
Donald Trump, química e mudanças
Por LISZT VIEIRA: A questão de fundo é saber se a “química” teria sido o estratagema usado por Donald Trump para negociar com Lula e o Brasil, abandonando Jair Bolsonaro à sua própria sorte

Por LISZT VIEIRA: A questão de fundo é saber se a “química” teria sido o estratagema usado por Donald Trump para negociar com Lula e o Brasil, abandonando Jair Bolsonaro à sua própria sorte

Por : JIANG SHIXUE: O hegemonismo defende a lei da selva e o unilateralismo, intimida os fracos pela força, desrespeita a soberania de outros países, é rápido em usar sanções e implementar jurisdição extraterritorial, e até recorre ao uso da

Por KRISTIAN FEIGELSON: O tempo tradicional da diplomacia se transforma em shows televisivos ao estilo americano: comentaristas qualificam Anchorage como “cúpula do fracasso”, com discussões conduzidas por equipe reduzida de especialistas

Por RUBEN BAUER NAVEIRA: A aparente guinada pro-Ucrânia soa como um ardil para empurrar a OTAN europeia a um confronto com a Rússia, enquanto os EUA se posicionam como meros fornecedores de armas, não como parceiros no campo de batalha

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A condenação histórica não apaga a vulnerabilidade nacional. A sombra do autoritarismo, interna e externa, ainda paira sobre uma democracia em alerta

Por LISZT VIEIRA: A retaliação de Trump vai além de uma vingança pessoal; é um ataque calculado à soberania brasileira e à ordem multipolar emergente. O verdadeiro risco reside na transformação de um conflito político em uma crise diplomática total

Por JOSÉ LUÍS FIORI: Enquanto a Europa aceitava sua vassalagem, o Brasil resistia e a China anunciava uma nova ordem. O eixo do poder global desloca-se definitivamente, enterrando a era da hegemonia unilateral

Por TARSO GENRO: A condenação dos golpistas foi um marco, porém a anistia inconstitucional é a nova trincheira do inimigo. A luta agora é uma guerra de movimento, onde a esquerda deve superar o pragmatismo eleitoreiro e se unir a

Por VALERIO ARCARY: O assassinato de um líder fascista, ainda que repugnante, é uma tática contraproducente que substitui a luta essencial pela consciência das massas. Em vez de enfraquecer o inimigo, o terrorismo individual provoca repressão generalizada, martiriza o alvo

Por CHRIS HEDGES: A morte de Kirk não é um epílogo de violência, mas seu prólogo. Transformado em mártir, seu legado tóxico servirá de justificativa sagrada para a tirania, eliminando os últimos freios ao abuso de Estado e à violência

Por MAX BLUMENTHAL & ANYA PARAMPIL: A tentativa de Charlie Kirk de desafiar o lobby pró-Israel custou-lhe o financiamento, gerou ameaças de seus ex-aliados e, por fim, pode ter custado sua vida. Sua história expõe o preço da dissidência dentro

Por LEONARDO BOFF: A hybris do Ocidente não é força, mas sintoma de declínio. Só a justa medida, e não o poder desmesurado, pode evitar o abismo e refazer o mundo

Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Longe de revitalizar o capitalismo dos EUA, as políticas de Trump corroem salários, alimentam a inflação e aumentam a incerteza, prejudicando os investimentos. O suposto nacionalismo econômico é uma farsa que beneficia uma elite à

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A narrativa extremista de “ditadura comunista” e “traidor da pátria” é uma inversão completa da realidade. Mais do que ignorância, é um projeto de má-fé que visa envenenar o debate público, corromper o patriotismo e

Por TADEU VALADARES: Anotações sobre soberania ameaçada, ordem mundial em transição e tarifaço trumpiano contra o Brasil e o mundo

Por KANWAL SIBAL: Sua diplomacia é um paradoxo: gestos de paz e ameaças belicosas coexistem em um cálculo pragmático que reconfigura alianças, desestabiliza aliados e negocia diretamente com rivais

Por JEAN MARC VON DER WEID: A tormenta perfeita se forma: a agressão externa de Trump alimenta o levante golpista interno, enquanto o governo, focado na sobrevivência, negligência as crises que realmente definem o amanhã. O abismo entre a urgência

Por WENDELL FICHER TEIXEIRA ASSIS & EDWIN ALBERTO MUÑOZ GAVIRIA: A reação anti-ESG é ao mesmo tempo astuta e reacionária: astuta por capitalizar as falhas de um sistema de autorregulação para destruí-lo; reacionária por buscar um retorno a um tempo

Por MELVIN GOODMAN: A busca por um legado pessoal, paradoxalmente, acelerou o declínio do poder global norte-americano. As ações de Trump não construíram uma nova ordem, mas sim isolacionismo, catalisando alianças que excluem ativamente os EUA do tabuleiro geopolítico que

Por MICHAEL ROBERTS: A suposta independência dos bancos centrais, longe de ser um pilar da democracia, revela-se um mecanismo neoliberal para blindar a política monetária do controle popular, privilegiando a estabilidade do capital fictício sobre o bem-estar social

Por LISZT VIEIRA: A questão de fundo é saber se a “química” teria sido o estratagema usado por Donald Trump para negociar com Lula e o Brasil, abandonando Jair Bolsonaro à sua própria sorte

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Por VALERIO ARCARY: O assassinato de um líder fascista, ainda que repugnante, é uma tática contraproducente que substitui a luta essencial pela consciência das massas. Em vez de enfraquecer o inimigo, o terrorismo individual provoca repressão generalizada, martiriza o alvo

Por CHRIS HEDGES: A morte de Kirk não é um epílogo de violência, mas seu prólogo. Transformado em mártir, seu legado tóxico servirá de justificativa sagrada para a tirania, eliminando os últimos freios ao abuso de Estado e à violência

Por MAX BLUMENTHAL & ANYA PARAMPIL: A tentativa de Charlie Kirk de desafiar o lobby pró-Israel custou-lhe o financiamento, gerou ameaças de seus ex-aliados e, por fim, pode ter custado sua vida. Sua história expõe o preço da dissidência dentro

Por LEONARDO BOFF: A hybris do Ocidente não é força, mas sintoma de declínio. Só a justa medida, e não o poder desmesurado, pode evitar o abismo e refazer o mundo

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Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A narrativa extremista de “ditadura comunista” e “traidor da pátria” é uma inversão completa da realidade. Mais do que ignorância, é um projeto de má-fé que visa envenenar o debate público, corromper o patriotismo e

Por TADEU VALADARES: Anotações sobre soberania ameaçada, ordem mundial em transição e tarifaço trumpiano contra o Brasil e o mundo

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Por MELVIN GOODMAN: A busca por um legado pessoal, paradoxalmente, acelerou o declínio do poder global norte-americano. As ações de Trump não construíram uma nova ordem, mas sim isolacionismo, catalisando alianças que excluem ativamente os EUA do tabuleiro geopolítico que

Por MICHAEL ROBERTS: A suposta independência dos bancos centrais, longe de ser um pilar da democracia, revela-se um mecanismo neoliberal para blindar a política monetária do controle popular, privilegiando a estabilidade do capital fictício sobre o bem-estar social