
40 anos de incertezas
Por MARCOS PAULO PEREIRA FILHO: Com a ascensão dos movimentos de extrema direita, estamos diante de uma crise civilizacional que expressa o fracasso da Nova República de instaurar uma modernização com inclusão social
Por MARCOS PAULO PEREIRA FILHO: Com a ascensão dos movimentos de extrema direita, estamos diante de uma crise civilizacional que expressa o fracasso da Nova República de instaurar uma modernização com inclusão social
Por MARCELO AITH: A denúncia contra Bolsonaro preenche os requisitos formais para ser recebida, permitindo o regular processamento da ação penal. No entanto, isso não significa que haja provas definitivas contra o ex-presidente
Por HOMERO SANTIAGO: O episódio no terminal Pinheiros, na capital paulista, reacende medonhas lembranças de bancas de jornal que vão pelos ares, carta explosiva na OAB, em 1980, e o Riocentro, em 1981
Por GUILHERME RODRIGUES: O golpe de Estado aparece para as forças militares como apenas mais uma de suas atribuições, dada uma pretensa situação de “desordem” permanente em que a sociedade brasileira se encontra
Por ANDRÉ QUEIROZ: Uma conversa com Pablo Verna, advogado criminal, militante da organização Asemblea Desobediente
Por ISMARA IZEPE DE SOUZA & BRUNO FABRICIO ALCEBINO DA SILVA: A ideia de que o Itamaraty é uma instituição pouco permeável às interações com o universo político interno, é insustentável diante das evidências
Por CARLA TEIXEIRA: Denúncia da Procuradoria Geral da República contra militares não pode afastar o debate político sobre a reforma nas Forças armadas
Por MOACYR DE OLIVEIRA FILHO: A luta pela criação de um museu-memorial no complexo arquitetônico onde funcionou o infame DOI-Codi do II Exército, em São Paulo
Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Não faltavam coerência e ambição ao plano nacional de desenvolvimento industrial lançado por Ernesto Geisel
Por IVANA BENTES: O humanismo de Ainda estou aqui é um alento, mas como poderemos restituir um tecido social esgarçado, quando os extremistas se instalaram na sala de jantar e na própria família normativa?
Por FLAVIO AGUIAR: Retroativamente pode-se ver que não havia apenas um golpe sendo arquitetado. Havia pelo menos três.
Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Não se trata apenas de Anistia Jamais, mas de dar adeus à “impunidade fardada”
Por ARACY P. S. BALBANI: O crescimento das tensões militares e da associação do nazifascismo com o crime organizado ao redor do mundo torna crucial o Brasil consolidar a democracia e a defesa da soberania nacional
Por MARIAROSARIA FABRIS: Considerações sobre a encenação da peça teatral de Mario Benedetti
Por GIOVANNI MESQUITA: Presidente, não haverá, em toda a Marinha do Brasil, um único oficial que não seja um saudosista do império escravagista, um acobertador de golpistas, para colocar no comando dessa Arma?
Por CARLOS ENRIQUE RUIZ FERREIRA: A tese de Flávio Dino é que o crime de ocultação de cadáver continua ocorrendo no tempo, para além de seu feito inaugural. É um crime permanente
Por ERIK CHICONELLI GOMES: Memória, direito e a permanência do crime na ditadura militar brasileira
Por OSVALDO COGGIOLA: O perigo neofascista está aí para demonstrar quão precárias foram nossas conquistas democráticas
Por MARCELO AITH: A decretação da prisão preventiva do general está em conformidade com as previsões legais e constitucionais aplicáveis
Por TARSO GENRO: A prisão do general é o ápice da mudança de qualidade da crise de alta intensidade, que vem desde a inquisição medievalista encetada pela república de Curitiba
Por MARCOS PAULO PEREIRA FILHO: Com a ascensão dos movimentos de extrema direita, estamos diante de uma crise civilizacional que expressa o fracasso da Nova República de instaurar uma modernização com inclusão social
Por MARCELO AITH: A denúncia contra Bolsonaro preenche os requisitos formais para ser recebida, permitindo o regular processamento da ação penal. No entanto, isso não significa que haja provas definitivas contra o ex-presidente
Por HOMERO SANTIAGO: O episódio no terminal Pinheiros, na capital paulista, reacende medonhas lembranças de bancas de jornal que vão pelos ares, carta explosiva na OAB, em 1980, e o Riocentro, em 1981
Por GUILHERME RODRIGUES: O golpe de Estado aparece para as forças militares como apenas mais uma de suas atribuições, dada uma pretensa situação de “desordem” permanente em que a sociedade brasileira se encontra
Por ANDRÉ QUEIROZ: Uma conversa com Pablo Verna, advogado criminal, militante da organização Asemblea Desobediente
Por ISMARA IZEPE DE SOUZA & BRUNO FABRICIO ALCEBINO DA SILVA: A ideia de que o Itamaraty é uma instituição pouco permeável às interações com o universo político interno, é insustentável diante das evidências
Por CARLA TEIXEIRA: Denúncia da Procuradoria Geral da República contra militares não pode afastar o debate político sobre a reforma nas Forças armadas
Por MOACYR DE OLIVEIRA FILHO: A luta pela criação de um museu-memorial no complexo arquitetônico onde funcionou o infame DOI-Codi do II Exército, em São Paulo
Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Não faltavam coerência e ambição ao plano nacional de desenvolvimento industrial lançado por Ernesto Geisel
Por IVANA BENTES: O humanismo de Ainda estou aqui é um alento, mas como poderemos restituir um tecido social esgarçado, quando os extremistas se instalaram na sala de jantar e na própria família normativa?
Por FLAVIO AGUIAR: Retroativamente pode-se ver que não havia apenas um golpe sendo arquitetado. Havia pelo menos três.
Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Não se trata apenas de Anistia Jamais, mas de dar adeus à “impunidade fardada”
Por ARACY P. S. BALBANI: O crescimento das tensões militares e da associação do nazifascismo com o crime organizado ao redor do mundo torna crucial o Brasil consolidar a democracia e a defesa da soberania nacional
Por MARIAROSARIA FABRIS: Considerações sobre a encenação da peça teatral de Mario Benedetti
Por GIOVANNI MESQUITA: Presidente, não haverá, em toda a Marinha do Brasil, um único oficial que não seja um saudosista do império escravagista, um acobertador de golpistas, para colocar no comando dessa Arma?
Por CARLOS ENRIQUE RUIZ FERREIRA: A tese de Flávio Dino é que o crime de ocultação de cadáver continua ocorrendo no tempo, para além de seu feito inaugural. É um crime permanente
Por ERIK CHICONELLI GOMES: Memória, direito e a permanência do crime na ditadura militar brasileira
Por OSVALDO COGGIOLA: O perigo neofascista está aí para demonstrar quão precárias foram nossas conquistas democráticas
Por MARCELO AITH: A decretação da prisão preventiva do general está em conformidade com as previsões legais e constitucionais aplicáveis
Por TARSO GENRO: A prisão do general é o ápice da mudança de qualidade da crise de alta intensidade, que vem desde a inquisição medievalista encetada pela república de Curitiba