
Eleni Varikas (1949-2026)
Por MICHAEL LÖWY: O legado de Eleni Varikas é a heresia crítica: um pensamento que via nos párias do mundo a chave para desmontar as engrenagens da dominação

Por MICHAEL LÖWY: O legado de Eleni Varikas é a heresia crítica: um pensamento que via nos párias do mundo a chave para desmontar as engrenagens da dominação

Por LUCYANE DE MORAES: O feminicídio de Tainara não é um ato isolado, mas a expressão brutal de uma estrutura que historicamente reduz a mulher a ornamento, objeto de posse nas engrenagens patriarcais e capitalistas

Por YONÁ DOS SANTOS: A interseccionalidade desvela como o cruzamento estrutural de opressões naturaliza a violência fatal contra corpos racializados e periféricos, transformando mortes como a de Tainara em expressão de uma ordem social genocida

Por CIDINHA SANTOS: A defesa da soberania na América Latina é uma luta feminista e anti-imperialista, pois a invasão estrangeira intensifica o patriarcado colonial e a violência sobre os corpos e a autonomia das mulheres

Por JANETHE FONTES: Como o diminutivo infantiliza, erotiza e apaga a potência feminina

Por MARCIA GOBBI: Envelhecer é também um ato político, marcado pela desigualdade que dita quantos anos se vive e como se lembra de cada um deles

Por PAULO GHIRALDELLI: Feminicídio e LGBTfobia não se explicam apenas por “machismo” ou “misoginia”: é preciso compreender como a ideia de normalidade e a metafísica médica alimentam a agressão

Por SANDRA BITENCOURT: A cada 90 minutos um feminicídio, mas a operação policial é contra o aborto. A violência real não é a que ameaça a ordem, mas a que mantém a dominação

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A pílula anticoncepcional não foi apenas um medicamento, mas a chave que redefiniu a demografia, a economia e o próprio lugar da mulher na sociedade brasileira

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: O poder não é dado, é conquistado. E quando mulheres negras se erguem, toda a comunidade se fortalece

Por LEON DALAEDOVICK: A luta por identidades, quando vira mercadoria política, esvazia a luta de classes. O que está por trás da esquerda que gestiona a dor, mas não a transforma?

Por JEAN TIBLE: O sorriso de Clara Charf era a crônica de um século de lutas, a marca de quem sustentou, na memória e na ação, os alicerces de um Brasil insurgente e mais digno

Por YONÁ DOS SANTOS: A experiência das mulheres negras revela racionalidades económicas plurais, desafiando o mito do indivíduo calculista e expondo o caráter patriarcal e racista da ciência econômica tradicional

Por DIEGO DOS SANTOS REIS: Considerações sobre o livro de Sueli Carneiro

Por SOLENI BISCOUTO FRESSATO: Por trás da proibição feminina às flautas sagradas, esconde-se uma história de resistência e usurpação, onde a imposição colonial reforçou hierarquias de gênero que hoje se manifestam em alarmantes estatísticas de violência

Por GABRIEL LUIZ CAMPOS DALPIAZ: A verdadeira compreensão da realidade desigual não é um impasse, mas o ponto de partida para transformá-la, elevando a razão sobre as contradições

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: O artigo que deu origem ao debate recente em torno da literatura contemporânea

Por RENATO DAGNINO: Mais do que um diagnóstico, a economia feminista oferece um projeto de sociedade baseado na sororidade e na solidariedade. O texto adverte, porém, que o caminho para alcançá-lo não pode ser pavimentado com a lógica neoliberal do

Por SOLENI BISCOUTO FRESSATO: O mito das icamiabas transcende a lenda para se tornar um símbolo perene de autonomia. Ele ecoa no presente como uma narrativa fundadora da resistência contra o patriarcado e a celebração do sagrado feminino

Por Soleni Biscouto Fressato: Se o domínio dos corpos das mulheres, sobretudo de sua capacidade de ter filhos, foi fator fundamental na acumulação primitiva do capital, a sua libertação pode estar na base de uma nova organização social, mais justa,

Por MICHAEL LÖWY: O legado de Eleni Varikas é a heresia crítica: um pensamento que via nos párias do mundo a chave para desmontar as engrenagens da dominação

Por LUCYANE DE MORAES: O feminicídio de Tainara não é um ato isolado, mas a expressão brutal de uma estrutura que historicamente reduz a mulher a ornamento, objeto de posse nas engrenagens patriarcais e capitalistas

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Por CIDINHA SANTOS: A defesa da soberania na América Latina é uma luta feminista e anti-imperialista, pois a invasão estrangeira intensifica o patriarcado colonial e a violência sobre os corpos e a autonomia das mulheres

Por JANETHE FONTES: Como o diminutivo infantiliza, erotiza e apaga a potência feminina

Por MARCIA GOBBI: Envelhecer é também um ato político, marcado pela desigualdade que dita quantos anos se vive e como se lembra de cada um deles

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Por SANDRA BITENCOURT: A cada 90 minutos um feminicídio, mas a operação policial é contra o aborto. A violência real não é a que ameaça a ordem, mas a que mantém a dominação

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Por JEAN TIBLE: O sorriso de Clara Charf era a crônica de um século de lutas, a marca de quem sustentou, na memória e na ação, os alicerces de um Brasil insurgente e mais digno

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