
Atos e maneiras de escrever
Por AFRÂNIO CATANI: O ato físico de escrever, seja à mão ou em máquinas, é um ritual íntimo e fundamental do pensamento. Mais do que técnica, é um modo de habitar a linguagem, onde a lentidão do gesto forja a

Por AFRÂNIO CATANI: O ato físico de escrever, seja à mão ou em máquinas, é um ritual íntimo e fundamental do pensamento. Mais do que técnica, é um modo de habitar a linguagem, onde a lentidão do gesto forja a

Por GUILHERME RODRIGUES: Os tempos críticos que vivemos não estão produzindo crítica, mas nos paralisaram como se estivéssemos presos na redação de um paper infinito, escrevendo sempre da mesma maneira e sempre sobre o mesmo idêntico a si mesmo

Por CARLOS EDUARDO ARAÚJO: O Iluminismo, que foi e continua sendo uma ode ao conhecimento, à ciência e ao progresso, desempenhou um papel inestimável nessa caminhada da humanidade

Por LEONARDO BOFF: A humanidade enfrenta uma encruzilhada existencial, obrigada a escolher entre a perpetuação de um paradigma de acumulação anti-vida, que nos conduz à tragédia, e a adoção urgente de uma ética global baseada no cuidado, na fraternidade universal

Por EMILIANO JOSÉ: Em vez de risos e brincadeiras, a infância foi marcada por privações e sofrimentos, transformando sonhos inocentes em pesadelos constantes e roubando a pureza dos primeiros anos de vida

Por RENATO ORTIZ: O impacto das diferenças culturais e linguísticas em eventos acadêmicos e a importância do contexto histórico na filosofia

Por ELISEU RAPHAEL VENTURI: A carne é a essência da diferença, uma condição vital que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por CELSO FREDERICO: O realismo socialista não foi uma estética orgânica, mas uma construção dogmática. Através da manipulação de textos de Lênin e da tradição crítica russa, o stalinismo forjou um instrumento de propaganda, esvaziando a literatura de seu conflito

Por MAURÍCIO BRUGNARO JÚNIOR: A recuperação de Burke por Himmelfarb não é mera revisão histórica, mas um projeto ideológico: forjar uma linhagem iluminista “virtuosa” que legitime, no presente, uma síntese neoconservadora entre tradição e liberalismo, em oposição à herança revolucionária

Por WÉCIO PINHEIRO ARAÚJO: Hobbes não defendeu o absolutismo por amor ao poder, mas por temor ao caos. Seu verdadeiro legado é a ideia de que o Estado, mesmo artificial, é a única resposta humana ao abismo do desejo ilimitado

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por FLÁVIO R. KOTHE: A criação artística não vem do nada, mas da ruptura com o já dito. O problema é que continuamos presos às mesmas metáforas – corpo e alma, forma e matéria – como se fossem respostas, e

Por LUIZ RENATO MARTINS: A passagem da abstração à Nova Figuração não foi mera ruptura, mas uma negação dialética que cristalizou o sistema visual brasileiro. Destaca-se o papel de Antonio Dias e Hélio Oiticica nesse processo, mostrando como a arte

Por CÍCERO JOSINALDO DA SILVA OLIVEIRA: A política, com todas as suas imperfeições, ainda se mostra como o melhor caminho para a convivência humana, evitando que a força bruta e o caos prevaleçam

Por IVONALDO NERES LEITE: O (re)nascimento do judaísmo não sionista ocorre reatualizando o legado libertário judaico consubstanciado por uma mística da redenção e da utopia, onde o desejo de mudar o mundo assumiu, não poucas vezes, o caráter de romantismo

Por CLAUDINEI LUIZ CHITOLINA: Com a IA generativa o pensamento original e sua cópia – réplica e reprodução tornaram-se indistinguíveis. Por isso, o pensamento autônomo e autoral corre o risco de desaparecer

Por LEONARDO BOFF: Face a tantos padecimentos na humanidade e agressões sistemáticas à Mãe Terra a compaixão é um imperativo humanístico e ético

Por GREGORY AUGUSTO CARVALHO COSTA: Comentário sobre o livro recém-lançado de Renato Kinouchi

Por LEONARDO DOMINGOS BRAGA DA SILVA: Quando a crítica ao eurocentrismo vira aversão à ciência, o remédio pode ser pior que a doença. Assim, a luta contra o colonialismo não pode ser vencida abrindo mão da verdade em nome da

Por MÁRCIO ALESSANDRO DE OLIVEIRA: A literatura, ao provocar estranhamento, tira o leitor da zona de conforto e o faz encarar o texto como se fosse a primeira vez, revelando a literaturidade e o uso especial do idioma

Por AFRÂNIO CATANI: O ato físico de escrever, seja à mão ou em máquinas, é um ritual íntimo e fundamental do pensamento. Mais do que técnica, é um modo de habitar a linguagem, onde a lentidão do gesto forja a

Por GUILHERME RODRIGUES: Os tempos críticos que vivemos não estão produzindo crítica, mas nos paralisaram como se estivéssemos presos na redação de um paper infinito, escrevendo sempre da mesma maneira e sempre sobre o mesmo idêntico a si mesmo

Por CARLOS EDUARDO ARAÚJO: O Iluminismo, que foi e continua sendo uma ode ao conhecimento, à ciência e ao progresso, desempenhou um papel inestimável nessa caminhada da humanidade

Por LEONARDO BOFF: A humanidade enfrenta uma encruzilhada existencial, obrigada a escolher entre a perpetuação de um paradigma de acumulação anti-vida, que nos conduz à tragédia, e a adoção urgente de uma ética global baseada no cuidado, na fraternidade universal

Por EMILIANO JOSÉ: Em vez de risos e brincadeiras, a infância foi marcada por privações e sofrimentos, transformando sonhos inocentes em pesadelos constantes e roubando a pureza dos primeiros anos de vida

Por RENATO ORTIZ: O impacto das diferenças culturais e linguísticas em eventos acadêmicos e a importância do contexto histórico na filosofia

Por ELISEU RAPHAEL VENTURI: A carne é a essência da diferença, uma condição vital que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por CELSO FREDERICO: O realismo socialista não foi uma estética orgânica, mas uma construção dogmática. Através da manipulação de textos de Lênin e da tradição crítica russa, o stalinismo forjou um instrumento de propaganda, esvaziando a literatura de seu conflito

Por MAURÍCIO BRUGNARO JÚNIOR: A recuperação de Burke por Himmelfarb não é mera revisão histórica, mas um projeto ideológico: forjar uma linhagem iluminista “virtuosa” que legitime, no presente, uma síntese neoconservadora entre tradição e liberalismo, em oposição à herança revolucionária

Por WÉCIO PINHEIRO ARAÚJO: Hobbes não defendeu o absolutismo por amor ao poder, mas por temor ao caos. Seu verdadeiro legado é a ideia de que o Estado, mesmo artificial, é a única resposta humana ao abismo do desejo ilimitado

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por FLÁVIO R. KOTHE: A criação artística não vem do nada, mas da ruptura com o já dito. O problema é que continuamos presos às mesmas metáforas – corpo e alma, forma e matéria – como se fossem respostas, e

Por LUIZ RENATO MARTINS: A passagem da abstração à Nova Figuração não foi mera ruptura, mas uma negação dialética que cristalizou o sistema visual brasileiro. Destaca-se o papel de Antonio Dias e Hélio Oiticica nesse processo, mostrando como a arte

Por CÍCERO JOSINALDO DA SILVA OLIVEIRA: A política, com todas as suas imperfeições, ainda se mostra como o melhor caminho para a convivência humana, evitando que a força bruta e o caos prevaleçam

Por IVONALDO NERES LEITE: O (re)nascimento do judaísmo não sionista ocorre reatualizando o legado libertário judaico consubstanciado por uma mística da redenção e da utopia, onde o desejo de mudar o mundo assumiu, não poucas vezes, o caráter de romantismo

Por CLAUDINEI LUIZ CHITOLINA: Com a IA generativa o pensamento original e sua cópia – réplica e reprodução tornaram-se indistinguíveis. Por isso, o pensamento autônomo e autoral corre o risco de desaparecer

Por LEONARDO BOFF: Face a tantos padecimentos na humanidade e agressões sistemáticas à Mãe Terra a compaixão é um imperativo humanístico e ético

Por GREGORY AUGUSTO CARVALHO COSTA: Comentário sobre o livro recém-lançado de Renato Kinouchi

Por LEONARDO DOMINGOS BRAGA DA SILVA: Quando a crítica ao eurocentrismo vira aversão à ciência, o remédio pode ser pior que a doença. Assim, a luta contra o colonialismo não pode ser vencida abrindo mão da verdade em nome da

Por MÁRCIO ALESSANDRO DE OLIVEIRA: A literatura, ao provocar estranhamento, tira o leitor da zona de conforto e o faz encarar o texto como se fosse a primeira vez, revelando a literaturidade e o uso especial do idioma