
Dois filmes sobre a Palestina
Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por SAMUEL PENTEADO URBAN: O genocídio é a face mais brutal de um imperialismo em crise, que vê no extermínio de um povo a última cartada para retardar seu próprio ocaso

Por LUIS FERNANDO NOVOA GARZON: Comentário sobre o documentário dirigido por Basel Adra & Yuval Abraham

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por PANKAJ MISHRA: A narrativa antitotalitária que exaltou o Ocidente pós-1945 desmorona, revelando-se uma fachada moral para um projeto de poder que, ao perseguir seus monstros externos, gerou sua própria barbárie

Por THIAGO GAMA: Enquanto a solução punitiva celebra a barbárie como espetáculo, a única ordem duradoura se constrói ao desarmar as causas da violência: a fome, a desigualdade e o abandono do Estado Social

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A gramática da guerra, os rótulos que transformam pessoas em “lixo humano” e uma fé que abençoa a bala consagram a necropolítica, corroendo a democracia a partir da hierarquização de quais vidas merecem luto

Por VITOR LEMOS REIS & DANICHI HAUSEN MIZOGUCHI: A violência macroscópica nas favelas revela o funcionamento da necropolítica: um soberano que decide quem deve morrer e uma massa que deseja o extermínio

Por EMILIO CAFASSI: Quando a Frente Ampla troca a clareza ética por uma diplomacia insípida, sua equidistância em Gaza revela mais do que cautela: uma renúncia à sua própria alma

Por GABRIEL SILVA: A violência racial tem endereço: os laboratórios, as universidades, as categorias científicas que tornam a morte de corpos negros aceitável

Por JUAN MICHEL MONTEZUMA: Do debate conceitual aos dados da violência: a trajetória de uma ideia que desmonta o mito da democracia racial e revela um projeto de extermínio

Por HELENA PONTES DOS SANTOS: O mesmo Estado que mata nas favelas é o que legitima nos tribunais a precarização – duas faces de um genocídio que transforma corpos negros em combustível do capital

Por ARLENE CLEMESHA: Enquanto o genocídio transforma Gaza em laboratório da barbárie, o Brasil testa seus limites entre a retórica progressista e a ação concreta

Por CAIO NAVARRO DE TOLEDO: A pretensa neutralidade da mídia liberal desfaz-se quando sua linguagem, ao transformar massacre em “efeito colateral”, revela uma cumplicidade silenciosa com a barbárie que se recusa a nomear

Por LEONARDO BOFF: Combater o terror apenas com armas é alimentar seu caldo cultural de ressentimento, ignorando que sua raiz está na percepção de opressão e marginalização

Por MARILIA PACHECO FIORILLO: Enquanto a justiça internacional tropeça na sua lentidão, a verdadeira resistência floresce nas sombras: crianças que, com livros nas mãos, convertem a fuga diária em um ato silencioso de desafio e esperança

Por CLAUDIO KATZ: A epopeia da resistência palestina revela o fracasso de Netanyahu em obter a rendição, forçando acordos e provando que a perseverança na luta pode impor derrotas a um exército considerado imbatível

Por GERSON ALMEIDA: A mobilização do medo pela direita, focada em bodes expiatórios e ações espetaculares de repressão, visa desviar o olhar do crime organizado que se aninha no poder e na desregulamentação de setores estratégicos do Estado

Por PAULO SÉRGIO PINHEIRO: O manto de uma solenidade comunitária pode esconder a farsa perigosa que une o supremacismo de um Estado estrangeiro ao projeto autoritário da extrema direita local

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Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A gramática da guerra, os rótulos que transformam pessoas em “lixo humano” e uma fé que abençoa a bala consagram a necropolítica, corroendo a democracia a partir da hierarquização de quais vidas merecem luto

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Por EMILIO CAFASSI: Quando a Frente Ampla troca a clareza ética por uma diplomacia insípida, sua equidistância em Gaza revela mais do que cautela: uma renúncia à sua própria alma

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