
Chacina planejada
Por JEAN MARC VON DER WEID: A brutal contraofensiva da extrema direita mostra a sua estratégia para derrotar Lula em 2026

Por JEAN MARC VON DER WEID: A brutal contraofensiva da extrema direita mostra a sua estratégia para derrotar Lula em 2026

Em nossa entrevista especial com Atef Abu Saif, o escritor e ex-ministro da cultura palestino compartilhou sua experiência em Gaza.

Por RONALDO TADEU DE SOUZA E OUTROS(AS): A chacina é a política de um Estado genocida, que transforma corpos negros em moeda eleitoral e a dor de mães em espetáculo público

Por LEONARDO BOFF: A resposta à desumanização não está na teologia ou na filosofia, mas na práxis ininterrupta de quem se levanta para semear vida onde o poder só produz morte

Por CARLOS MARINA FREDERICO: Quando o Estado elege a pobreza como inimigo e a execução como política, a Constituição Cidadã é reduzida a um mero epitáfio para os que morrem em sua suposta proteção

Por ARLENE CLEMESHA, ADMA MUHANA & VLADIMIR SAFATLE: Romper com as estruturas que normalizam o extermínio é um ato de rigor acadêmico e uma responsabilidade humana inalienável

Por PAULO GHIRALDELLI: A aprovação popular da violência expõe menos a vontade da democracia e mais a falência da República, onde a sede por ações espetaculosas supera a demanda por instituições que funcionem

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A violência estatal letal não é um fracasso da ordem, mas a trágica realização de uma ordem que hierarquiza vidas e transforma a morte do “outro” em espetáculo e capital político

Por PAULO SÉRGIO PINHEIRO: Mais de trinta anos após o Carandiru, a espetacularização do extermínio persiste não por ineficiência, mas como projeto de poder que instrumentaliza a morte para fins políticos, desafiando o Estado Democrático de Direito

Por CARLOS R. S. MILANI: O massacre no Rio não foi um mero desvio de segurança, mas um cálculo político da extrema-direita para romper a ordem democrática e interromper a projeção global de um Brasil que se reconectava com o

Por CAROL PRONER & LARISSA RAMINA: Do Rio de Janeiro ao Caribe, a guerra ao “narcoterrorismo” revela-se um projeto duplo de dominação: internamente, consolida a necropolítica sobre as periferias; globalmente, recicla o imperialismo sob um novo jargão jurídico-militar

Por EMILIANO JOSÉ: A carnificina no Rio não é falha de um plano, mas seu êxito macabro: corpos pobres como moeda em um jogo político que instrumentaliza a guerra às drogas para servir a agendas de poder local e internacional

Por MONICA LOYOLA STIVAL: A instrumentalização do medo e da violência busca render a soberania nacional a potências estrangeiras, alienando a liberdade em troca de uma paz fictícia forjada sobre corpos pobres

Por JOICE DE SOUZA SOARES: A letalidade que assola o Rio é menos uma guerra fracassada contra o crime e mais uma ferramenta política, onde corpos pobres são a moeda de troca para ambições de poder e narrativas de intervenção

Por WESLEY SOUSA: Reduzir a crítica a um Estado genocida a um preconceito é a manobra final que corrompe a memória do Holocausto para legitimar uma nova barbárie

Por SALEM NASSER: Considerações sobre o livro organizado por Rafael Domingos Oliveira

Por MARTÍN MARTINELLI: A questão palestina contém todos os ingredientes das atuais disputas globais.

Por EMILIO CAFASSI: O que se vende como paz é a gestão tecnocrática de um cemitério, onde a soberania é trocada por segurança e a dignidade, por um plano de obras públicas

Por PEDRO LIMA VASCONCELLOS: Introdução do autor ao livro recém-lançado

Por LUCYANE DE MORAES: Diante do espetáculo da barbárie, o ato radical de escutar tornou-se o primeiro passo para desmontar a arquitetura do extermínio e sua racionalidade perversa

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