
Compêndio de horrores
Por EUGÊNIO BUCCI: As mídias digitais são o prolongamento da escola nazista: rompem com o registro dos fatos e promovem a substituição da política pelo fanatismo
Por EUGÊNIO BUCCI: As mídias digitais são o prolongamento da escola nazista: rompem com o registro dos fatos e promovem a substituição da política pelo fanatismo
Por LARA FERREIRA LORENZONI, MARCELO SIANO LIMA & LIGIA MAFRA: O grande capital transforma o cancelamento de conflitos em um dogma a ser mantido sob qualquer pretexto, inclusive com o uso da violência estatal e paraestatal
Por DIEGO VIANA: Eleitoralmente o fascismo nunca foi tão forte. Nos EUA, no Brasil, na Índia, países muito populosos, obteve votações acima de 45%, superando o máximo de 37% dos nazistas na Alemanha de 1932
Debate com José Arbex Jr. e Lincoln Secco sobre os rumos do império estadunidense
Por ALFREDO ATTIÉ: Uma extrema direita israelense parece uma contradição em termos e exige que haja uma reação contundente da sociedade internacional, a qual esse regime israelense dá as costas, com arrogância
Por RENAKE DAVID: A insuficiência do conceito de culpa coletiva é útil àqueles que querem esquecer o passado e seguir em frente porque eles podem combatê-lo
Por FLÁVIO AGUIAR: Israel têm por alvo os “seus judeus”, identificando-se não com as lutas heroicas de seu povo, como no Gueto de Varsóvia, mas com as práticas abomináveis dos algozes de seus antepassados
Por LUIZ ROBERTO ALVES: A importância da memória do Holocausto e a responsabilidade de lembrar as atrocidades cometidas para evitar que se repitam
Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Comentário sobre o livro de Thomas Keneally
Por FLÁVIO AGUIAR: Em Berlim, uma gigantesca manifestação com milhares de pessoas repudiou a atitude de Friedrich Merz e o AfD
Por ALEXANDRE ARAGÃO DE ALBUQUERQUE: Tudo leva a crer que os primeiros movimentos de Donald Trump – nessa guerra de construção de uma nova ordem hegemônica estadunidense – farão uso da tese maquiaveliana a qualquer custo
Por ANDREA ZHOK: A construção sistemática da mentira, mediante a distração, a falsidade, por meio da dissimulação, esse sim é o verdadeiro jogo do poder contemporâneo
Por CAIO BUGIATO: O governo de Donald Trump assim como foi o governo Hitler pode ser o catalisador da transição (ou implosão) da ordem mundial
Por EUGÊNIO BUCCI: Sim, é preciso chamar Donald Trump de fascista. Ele restaura e impulsiona o fascismo
Por ROBERSON DE OLIVEIRA: Ao se acusar a extrema direita brasileira de nazista, fascista ou neonazista, aquilo que parece ser uma crítica contundente, a denúncia de um inimigo da civilização, na verdade torna-se uma nuvem de fumaça
Por SERGIO SCHARGEL: Definições simples e simplistas abundam nas redes sociais, mas só nelas o fascismo pode ser reduzido a algo tão patético como apenas um “Estado forte”
Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ & VINÍCIUS SCHERCH: A Meta representa o meio, a técnica, o veículo, a base material, e, consigo, a meta de se aprofundar a expansão e a vocalização do fascismo digital nas redes sociais
Por TARSO GENRO: Donald Trump que, guindado à Presidência do seu país, mostrou sua prepotência incontida, transformando a eleição americana num plebiscito para governar o mundo
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