
A FFLCH-USP diante do horror
Por ARLENE CLEMESHA, ADMA MUHANA & VLADIMIR SAFATLE: Romper com as estruturas que normalizam o extermínio é um ato de rigor acadêmico e uma responsabilidade humana inalienável

Por ARLENE CLEMESHA, ADMA MUHANA & VLADIMIR SAFATLE: Romper com as estruturas que normalizam o extermínio é um ato de rigor acadêmico e uma responsabilidade humana inalienável

Por ALBERTO HANDFAS: O mandato britânico está na origem da opressão colonial de Israel na Palestina e do atual genocídio em Gaza. Novo filme palestino relembra o papel central do imperialismo no conflito

Por CARLOS HORTMANN & FLÁVIO ALMADA: Desmontar a falácia que confunde antissionismo com antissemitismo é o primeiro passo para enxergar a questão palestina em sua verdadeira essência: uma luta de libertação nacional contra uma ocupação colonial

Por SAMUEL KILSZTAJN: O universalismo propõe que a própria humanidade é a única pátria digna de um amor incondicional, rejeitando as lealdades tribais que alimentam o ódio

Por WESLEY SOUSA: Reduzir a crítica a um Estado genocida a um preconceito é a manobra final que corrompe a memória do Holocausto para legitimar uma nova barbárie

Por SALEM NASSER: Considerações sobre o livro organizado por Rafael Domingos Oliveira

Por MARTÍN MARTINELLI: A questão palestina contém todos os ingredientes das atuais disputas globais.

Por EMILIO CAFASSI: O que se vende como paz é a gestão tecnocrática de um cemitério, onde a soberania é trocada por segurança e a dignidade, por um plano de obras públicas

Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

Por DIEGO RABELO: A contradição é flagrante: clubes que vestem as cores do progressismo são financiados por regimes que asfixiam as liberdades que essas mesmas cores representam

Por PEDRO LIMA VASCONCELLOS: Introdução do autor ao livro recém-lançado

Por LUCYANE DE MORAES: Diante do espetáculo da barbárie, o ato radical de escutar tornou-se o primeiro passo para desmontar a arquitetura do extermínio e sua racionalidade perversa

Por GIDEON LEVY: Quando 62% da população nega a existência de inocentes em Gaza, a desumanização deixa de ser projeto extremista para se tornar consenso nacional sustentado por uma máquina de negação midiática

Por RAMZY BAROUD: O padrão histórico da “paz” na Palestina se repete: cada massacre é seguido por uma farsa diplomática que transforma a resistência em obstáculo à paz, enquanto a limpeza étnica avança sob os aplausos da comunidade internacional

Por CARLOS EDUARDO ARAÚJO: Quando Dante confessava a impotência da linguagem diante dos corpos mutilados, não imaginava que seu inferno poético se tornaria o realismo brutal de Gaza, onde a espada demoníaca se transformou em bombas de precisão

Por EMILIANO JOSÉ: A “proposta de paz” que exclui a principal força política palestina e celebra a vitória do massacre consolida uma paz de cemitério, onde o vencedor dita os termos sob a ameaça de abrir ainda mais as portas

Por MAGNO DE CARVALHO: A travessia é uma metáfora em movimento: contra a tempestade, a avaria e a ameaça de drones, navega a convicção inabalável de que furar um bloqueio físico é, antes de tudo, romper o cerco da indiferença

Por MARCIA GOBBI: No laboratório de horrores de Gaza, ainda há espaço para a infância, ou esta foi substituída pela espera constante da morte, transformando-nos de espectadores distantes em cúmplices responsáveis por cada vida negada?

Por GABRIEL COHN: A criação de um Estado palestino, embora necessária, é vista como uma solução trágica. Ela perpetua a lógica do Estado nacional, uma instituição problemática que aprisiona povos e gera conflitos, em vez de buscar alternativas supranacionais mais

Por EMILIO CAFASSI: Mais do que um conflito territorial, a tragédia de Gaza expõe a inversão grotesca do projeto iluminista, onde um Estado teocrático e expansionista esvazia de sentido as promessas universais de razão, direito e fraternidade

Por ARLENE CLEMESHA, ADMA MUHANA & VLADIMIR SAFATLE: Romper com as estruturas que normalizam o extermínio é um ato de rigor acadêmico e uma responsabilidade humana inalienável

Por ALBERTO HANDFAS: O mandato britânico está na origem da opressão colonial de Israel na Palestina e do atual genocídio em Gaza. Novo filme palestino relembra o papel central do imperialismo no conflito

Por CARLOS HORTMANN & FLÁVIO ALMADA: Desmontar a falácia que confunde antissionismo com antissemitismo é o primeiro passo para enxergar a questão palestina em sua verdadeira essência: uma luta de libertação nacional contra uma ocupação colonial

Por SAMUEL KILSZTAJN: O universalismo propõe que a própria humanidade é a única pátria digna de um amor incondicional, rejeitando as lealdades tribais que alimentam o ódio

Por WESLEY SOUSA: Reduzir a crítica a um Estado genocida a um preconceito é a manobra final que corrompe a memória do Holocausto para legitimar uma nova barbárie

Por SALEM NASSER: Considerações sobre o livro organizado por Rafael Domingos Oliveira

Por MARTÍN MARTINELLI: A questão palestina contém todos os ingredientes das atuais disputas globais.

Por EMILIO CAFASSI: O que se vende como paz é a gestão tecnocrática de um cemitério, onde a soberania é trocada por segurança e a dignidade, por um plano de obras públicas

Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

Por DIEGO RABELO: A contradição é flagrante: clubes que vestem as cores do progressismo são financiados por regimes que asfixiam as liberdades que essas mesmas cores representam

Por PEDRO LIMA VASCONCELLOS: Introdução do autor ao livro recém-lançado

Por LUCYANE DE MORAES: Diante do espetáculo da barbárie, o ato radical de escutar tornou-se o primeiro passo para desmontar a arquitetura do extermínio e sua racionalidade perversa

Por GIDEON LEVY: Quando 62% da população nega a existência de inocentes em Gaza, a desumanização deixa de ser projeto extremista para se tornar consenso nacional sustentado por uma máquina de negação midiática

Por RAMZY BAROUD: O padrão histórico da “paz” na Palestina se repete: cada massacre é seguido por uma farsa diplomática que transforma a resistência em obstáculo à paz, enquanto a limpeza étnica avança sob os aplausos da comunidade internacional

Por CARLOS EDUARDO ARAÚJO: Quando Dante confessava a impotência da linguagem diante dos corpos mutilados, não imaginava que seu inferno poético se tornaria o realismo brutal de Gaza, onde a espada demoníaca se transformou em bombas de precisão

Por EMILIANO JOSÉ: A “proposta de paz” que exclui a principal força política palestina e celebra a vitória do massacre consolida uma paz de cemitério, onde o vencedor dita os termos sob a ameaça de abrir ainda mais as portas

Por MAGNO DE CARVALHO: A travessia é uma metáfora em movimento: contra a tempestade, a avaria e a ameaça de drones, navega a convicção inabalável de que furar um bloqueio físico é, antes de tudo, romper o cerco da indiferença

Por MARCIA GOBBI: No laboratório de horrores de Gaza, ainda há espaço para a infância, ou esta foi substituída pela espera constante da morte, transformando-nos de espectadores distantes em cúmplices responsáveis por cada vida negada?

Por GABRIEL COHN: A criação de um Estado palestino, embora necessária, é vista como uma solução trágica. Ela perpetua a lógica do Estado nacional, uma instituição problemática que aprisiona povos e gera conflitos, em vez de buscar alternativas supranacionais mais

Por EMILIO CAFASSI: Mais do que um conflito territorial, a tragédia de Gaza expõe a inversão grotesca do projeto iluminista, onde um Estado teocrático e expansionista esvazia de sentido as promessas universais de razão, direito e fraternidade