
Marx, Kepler
Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

Por REMY J. FONTANA: Apresentação de um dos autores do livro recém-lançado

Por BERNHARD HORSTMANN: A “Cidade na Colina” apagou sua própria luz: ao abandonar até a justificação hipócrita, os EUA trocaram seu mito civilizatório por uma ganância sem freios, interna e externamente

Por VINÍCIUS B. D’AMACENO: A invenção simbólica do Brasil oitocentista revela como o Romantismo e a historiografia oficial atuaram como instrumentos das elites para forjar uma nação harmônica e silenciar os conflitos da escravidão

Por FRANCISCO TEIXEIRA: O debate entre a valorização cultural de Gilberto Freyre e o materialismo de Caio Prado Júnior revela o abismo epistemológico que molda as interpretações sobre a contribuição negra e a herança escravista no Brasil

Por GUSTAVO FELIPE OLESKO: Sob a máscara da fragmentação e da fluidez pós-moderna, o capital opera uma totalização invisível que unifica o tempo e o espaço, convertendo a subjetividade e o lazer em novas fronteiras de exploração e valorização

Por AARON BENANAV: Em um mundo de recursos finitos, a verdadeira inovação não está em encontrar uma métrica universal, mas em construir procedimentos que permitam à sociedade descobrir, na prática e por meio do conflito democrático, o que verdadeiramente valoriza

Por JOSÉ BENTO CAMASSA: O ressurgimento de traumas históricos e o peso de massacres mal resolvidos colocam à prova a democracia colombiana, em um cenário onde a memória política é tão conflagrada quanto o próprio território

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A história do crédito no Brasil é a da lenta substituição dos sistemas sociais pré-capitalistas — do fiado, da agiotagem e do coronelismo — por um mercado financeiro nacional, um processo completado apenas com a

Por GUSTAVO FALCON: Comentário sobre o livro de Emiliano José

Por LAURINDO MARTINS JUNQUEIRA FILHO & SÍLVIA POMPÉIA: A história do sonar brasileiro, com seu componente “emprestado” e resgatado por um guia espiritual na Guarapiranga, revela o engenho e a espionagem à brasileira que marcaram o esforço de guerra nacional

Por MICHEL GOULART DA SILVA: A crítica trotskista ao levante de 1935 centrou-se na rejeição da frente policlassista da ANL, vista como um desvio stalinista que substituiu a liderança operária pelo prestismo tenentista, resultando em derrota e desmoralização da esquerda

Por MARCIO POCHMANN: Da acumulação material de Aristóteles e Marx às capacidades humanas de Sen, a riqueza culmina em um novo paradigma: o tempo livre e qualificado para o bem viver, desafio que redireciona o desenvolvimento e a missão do

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: A ascensão, crise e retorno do PT ao poder espelham a complexa institucionalização de um projeto que, mesmo ao reavaliar a democracia e os direitos humanos, viu seus ideais originais serem tensionados pela realpolitik, pela corrupção e

Por PAULO GHIRALDELLI: Feminicídio e LGBTfobia não se explicam apenas por “machismo” ou “misoginia”: é preciso compreender como a ideia de normalidade e a metafísica médica alimentam a agressão

Por PAULO CAPEL NARVAI:
Em 37 anos de SUS, conselhos e conferências de saúde foram decisivos para moldar no Brasil um sistema universal de saúde sui generis

Por ALEXANDRE JULIETE ROSA: Considerações sobre o livro de Cheikh Anta Diop recentemente traduzido para o português

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

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