
Origens do “malandro brasileiro”
Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por PAULO SILVEIRA: Não me parece que para nossos filhos e netos tenhamos o direito de lhes barrar a saída para o futuro. A menos que queiramos lhes deixar uma herança maldita.

Por MARCIO POCHMANN: O domínio parasitário das finanças, que esteriliza a economia real em benefício de uma minoria, cavou sepulturas para impérios e ameaça a própria soberania das nações periféricas

Por EMILIANO JOSÉ: Num milagre contra a corrente, um Brasil de pleno emprego e fome decrescente avança sob um manto de invisibilidade tecido pela grande imprensa, que lamenta o sucesso alheio e celebra a austeridade como dogma

Por TIAGO NOGARA: A mesma mão que assinou o decreto golpista de 2002 agora recebe o prêmio da paz, num teatro geopolítico onde “paz” significa rendição incondicional aos interesses americanos

Por ALEXANDRE DE MELO ANDRADE: A verdadeira criação, fruto da liberdade e da subjetividade humanas, revela-se justamente em nossa imperfeição e nosso mistério, aspectos que a eficiência técnica da IA não pode reproduzir, mas apenas simular

Por CRISTIANO ADDARIO DE ABREU: A defesa de Bolsonaro, ao invocar o fantasma de Dreyfus, revela justamente o que pretende negar: a nostalgia por um regime de privilégios onde a lei não se aplica a todos, um ancien régime tropical

Por MARCIO POCHMANN: A história parece se repetir, não como farsa, mas como tragédia: o rentismo e o comércio externo continuam a estrangular o desenvolvimento, transformando o Estado em mero garantidor de privilégios. O futuro permanece cancelado enquanto não rompermos

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: A memória de Maurício, o ‘Magrão’, não repousa no fundo de um rio, mas na coragem de quem, mesmo diante da barbárie, manteve intactos o sorriso gentil e a convicção de que um mundo mais justo

Por MARILIA PACHECO FIORILLO: A força persuasiva da retórica religiosa reside não na clareza lógica, mas no poder do paradoxo e do mistério para comover e converter. Diferente da argumentação demonstrativa, ela se sustenta no pathos e numa autoridade revelada

Por FRANCISCO TEIXEIRA: A genialidade crítica de Marx reside em demonstrar como a troca equivalente entre capital e trabalho, analisada em sua totalidade e continuidade, converte-se dialeticamente em seu oposto: a apropriação de trabalho não pago

Por EMILIO CAFASSI: Mais do que um conflito territorial, a tragédia de Gaza expõe a inversão grotesca do projeto iluminista, onde um Estado teocrático e expansionista esvazia de sentido as promessas universais de razão, direito e fraternidade

Por LUIZ EDUARDO SIMÕES DE SOUZA: Mais do que uma análise econômica, o livro de Wilson do Nascimento Barbosa é um ato de desinfecção de uma ferida histórica mal cicatrizada, rasgando a névoa do esquecimento para expor as estruturas de

Por PENILDON SILVA FILHO: Setenta anos depois, os princípios de Bandung ressurgem nos BRICS e na multipolaridade: como a luta anticolonial do século XX ecoa no tabuleiro geopolítico atual, desafiando a hegemonia ocidental

Por LUCAS SILVA PAMIO: Em um mundo que precifica tudo, guardar uma simples pedra plástica é um ato de resistência íntima. Esta é a história de como uma caixa de “quinquilharias” revela o conflito eterno entre o valor afetivo e

Por LINCOLN SECCO: Prefácio do livro recém-lançado de Carmen Sylvia Vidigal Moraes

Por BORIS AKUNIN: A história russa parece condenada a um ciclo eterno, oscilando entre o degelo e o gelo, até que a corrente da centralização imperial, esticada ao extremo, finalmente se rompa

Por GILBERTO LOPES: No desfile militar em 3 de setembro último, Xi Jinping apresentou sua visão da nova ordem mundial em cinco pontos para uma Iniciativa de Governança Global: todos os países, independentemente de seu tamanho, força ou riqueza, devem

Por EUGÊNIO BUCCI: A toga e a peruca não nasceram da vaidade, mas da necessidade de criar um símbolo de imparcialidade. O problema surge quando a forma esvazia seu conteúdo, e o ritual que deveria apagar o indivíduo se torna

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: A condenação de Bolsonaro é um marco inédito, mas não o epílogo. A história ensina que o golpismo é um instrumento sempre disponível para as classes dominantes, e a vigilância é o preço permanente da frágil

Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por PAULO SILVEIRA: Não me parece que para nossos filhos e netos tenhamos o direito de lhes barrar a saída para o futuro. A menos que queiramos lhes deixar uma herança maldita.

Por MARCIO POCHMANN: O domínio parasitário das finanças, que esteriliza a economia real em benefício de uma minoria, cavou sepulturas para impérios e ameaça a própria soberania das nações periféricas

Por EMILIANO JOSÉ: Num milagre contra a corrente, um Brasil de pleno emprego e fome decrescente avança sob um manto de invisibilidade tecido pela grande imprensa, que lamenta o sucesso alheio e celebra a austeridade como dogma

Por TIAGO NOGARA: A mesma mão que assinou o decreto golpista de 2002 agora recebe o prêmio da paz, num teatro geopolítico onde “paz” significa rendição incondicional aos interesses americanos

Por ALEXANDRE DE MELO ANDRADE: A verdadeira criação, fruto da liberdade e da subjetividade humanas, revela-se justamente em nossa imperfeição e nosso mistério, aspectos que a eficiência técnica da IA não pode reproduzir, mas apenas simular

Por CRISTIANO ADDARIO DE ABREU: A defesa de Bolsonaro, ao invocar o fantasma de Dreyfus, revela justamente o que pretende negar: a nostalgia por um regime de privilégios onde a lei não se aplica a todos, um ancien régime tropical

Por MARCIO POCHMANN: A história parece se repetir, não como farsa, mas como tragédia: o rentismo e o comércio externo continuam a estrangular o desenvolvimento, transformando o Estado em mero garantidor de privilégios. O futuro permanece cancelado enquanto não rompermos

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: A memória de Maurício, o ‘Magrão’, não repousa no fundo de um rio, mas na coragem de quem, mesmo diante da barbárie, manteve intactos o sorriso gentil e a convicção de que um mundo mais justo

Por MARILIA PACHECO FIORILLO: A força persuasiva da retórica religiosa reside não na clareza lógica, mas no poder do paradoxo e do mistério para comover e converter. Diferente da argumentação demonstrativa, ela se sustenta no pathos e numa autoridade revelada

Por FRANCISCO TEIXEIRA: A genialidade crítica de Marx reside em demonstrar como a troca equivalente entre capital e trabalho, analisada em sua totalidade e continuidade, converte-se dialeticamente em seu oposto: a apropriação de trabalho não pago

Por EMILIO CAFASSI: Mais do que um conflito territorial, a tragédia de Gaza expõe a inversão grotesca do projeto iluminista, onde um Estado teocrático e expansionista esvazia de sentido as promessas universais de razão, direito e fraternidade

Por LUIZ EDUARDO SIMÕES DE SOUZA: Mais do que uma análise econômica, o livro de Wilson do Nascimento Barbosa é um ato de desinfecção de uma ferida histórica mal cicatrizada, rasgando a névoa do esquecimento para expor as estruturas de

Por PENILDON SILVA FILHO: Setenta anos depois, os princípios de Bandung ressurgem nos BRICS e na multipolaridade: como a luta anticolonial do século XX ecoa no tabuleiro geopolítico atual, desafiando a hegemonia ocidental

Por LUCAS SILVA PAMIO: Em um mundo que precifica tudo, guardar uma simples pedra plástica é um ato de resistência íntima. Esta é a história de como uma caixa de “quinquilharias” revela o conflito eterno entre o valor afetivo e

Por LINCOLN SECCO: Prefácio do livro recém-lançado de Carmen Sylvia Vidigal Moraes

Por BORIS AKUNIN: A história russa parece condenada a um ciclo eterno, oscilando entre o degelo e o gelo, até que a corrente da centralização imperial, esticada ao extremo, finalmente se rompa

Por GILBERTO LOPES: No desfile militar em 3 de setembro último, Xi Jinping apresentou sua visão da nova ordem mundial em cinco pontos para uma Iniciativa de Governança Global: todos os países, independentemente de seu tamanho, força ou riqueza, devem

Por EUGÊNIO BUCCI: A toga e a peruca não nasceram da vaidade, mas da necessidade de criar um símbolo de imparcialidade. O problema surge quando a forma esvazia seu conteúdo, e o ritual que deveria apagar o indivíduo se torna

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: A condenação de Bolsonaro é um marco inédito, mas não o epílogo. A história ensina que o golpismo é um instrumento sempre disponível para as classes dominantes, e a vigilância é o preço permanente da frágil