
Os espectros da filosofia russa
Por ARI MARCELO SOLON: Considerações sobre o livro “Alexandre Kojève and the Specters of Russian Philosophy”, de Trevor Wilson

Por ARI MARCELO SOLON: Considerações sobre o livro “Alexandre Kojève and the Specters of Russian Philosophy”, de Trevor Wilson

Por LEONARDO BOFF: A seguir este projeto de civilização, calcado sobre o poder-dominação, hoje mundializado, iremos fatalmente ao encontro de uma tragédia ecológico-social a ponto de fazer o planeta Terra inabitável

Por FAUSTINO TEIXEIRA: Na visão de Gutiérrez, não há como entender a teologia senão como uma reflexão crítica, cujo primeiro momento não é teorético, mas testemunhal

Por J. CRISÓSTOMO DE SOUZA: Segundo Marx, nosso humano essencial, nosso ser-uns-para-os-outros, que entretanto ainda não se realiza, está em nossa atividade produtiva genérica, o trabalho

Por LEONARDO BOFF: O real perigo do mantra do futuro presidente dos EUA Donald Trump: “Faça a América Grande Novamente” (MEGA) ou o aforismo “America first” (“a América em primeiro lugar”), mas que pensado é: “Só a América”

Por ÉRICO ANDRADE: A filosofia que não reconhece o terreno onde pisa corrobora o alcance colonial dos seus conceitos

Por AMANDA DE ALMEIDA ROMÃO: Os poemas e as canções, especialmente na voz de Marina Lima e Adriana Calcanhotto, seguirão como prova da persistência de sua memória em todos/as nós

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: Uma educação para alteridade também envolve a relação que estabelecemos com os animais, com suas vulnerabilidades, suas aflições, seus afetos

Por LEONARDO BOFF: Nenhuma sociedade, isso os antropólogos e sociólogos nos garantem, vive sem ter uma utopia, quer dizer, uma ideia forte, um sonho inspirador que dê sentido à vida das pessoas, à sociedade e à história

Por KOHEI SAITO: Introdução do autor e Conclusão do livro recém-editado

Por JEANNE MARIE GAGNEBIN: Como os textos de Franz Kafka, que são muitas vezes interpretados como expressão do absurdo ou do desespero, podem, ao contrário, ser lidos por Walter Benjamin como figuras de esperança [espoir]?

Por ANDRÉ RICARDO DIAS: Em sua carta de despedida: a vida à mão; em um abraço, um país

Por RICARDO EVANDRO S. MARTINS: Considerações sobre a questão biopolítica da morte assistida

Por FLÁVIO R. KOTHE: O Antigo Testamento doutrinado nas escolas e igrejas é uma fábrica de sádicos, que inventam belos nomes para as suas violências

Por JALDES MENESES: Antonio Cicero, delicado e atencioso poeta e filósofo, deixa saudades, mas não morre, pois sua obra terrestre terá a duração da própria existência humana, não a do cosmos transcendente e inefável, mas da cultura

Por LEONARDO BOFF: A maneira moderna de ver a Terra transformou o saber científico numa operação técnica, um processo de dominação de todas as esferas na natureza e da vida

Por LEONARDO BOFF: A tragédia ecossocial é fruto de um tipo de razão que degenerou em racionalismo

Por FLÁVIO R. KOTHE: A grande obra se constrói a partir de horizontes mais amplos do que a dominação presente: permite ao leitor que voe sobre abismos

Por SAMIR GANDESHA: Tudo o que não é bem assimilado, ou infringe os comandos nos quais o progresso dos séculos foi sedimentado, é sentido como intrusivo e desperta uma aversão compulsiva

Por ARI MARCELO SOLON: Considerações sobre o livro “Alexandre Kojève and the Specters of Russian Philosophy”, de Trevor Wilson

Por LEONARDO BOFF: A seguir este projeto de civilização, calcado sobre o poder-dominação, hoje mundializado, iremos fatalmente ao encontro de uma tragédia ecológico-social a ponto de fazer o planeta Terra inabitável

Por FAUSTINO TEIXEIRA: Na visão de Gutiérrez, não há como entender a teologia senão como uma reflexão crítica, cujo primeiro momento não é teorético, mas testemunhal

Por J. CRISÓSTOMO DE SOUZA: Segundo Marx, nosso humano essencial, nosso ser-uns-para-os-outros, que entretanto ainda não se realiza, está em nossa atividade produtiva genérica, o trabalho

Por LEONARDO BOFF: O real perigo do mantra do futuro presidente dos EUA Donald Trump: “Faça a América Grande Novamente” (MEGA) ou o aforismo “America first” (“a América em primeiro lugar”), mas que pensado é: “Só a América”

Por ÉRICO ANDRADE: A filosofia que não reconhece o terreno onde pisa corrobora o alcance colonial dos seus conceitos

Por AMANDA DE ALMEIDA ROMÃO: Os poemas e as canções, especialmente na voz de Marina Lima e Adriana Calcanhotto, seguirão como prova da persistência de sua memória em todos/as nós

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: Uma educação para alteridade também envolve a relação que estabelecemos com os animais, com suas vulnerabilidades, suas aflições, seus afetos

Por LEONARDO BOFF: Nenhuma sociedade, isso os antropólogos e sociólogos nos garantem, vive sem ter uma utopia, quer dizer, uma ideia forte, um sonho inspirador que dê sentido à vida das pessoas, à sociedade e à história

Por KOHEI SAITO: Introdução do autor e Conclusão do livro recém-editado

Por JEANNE MARIE GAGNEBIN: Como os textos de Franz Kafka, que são muitas vezes interpretados como expressão do absurdo ou do desespero, podem, ao contrário, ser lidos por Walter Benjamin como figuras de esperança [espoir]?

Por ANDRÉ RICARDO DIAS: Em sua carta de despedida: a vida à mão; em um abraço, um país

Por RICARDO EVANDRO S. MARTINS: Considerações sobre a questão biopolítica da morte assistida

Por FLÁVIO R. KOTHE: O Antigo Testamento doutrinado nas escolas e igrejas é uma fábrica de sádicos, que inventam belos nomes para as suas violências

Por JALDES MENESES: Antonio Cicero, delicado e atencioso poeta e filósofo, deixa saudades, mas não morre, pois sua obra terrestre terá a duração da própria existência humana, não a do cosmos transcendente e inefável, mas da cultura

Por LEONARDO BOFF: A maneira moderna de ver a Terra transformou o saber científico numa operação técnica, um processo de dominação de todas as esferas na natureza e da vida

Por LEONARDO BOFF: A tragédia ecossocial é fruto de um tipo de razão que degenerou em racionalismo

Por FLÁVIO R. KOTHE: A grande obra se constrói a partir de horizontes mais amplos do que a dominação presente: permite ao leitor que voe sobre abismos

Por SAMIR GANDESHA: Tudo o que não é bem assimilado, ou infringe os comandos nos quais o progresso dos séculos foi sedimentado, é sentido como intrusivo e desperta uma aversão compulsiva