o fim da Pax Americana