
Solidariedade a Cuba
Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por RODRIGO ARDISSOM DE SOUZA & DOUGLAS CARVALHO RIBEIRO:
A soberania sobre o subsolo é ilusória sem autonomia tecnológica: o Brasil repete, nas terras raras, a sina histórica de fornecedor subalterno na cadeia global de valor

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: A única resposta à barbárie imperial — seja em Gaza, Caracas ou Minneapolis — é uma política feita com o povo, não em seu nome, e alianças redefinidas pela generosidade e não pelo cálculo de poder

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por TARSO GENRO: Da aridez de Juan Rulfo ao cinismo da extrema direita mundial, Tarso Genro denuncia a transição da cena pública para uma era de tirania privada, em que a gestão do caos e a aniquilação de povos desafiam

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por JOSÉ MAURÍCIO BUSTANI & PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Num mundo de hegemonias em declínio, a dissuasão não é belicismo, mas a condição básica de soberania: sem ela, o Brasil será sempre um gigante de pés de barro à mercê

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular é a nova arma da política externa trumpista: uma guerra simbólica onde o espetáculo midiático e a chantagem emocional substituíram a geopolítica tradicional

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por ELIAS JABBOUR: A reunificação com Taiwan é apresentada como tendência histórica irreversível, onde o “pacífico” desaparece do léxico, e a China acelera sua integração econômica e preparo militar ante o caos global fomentado pelos EUA

Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

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A soberania sobre o subsolo é ilusória sem autonomia tecnológica: o Brasil repete, nas terras raras, a sina histórica de fornecedor subalterno na cadeia global de valor

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Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: A única resposta à barbárie imperial — seja em Gaza, Caracas ou Minneapolis — é uma política feita com o povo, não em seu nome, e alianças redefinidas pela generosidade e não pelo cálculo de poder

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por TARSO GENRO: Da aridez de Juan Rulfo ao cinismo da extrema direita mundial, Tarso Genro denuncia a transição da cena pública para uma era de tirania privada, em que a gestão do caos e a aniquilação de povos desafiam

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Por JOSÉ MAURÍCIO BUSTANI & PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Num mundo de hegemonias em declínio, a dissuasão não é belicismo, mas a condição básica de soberania: sem ela, o Brasil será sempre um gigante de pés de barro à mercê

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Por VALTER POMAR: Num conflito geopolítico, a especulação desprovida de fatos é um ato de irresponsabilidade política que, mesmo sob o manto da análise, fortalece a narrativa do agressor e desarma a resistência

Por ERICK KAYSER: Por trás da máscara do petróleo, a agressão à Venezuela é o ato fundador de um “iluminismo das trevas” que substitui a diplomacia pela força crua, expondo a luta aberta pelo domínio ideológico global