
Nota sobre “Os Lusíadas”
Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por AFRÂNIO CATANI: Através de um olhar estrangeiro e singular, Rubem Braga capturou em suas crônicas a alma vibrante da Paris intelectual dos anos 1950, transformando encontros em literatura

Por MARIA EUGENIA BOAVENTURA: Introdução da organizadora ao livro póstumo de Guilherme de Almeida

Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por JULIO CESAR TELES: Aline Bei coreografa a persistência do vivido: seus romances não superam a dor, mas ensinam a carregá-la, transformando ausências em uma gramática delicada do existir

Por GUILHERME E. MEYER: A poesia de Sean Bonney era um grito material contra o capitalismo: uma fúria vital que transformava o verso em arma e a existência em testamento coletivo, recusando qualquer conciliação com o mundo que o corroía

Por GUILHERME RODRIGUES: A estátua de José de Alencar, hoje testemunha silenciosa de um acidente banal, é o emblema perfeito de como a cidade devora sua própria memória, transformando o legado cultural em mera rotatória de trânsito

Por KRISTIAN FEIGELSON: A obra de Krasznahorkai é um labirinto melancólico onde a história húngara, com seus traumas totalitários, se funde a uma visão apocalíptica do presente, numa prosa que é, ela mesma, um ato de resistência silenciosa

Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

Por LUÍS AUGUSTO FISCHER: Comentário sobre o livro de João Adolfo Hansen, organizado por Cilaine Alves Cunha & Mayra Laudanna

Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

Por CÉSAR MORTARI BARREIRA: A nova ordem mundial é a anarquia brutal dos que comandam sem precisar de justificativas

Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível

Por VINÍCIUS B. D’AMACENO: A invenção simbólica do Brasil oitocentista revela como o Romantismo e a historiografia oficial atuaram como instrumentos das elites para forjar uma nação harmônica e silenciar os conflitos da escravidão

Por ERIVELTO DA ROCHA CARVALHO: Comentário sobre a novela de Yuri Herrera

Por LUCIANA MOLINA: Enquanto a biblioteca representa o paraíso para a literatura, a realidade das escolas públicas brasileiras revela um cenário de exclusão, onde instituições sem bibliotecários e livros lacrados aprofundam o abismo cultural

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre a antologia recém-lançada organizada por Camilla Cattarulla e Giorgio de Marchis

Por EDUARDO SINKEVISQUE: Comentário sobre o livro recém-lançado de Ana Lúcia Machado de Oliveira

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por AFRÂNIO CATANI: Através de um olhar estrangeiro e singular, Rubem Braga capturou em suas crônicas a alma vibrante da Paris intelectual dos anos 1950, transformando encontros em literatura

Por MARIA EUGENIA BOAVENTURA: Introdução da organizadora ao livro póstumo de Guilherme de Almeida

Por LUIZ RENATO MARTINS: Dois filmes que transformam o registro do extermínio dos palestinos em ato dialógico de resistência, onde a câmera em movimento tece um “Nós” coletivo que desafia a pulverização kafkiana

Por JULIO CESAR TELES: Aline Bei coreografa a persistência do vivido: seus romances não superam a dor, mas ensinam a carregá-la, transformando ausências em uma gramática delicada do existir

Por GUILHERME E. MEYER: A poesia de Sean Bonney era um grito material contra o capitalismo: uma fúria vital que transformava o verso em arma e a existência em testamento coletivo, recusando qualquer conciliação com o mundo que o corroía

Por GUILHERME RODRIGUES: A estátua de José de Alencar, hoje testemunha silenciosa de um acidente banal, é o emblema perfeito de como a cidade devora sua própria memória, transformando o legado cultural em mera rotatória de trânsito

Por KRISTIAN FEIGELSON: A obra de Krasznahorkai é um labirinto melancólico onde a história húngara, com seus traumas totalitários, se funde a uma visão apocalíptica do presente, numa prosa que é, ela mesma, um ato de resistência silenciosa

Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

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Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

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Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível

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Por ERIVELTO DA ROCHA CARVALHO: Comentário sobre a novela de Yuri Herrera

Por LUCIANA MOLINA: Enquanto a biblioteca representa o paraíso para a literatura, a realidade das escolas públicas brasileiras revela um cenário de exclusão, onde instituições sem bibliotecários e livros lacrados aprofundam o abismo cultural

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Por EDUARDO SINKEVISQUE: Comentário sobre o livro recém-lançado de Ana Lúcia Machado de Oliveira